Associe-se aqui!

Programação Completa

 


• Terça-feira, 15 de setembro de 2026
Horário Atividade Sala
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC01 - AVALIAÇÃO PÓS-EVENTO (APE) EM EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA: METODO, APRENDIZAGEM COLETIVA, TERRITÓRIOS E UTILIZAÇÃO PARA O APRIMORAMENTO DA RESPOSTA NO SUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC01 - AVALIAÇÃO PÓS-EVENTO (APE) EM EMERGÊNCIAS EM SAÚDE PÚBLICA: METODO, APRENDIZAGEM COLETIVA, TERRITÓRIOS E UTILIZAÇÃO PARA O APRIMORAMENTO DA RESPOSTA NO SUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público Alvo:
Profissionais e trabalhadores da saúde das esferas federal, estadual e municipal, bem como integrantes de movimentos sociais, pesquisadores e estudantes de graduação e pós-graduação interessados em temas relacionados a desastres, mudanças climáticas, avaliação de respostas e fortalecimento das capacidades institucionais do Sistema Único de Saúde (SUS).

Ementa:
A intensificação de desastres climáticos, emergências em saúde pública e crises socioambientais tem exigido do SUS a necessidade de respostas rápidas, coordenadas e sensíveis às realidades territoriais. Nesse contexto, a Avaliação Pós-Evento (APE) consolida-se como metodologia estratégica para analisar a resposta institucional a emergências, identificar lições aprendidas e orientar o aprimoramento contínuo das políticas e práticas de gestão do risco e da resposta no setor saúde.
O minicurso aborda os fundamentos conceituais, metodológicos e operacionais da Avaliação Pós-Evento (APE) aplicada a emergências em saúde pública. Parte da compreensão das emergências como fenômenos socioambientais complexos, que exigem respostas intersetoriais, territorializadas e orientadas pela equidade e enfrentando as invisibilidades históricas na produção da informação em saúde. Com isso apresenta a metodologia quali-quantitativa utilizada como ferramenta de valorização de diversos saberes. Serão discutidas experiências de aplicação do método em diferentes contextos nos três niveis de organização do SUS, incluindo eventos relacionados a desastres climáticos, como chuvas intensas no Rio Grande do Sul, seca extrema e queimadas na Região Norte e eventos extremos em municípios atingidos por ciclones. Essas experiências ilustram o potencial da APE para fortalecer a governança da resposta, qualificar processos decisórios, aprimorar a comunicação de risco e promover a integração intersetorial.
De natureza aplicada e participativa, o minicurso utilizará exposição dialogada, análise de casos e exercícios orientados para demonstrar as etapas de planejamento, condução e sistematização de uma APE. A proposta busca contribuir para o desenvolvimento de capacidades institucionais no SUS.

Proponente e Coordenador(a): Vinicius Casaroto - Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente - Ministério da Saúde / Participante do Observatório do Clima (DF)
Psicologia - 1º andar - Sala 1 (50 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC04 - DESCOLONIZAR A SAÚDE GLOBAL: EQUIDADE, INTERCULTURALIDADE E SOBERANIA SANITÁRIA DESDE O SUL GLOBAL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Curso - Pré-Congresso
MC04 - DESCOLONIZAR A SAÚDE GLOBAL: EQUIDADE, INTERCULTURALIDADE E SOBERANIA SANITÁRIA DESDE O SUL GLOBAL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 16 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Estudantes e profissionais, pesquisadores, gestores e representantes da sociedade civil organizada interessados na temática da Saúde Global.

Ementa:
Nas últimas décadas, a Saúde Global consolidou-se como um campo estratégico de produção de conhecimento, formulação de políticas e governança internacional em saúde. Entretanto, eventos recentes, como a pandemia de Covid-19, o agravamento da crise climática e o recrudescimento de tensões geopolíticas, evidenciaram limites estruturais desse campo, particularmente no que se refere às assimetrias de poder que atravessam a definição de agendas sanitárias, a produção de conhecimento e a distribuição global de tecnologias e recursos em saúde. Tais dinâmicas têm suscitado críticas crescentes às abordagens hegemônicas da Saúde Global, frequentemente marcadas por perspectivas universalizantes e pela centralidade de instituições e atores situados em países de maior poder econômico e político.
Nesse contexto, ganha relevância o debate acerca da descolonização da Saúde Global, que busca problematizar as raízes históricas das desigualdades sanitárias e as hierarquias epistêmicas associadas ao colonialismo e às relações desiguais de poder no sistema internacional. Essas reflexões dialogam com contribuições da Saúde Coletiva latino-americana, especialmente com as abordagens da determinação social da saúde e da interseccionalidade, oferecendo ferramentas analíticas para compreender a produção histórica das iniquidades em saúde e para pensar alternativas orientadas pela justiça social, pela participação social e pela soberania sanitária.
Este minicurso tem como objetivo promover uma reflexão crítica sobre os contornos contemporâneos da Saúde Global, discutindo a emergência da retórica da equidade e as propostas de descolonização do campo, buscando fomentar a construção coletiva de perspectivas críticas e interculturais para a transformação da Saúde Global.

Proponente e Coordenador(a): Marciglei Morais - AFYA Faculdades Vitória da Conquista (BA)
Professor(a): Mateus Brito - Universidade Federal da Bahia/Instituto de Saúde Coletiva (UFBA/ISC) (DF)
Professor(a): Hilton P. Silva - Universidade Federal do Pará e Universidade de Brasília (DF)
Psicologia - 1º andar - Sala 3 (50 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC08 - ECONOMIA DA SAÚDE, TERRITÓRIOS E GESTÃO DO SUS: O PAPEL DOS NÚCLEOS DE ECONOMIA DA SAÚDE E DA REDE ECOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC08 - ECONOMIA DA SAÚDE, TERRITÓRIOS E GESTÃO DO SUS: O PAPEL DOS NÚCLEOS DE ECONOMIA DA SAÚDE E DA REDE ECOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Gestores e técnicos das secretarias de saúde, profissionais do SUS, pesquisadores, docentes e estudantes das áreas de saúde coletiva, economia da saúde, gestão e políticas públicas, além de interessados na produção e uso de evidências para o fortalecimento da gestão do sistema de saúde.

Ementa:
A crescente complexidade dos sistemas de saúde, intensificada por desafios ambientais, territoriais e sociais, exige o fortalecimento de capacidades analíticas para subsidiar a tomada de decisão no Sistema Único de Saúde (SUS). Nesse contexto, a Economia da Saúde tem se consolidado como campo estratégico para apoiar o planejamento, a alocação eficiente de recursos e a avaliação de políticas públicas. No Brasil, os Núcleos de Economia da Saúde (NES) surgem como espaços institucionais que apoiam a tomada de decisão dos gestores com base em dados e informações provenientes de ferramentas da Economia da Saúde. Além de produzirem e disseminarem análises econômicas aplicadas à gestão do SUS, articulando conhecimento técnico, gestão pública e realidade territorial.Este minicurso apresenta o estado da arte da institucionalização da Economia da Saúde no país, com destaque para a experiência dos NES e para a Rede de Economia e Desenvolvimento em Saúde (Rede ECOS) como estratégia de articulação, cooperação e compartilhamento de conhecimento entre gestores, pesquisadores e profissionais do SUS. Em diálogo com o tema do congresso — “Interculturalidade, ambiente e saúde: os desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios” —, o minicurso discutirá como ferramentas da economia da saúde podem contribuir para a compreensão das desigualdades regionais, dos impactos socioambientais na saúde e da necessidade de decisões baseadas em evidências sensíveis às especificidades territoriais. A metodologia combinará exposição dialogada, apresentação de experiências concretas dos NES e discussão orientada com os participantes sobre possibilidades de implementação e fortalecimento desses espaços nos territórios. Ao final, espera-se ampliar o conhecimento sobre o papel da Economia da Saúde na gestão pública e estimular a formação de redes colaborativas voltadas ao fortalecimento do SUS.

Proponente: Karoliny Francisco - Ministério da Saúde (DF)
Psicologia - 1º andar - Sala 5 (50 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC09 - EDUCAÇÃO POPULAR E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: DIÁLOGOS ENTRE A PRÁXIS LATINO-AMERICANA E A EXPERIÊNCIA DO AGPOPSUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC09 - EDUCAÇÃO POPULAR E PARTICIPAÇÃO SOCIAL: DIÁLOGOS ENTRE A PRÁXIS LATINO-AMERICANA E A EXPERIÊNCIA DO AGPOPSUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Trabalhadores do SUS, gestores de saúde, lideranças de movimentos sociais,
estudantes de saúde coletiva e pesquisadores de ciências sociais.

Ementa:
O minicurso analisa a relação entre políticas públicas e educação popular na América Latina, fundamentado na pesquisa da Escola Nacional Paulo Freire e Fundação Rosa Luxemburgo(2025). A proposta inova ao sistematizar a Educação Popular não apenas como prática pedagógica, mas como método de governo (PONTUAL, 2017) capaz de reorientar a gestão pública. O conteúdo articula os achados da pesquisa internacional com a implementação prática do Programa AgPopSUS (Portaria GM/MS 1.133/2023), respondendo aos desafios de interculturalidade e conexão com os territórios propostos
compreender a Educação Popular como estratégia de gestão participativa e fomento ao
protagonismo social na saúde, a partir do diálogo entre a práxis latino-americana e a
execução do programa em diferentes contextos regionais. Especificamente, o curso visa
analisar as tendências do trabalho sociocomunitário continental, discutir os desafios
metodológicos do AgPopSUS e refletir sobre a importância da escuta dos territórios na
construção de políticas de saúde. Metodologicamente, a atividade pauta-se no diálogo
de ‘Círculos de Cultura‘, com carga horária de 12h dividida em três momentos: exposições
dialogadas sobre o panorama latino-americano; oficinas de análise de casos reais da
do programa (incluindo a articulação AgSUS, Fiocruz e movimentos sociais); e construção
coletiva de estratégias para o fortalecimento da participação popular nos territórios dos
participantes. A proposta destaca-se por sua natureza interinstitucional e seu compromisso
com a democratização das políticas de saúde.
Conteúdo Programático (Sugestão para 08h)
● Unidades
Unidade I: Origens e atualidade da Educação Popular na América Latina (Pochmann, Freire, Pontual).
Unidade II: O Estado e a Participação Social: O desenho do AgPopSUS.
Unidade III: Gestão Compartilhada: O papel da AgSUS e da Fiocruz na
capilarização da política.
Unidade IV: Interculturalidade e Território: Lições da prática e novos caminhos para
a participação.

● Bibliografia
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 1133, de 16 de agosto de 2023.
Institui o Programa de Formação de Agentes Educadoras e Educadores Populares de
Saúde- AgPopSUS.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Popular em Saúde
no âmbito do Sistema Único de Saúde (PNEPS-SUS). Brasília: Ministério da Saúde,
2013.
FUNDAÇÃO ROSA LUXEMBURGO. Políticas Públicas, Trabalho
Sociocomunitário e Educação Popular na América Latina: Resumo Expandido do
Relatório Final. São Paulo, 2024.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Esperança: um reencontro com a Pedagogia do
Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
PONTUAL, Pedro. Educação popular e incidência em políticas públicas. Revista
e-Curriculum, São Paulo, v. 15, n. 1, 2017.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São
Paulo: EDUSP, 1996.
POCHMANN, Marcio. Declínio da vida em sociedade: o Brasil no início do século
XXI. São Paulo: Ideias e Letras, 2024.
Psicologia - 1º andar - Sala 6 (50 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC14 - CUIDADO, EDUCAÇÃO POPULAR E AS PESQUISAS PARTICIPATIVAS AVALIATIVAS (NO) SUS: POSSIBILIDADES EM ESTUDOS DAS PRÁTICAS AMISTOSAS A INTEGRALIDADE DO CUIDADO NA “AMAZÔNIA PLURAL (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC14 - CUIDADO, EDUCAÇÃO POPULAR E AS PESQUISAS PARTICIPATIVAS AVALIATIVAS (NO) SUS: POSSIBILIDADES EM ESTUDOS DAS PRÁTICAS AMISTOSAS A INTEGRALIDADE DO CUIDADO NA “AMAZÔNIA PLURAL (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Estudantes, pesquisadores, movimentos sociais, ativistas,gestores e profissionais de saúde

Ementa:
Construir pesquisas participativas avaliativas sobre práticas de cuidado, significa assumir um posicionamento epistemológico como um processo transformador, emancipatório e democrático, a ser desenvolvido no diálogo e no respeito à pluralidade humana no seu duplo aspecto de igualdade e distinção. A Educação Popular, explicitada aqui como concepção ético-política e como esteio teórico da abordagem científica, possui histórico consolidado na orientação de iniciativas de produção do conhecimento participativas e dialógicas, o que, nos últimos anos, vem se ampliando em diferentes grupos de pesquisa e setores acadêmicos no Brasil e internacionalmente, como também em projetos de pesquisa e avaliação protagonizados por movimentos sociais. Com o apoio de conteúdos reflexivos críticos inspirados nas obras de Hannah Arendt e Paulo Freire, discutiremos as três funções que a compõe quais sejam: a) ACADÊMICA - fundamentada em bases teórico-metodológicas e devolutiva de resultados; b) SOCIAL- de promover a organização social e a construção da cidadania; c) ARTICULADORA - do saber e do fazer da universidade com a sociedade Como dinâmicas aposta-se em apresentação dos temas de forma dialogada, com possibilidade de escuta de experiências dos cursistas, reflexões e sistematização. Articular estratégias de tomada de decisões e ajuizamento e avaliação do agir em saúde na reafirmação da saúde como uma questão democrática e cidadania do cuidado constitui contribuições profícuas para o campo das Ciências Sociais e Humanas (ensino, participação e formação em saúde). Espera-se apontar, durante o minicurso, abordagens coerentes com a construção compartilhada do conhecimento e da ação social, aplicada e implicada na avaliação de políticas públicas e processos sociais e políticos
Psicologia - 1º andar - Sala 8 (50 pax)
08:30 - 11:50 Curso - Pré-Congresso
MC18 - (DES)ENVOLVIMENTOS ENTRE TRANÇAS E TRAMAS: CAMINHOS ANTIRRACISTAS ENTRE PODER PSIQUIÁTRICO E EDUCAÇÃO (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Curso - Pré-Congresso
MC18 - (DES)ENVOLVIMENTOS ENTRE TRANÇAS E TRAMAS: CAMINHOS ANTIRRACISTAS ENTRE PODER PSIQUIÁTRICO E EDUCAÇÃO (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 100

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Profissionais da saúde, educação, serviço social, psicologia, psiquiatria, gestores públicos, estudantes de graduação e pós-graduação e demais interessados em práticas críticas, antirracistas e intersetoriais que abrangem a temática do minicurso.

Ementa:
Nosso minicurso propõe uma análise crítica das articulações entre racismo, poder psiquiátrico e educação, discutindo como o fenômeno da medicalização das infâncias pode operar na produção e perpetuação do racismo em territórios escolares. Problematizamos como o campo desenvolvimentista hegemônico sustenta práticas de normalização e controle de crianças, reproduzindo desigualdades raciais e sociais.

O referencial teórico inclui contribuições do campo da psicologia escolar crítica e perspectivas antidesenvolvimentistas interseccionais, que questionam a universalização das infâncias no enfrentamento dos efeitos culturais, éticos, políticos e epistemológicos do colonialismo. O pensamento fanoniano e o pensamento feminista negro compõem parte fundamental do referencial.

Objetivos:
• Analisar criticamente as relações entre racismo, poder psiquiátrico, desenvolvimentismo e medicalização das infâncias em contexto educacional.
• Promover diálogo intersetorial e interdisciplinar situado no enfrentamento da patologização das infâncias e no fortalecimento da educação antirracista.
• Contribuir para a construção de práticas institucionais comprometidas com justiça racial e pluralidade epistemológica.

A metodologia articula exposição dialogada do referencial teórico, análise crítica de materiais audiovisuais e outras linguagens, e discussão de situações vivenciadas pelos participantes em seus contextos profissionais e territoriais.

Consideramos que a relevância da proposta está em problematizar a medicalização das infâncias e suas relações com o racismo na intersetorialidade entre saúde mental e educação, contribuindo para o fortalecimento de direções éticas, estéticas, políticas e epistêmicas comprometidas com justiça racial, pluralidade epistemológica, valorização de saberes tradicionais e práticas territoriais na tessitura coletiva da categoria cuidado no contexto envolvido.

Professor(a): Ueslei Solaterrar da Silva Carneiro - Instituto De Medicina Social - UERJ (Brasil)
CCA - Térreo - Auditório Vitória Régia (100 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF02 - PERSPECTIVAS INTERCULTURAIS EM SAÚDE E SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO À SAÚDE E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MIGRANTES NO BRASIL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF02 - PERSPECTIVAS INTERCULTURAIS EM SAÚDE E SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO À SAÚDE E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MIGRANTES NO BRASIL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: fenami@fenami.org

Carga horária: 12 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O estabelecimento de políticas d mediação cultural em saúde e saúde mental é uma das principais demandas das populações migrantes no Brasil. Programas de oferta de mediadores culturais têm sido implementados em municípios, como Porto Alegre, estados, como Goiás, e a nível federal, com a exigência, pelo Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), da contratação de mediadores culturais pelas organizações credenciadas para receber nacionais afegãos no programa de patrocínio comunitário. Ainda assim, são poucos os espaços destinados ao deebate sobre o que é a mediação cultural, como ela deve ocorrer, como os mediadores devem ser contratados e capacitados, quais são as balizas éticas para a sua atuação, entre outras questões pungentes. Assim, essa oficina tem o objetivo de debater a mediação cultural, em especial em contextos de saúde. Serão três encontros: o primeiro será uma exposição sobre a abordagem antropológica ao conceito de cultura, e sua importância para as políticas públicas para migrantes; o segundo será destinado à apresentação dos programas e políticas de mediação cultural existentes no país. Por fim, o terceiro encontro será para a produção de um documento de recomendações destinado a subsidiar a elaboração da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas e de seu plano operativo.

Proponente e Coordenador(a): Alexandre Branco Pereira - Frente Nacional Pela Saúde De Migrantes (FENAMI) e Universidade de Brasília (UNB) (DF)
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 4 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF03 - LETRAMENTO DE GÊNERO E SEXUALIDADE PARA A PRODUÇÃO DE CUIDADO SENSÍVEL COM A POPULAÇÃO LGBTI+ (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF03 - LETRAMENTO DE GÊNERO E SEXUALIDADE PARA A PRODUÇÃO DE CUIDADO SENSÍVEL COM A POPULAÇÃO LGBTI+ (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: labinterseccionalidades@gmail.com

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina propõe abordar, de forma teórico-reflexiva e vivencial, conceitos fundamentais relacionados às temáticas de gênero e sexualidade, com o objetivo de qualificar práticas de cuidado sensíveis, éticas e equitativas voltadas à população LGBTI+ em diferentes contextos institucionais e sociais, tais como serviços de saúde, instituições educacionais e espaços comunitários.
A proposta fundamenta-se em referenciais teórico-metodológicos provenientes dos transfeminismos e dos estudos interseccionais latino-americanos, articulados à perspectiva pedagógica dialógica inspirada em Paulo Freire. Tal abordagem busca promover um espaço formativo horizontal, baseado no diálogo, na troca de experiências e na construção coletiva do conhecimento.
A metodologia será desenvolvida por meio de rodas de conversa e dinâmicas participativas, nas quais serão mobilizados como dispositivos analíticos conceitos como transgeneridade, cisgeneridade, cissexismo, heteronormatividade, “cistema”, interseccionalidade, corporalidades e processos de (des)patologização das identidades e experiências de gênero e sexualidade. Esses conceitos servirão como base para problematizar práticas institucionais e refletir sobre estratégias de cuidado afirmativo e inclusivo.
Espera-se, com isso, fomentar a produção de práticas profissionais comprometidas com a promoção da equidade, o enfrentamento das violências e das violações de direitos e o fortalecimento das existências e das cidadanias LGBTI+.
O público-alvo inclui profissionais atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS), profissionais da educação, pesquisadoras e pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação, bem como ativistas e integrantes de movimentos sociais interessados nas temáticas de gênero, sexualidade e direitos humanos.

Proponente e Coordenador(a): Laura Cecilia López - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (RS)
Coordenador(a): Marianna Agnes - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MS)
CCA - Térreo - Sala Castanheira (30 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF04 - JOVENS PESQUISADORES(AS) EM SOCIOLOGIA DA SAÚDE: FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE PESQUISA E ESTRATÉGIAS DE DISSEMINAÇÃO INTERNACIONAL (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF04 - JOVENS PESQUISADORES(AS) EM SOCIOLOGIA DA SAÚDE: FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE DE PESQUISA E ESTRATÉGIAS DE DISSEMINAÇÃO INTERNACIONAL (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: filice@unicamp.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina é organizada pelo Research Committee 15 – Sociology of Health da International Sociological Association e objetiva criar espaço intergeracional e internacional de diálogo estruturado, mentoria qualificada e construção coletiva de estratégias de fortalecimento acadêmico de doutorandos(as) e jovens doutores(as). Pesquisadores(as) emergentes enfrentam desafios: refinamento e posicionamento de seus projetos nos debates internacionais, articulando agendas locais e regionais às discussões globais da Sociologia da Saúde; e desenvolvimento de estratégias concretas de publicação, construção de redes colaborativas duradouras e visibilidade acadêmica para públicos transnacionais. A oficina tem formato interativo, com troca horizontal de experiências, reflexão crítica sobre trajetórias acadêmicas e identificação de caminhos para inserção internacional. Busca-se valorizar a diversidade epistêmica, promover a inclusão de pesquisadores(as) de diferentes regiões e reconhecer as assimetrias que marcam a circulação acadêmica global. A proposta contribui para ampliar a pluralidade de perspectivas na Sociologia da Saúde e fortalecer redes mais equitativas de produção e circulação do conhecimento. Como resultados esperados, destacam-se: compartilhamento de estratégias de internacionalização, mapeamento de oportunidades de colaboração e constituição de uma rede informal de mentoria entre participantes. Em um contexto marcado pela intensificação da circulação global de ideias e, simultaneamente, pela persistência de desigualdades estruturais na produção e difusão do conhecimento, torna-se fundamental fortalecer a capacidade de pesquisa e as estratégias de disseminação internacional, especialmente para pesquisadores(as) situados(as) em contextos historicamente sub-representados.
UEA - Prédio Administrativo - 4° andar - Mini auditório Telessaúde (25 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF06 - ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, TERRITÓRIOS E CRISE CLIMÁTICA: INTERCULTURALIDADE, VULNERABILIDADES E RESPOSTAS DO CUIDADO NO SÉCULO XXI (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF06 - ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, TERRITÓRIOS E CRISE CLIMÁTICA: INTERCULTURALIDADE, VULNERABILIDADES E RESPOSTAS DO CUIDADO NO SÉCULO XXI (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 300

INSCRIÇÃO entre em contato no email: ligiagiovanella@gmail.com

Carga horária: 12 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina proposta pela Rede de Pesquisa em Atenção Primária à Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva inscreve-se no campo das Ciências Sociais e Humanas em Saúde (CSHS) para promover um debate crítico e propositivo sobre os desafios contemporâneos da Atenção Primária à Saúde (APS) no Sistema Único de Saúde (SUS), em estreita articulação com a temática central do congresso: interculturalidade, ambiente e saúde. O ponto de partida reconhece a APS como espaço privilegiado de produção do cuidado, de mediação entre políticas públicas e vida cotidiana, e de enfrentamento das desigualdades sociais que marcam os territórios no Brasil. Em contextos de crises sanitária, climática, econômica e política, a APS é chamada a responder a demandas cada vez mais complexas, que atravessam dimensões ambientais, culturais, raciais, de gênero e geracionais. A oficina parte do pressuposto de que as mudanças climáticas afetam concretamente a vida das populações nos territórios, com impactos diferenciados sobre grupos vulnerabilizados, povos indígenas, comunidades quilombolas, populações ribeirinhas, periferias urbanas, mulheres, crianças e idosos. A resposta a esses desafios exige uma APS culturalmente sensível, territorialmente enraizada e ambientalmente consciente, capaz de articular saberes científicos e tradicionais, promover equidade e fortalecer a resiliência comunitária. A metodologia participativa combina mesas-redondas com especialistas e um ""Café Mundial"" com quatro estações temáticas: (Território, Interculturalidade e Produção do Cuidado na APS; Desigualdades Regionais, Socioeconômicas e Acesso à APS; Trabalho, Tecnologias e Racionalidades na APS
;Crise Climática, Vulnerabilidades e Respostas da APS). O público-alvo inclui pesquisadores(as), profissionais, gestores(as), movimentos sociais e estudantes.

Proponente e Coordenador(a): LIGIA GIOVANELLA - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) (RJ)
Biblioteca setorial SUL - Térreo - Auditório Hall (300 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF08 - CUIDAR, RECONHECER E REPARAR: CONSTRUINDO REFERENCIAIS PARA A ATUAÇÃO NAS REDES DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS BEBÊS (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Oficina - Pré-Congresso
OF08 - CUIDAR, RECONHECER E REPARAR: CONSTRUINDO REFERENCIAIS PARA A ATUAÇÃO NAS REDES DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS BEBÊS (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link:
https://www.even3.com.br/cuidar-reconhecer-e-reparar-construindo-referenciais-para-a-atuacao-nas-redes-de-protecao-as-mulheres-em-situacao-de-rua-e-seus-bebes-701717

Carga horária: 16 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
"Cuidar, reconhecer e reparar" é uma proposta de oficina que coloca na agenda de debate da saúde pública/coletiva as experiências de maternidades de mulheres (cis e trans) em situação de rua e seus bebês, sendo este um tema de grande relevância social e política, não somente pelas tensões entre garantias individuais versus ações do Estado, como também pela necessidade de provocar olhares sobre a defesa das minorias, não no sentido numérico, mas em uma escala de garantias de direitos. A oficina propõe um espaço de reflexão e construção coletiva de referenciais para a atuação intersetorial junto a mulheres (cis e trans) em situação de rua e seus bebês, considerando os desafios éticos, institucionais e políticos envolvidos no cuidado, na proteção e na garantia de direitos. Parte-se do reconhecimento de que práticas institucionais podem, em determinados contextos, produzir ou reproduzir violações, especialmente quando atravessadas por desigualdades sociais, estigmas e tensões entre proteção, controle e autonomia. A oficina será conduzida por meio de estratégias participativas (discussão de casos, debates teóricos, trocas de experiências, leitura de imagens, músicas, vídeos e depoimentos de mulheres que vivenciaram a maternidade no contexto da vida nas ruas) que estimulem o diálogo entre diferentes campos de atuação, isto é, tendo como público alvo profissionais, pesquisadores e estudantes das áreas da saúde, assistência social, sistema de justiça e direitos humanos que atuam ou têm interesse na temática da população em situação de rua, maternidade e proteção social.

Proponente e Coordenador(a): Gilney Costa - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca / Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 7 (40 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF09 - O TERRITÓRIO ALÉM DO MAPA: PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E FORMAÇÃO EM SAÚDE A PARTIR DO CUIDADO COM POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NA APS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF09 - O TERRITÓRIO ALÉM DO MAPA: PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E FORMAÇÃO EM SAÚDE A PARTIR DO CUIDADO COM POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA NA APS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.gle/D2m9dakuSpe4a9Q59

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Propomos uma oficina com trabalhadoras/es do SUS, estudantes, pesquisadoras/es e lideranças que reflete sobre a formação em saúde para atuar com a população em situação de rua (PSR) na Atenção Primária em Saúde (APS). Elaborada a partir das diferentes experiências profissionais das/os proponentes, incluindo equipes de Consultório na Rua e apoio Técnico da APS, bem como a atuação da assessoria Técnica de Saúde da PSR na Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde, além de instituições formadoras, como a UFF e UFPR. Através de diálogos interinstitucionais, transversalizamos os temas Cuidado no território, Formação e Gestão através das reuniões do projeto de extensão: Educação em saúde, cuidado e produção de informações com pessoas em situação de rua.
O objetivo é promover uma construção coletiva analisando a produção de saberes e práticas de cuidado construídas com a PSR discutindo seu reconhecimento e incorporação pelas instituições formadoras e pelos serviços de APS. Nossa pergunta norteadora é: Quais práticas de cuidado as/os trabalhadoras/es desconhecem? Esta pergunta se desdobra em três estações temáticas provocativas: formação, território e gestão.
Partimos da hipótese que a PSR cuida de si e de seus pares, e o cuidado com as pessoas na rua mobiliza saberes para além daqueles construídos na formação em saúde tradicional. Iniciaremos com mística inicial, acolhimento e reconhecimento dos participantes. Em seguida, apresentaremos itens provocativos segundo as estações temáticas: situações problema, mapas da RAPS, causos disparadores. Dividiremos os grupos por estação temática, e por fim, promoveremos um debate geral.

Proponente e Coordenador(a): Maicon - Ministério da Saúde (DF)
Coordenador(a): Ricardo Pena - Universidade Federal Fluminense (RJ)
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 1 (40 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF11 - AÇÕES AFIRMATIVAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA: INTERSECCIONALIDADES, EQUIDADE E CONSTRUÇÃO COLETIVA DE ESTRATÉGIAS PARA INCLUSÃO SOCIAL (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF11 - AÇÕES AFIRMATIVAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA: INTERSECCIONALIDADES, EQUIDADE E CONSTRUÇÃO COLETIVA DE ESTRATÉGIAS PARA INCLUSÃO SOCIAL (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: pesquisa.afirmativas@gmail.com

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina propõe um espaço participativo de reflexão crítica e construção coletiva de estratégias para o fortalecimento das ações afirmativas na pós-graduação em Saúde Coletiva, articulando interseccionalidade, interculturalidade e justiça social. Parte-se do reconhecimento das desigualdades estruturais que atravessam raça, território, classe social, gênero, identidade trans, deficiência e pertencimento étnico, impactando o acesso, a permanência e a produção científica nos programas de pós-graduação. Em diálogo com o tema do Congresso, especialmente no que se refere à interculturalidade, aos territórios e à democratização do conhecimento, a oficina problematiza como os espaços acadêmicos podem reproduzir ou enfrentar assimetrias históricas e institucionais. A metodologia será participativa e organizada em quatro momentos integrados: inicialmente, uma dinâmica de sensibilização com elementos ficcionais inspirados em escrevivências, apresentando narrativas que expressem experiências de exclusão, resistência e permanência na pós-graduação; em seguida, uma exposição dialogada fundamentada em estudos nacionais sobre políticas afirmativas e políticas de permanência; posteriormente, trabalho em grupos para identificação de barreiras institucionais e elaboração de estratégias de acesso e permanência; por fim, sistematização coletiva das proposições construídas. O público-alvo inclui docentes, discentes de pós-graduação, gestores acadêmicos, pesquisadores, profissionais do SUS e representantes de movimentos sociais interessados na construção de políticas acadêmicas mais inclusivas e territorialmente comprometidas.
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 2 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF12 - PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA FORÇA DE TRABALHO NA SAÚDE INDÍGENA (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Oficina - Pré-Congresso
OF12 - PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA FORÇA DE TRABALHO NA SAÚDE INDÍGENA (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: juliana.wahl@saude.gov.br

Carga horária: 16 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Esta oficina tem como objetivo discutir a concepção e aplicação de uma metodologia de Planejamento e Dimensionamento da Força de Trabalho para a Atenção Primária à Saúde no Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS), desenvolvida pelo Ministério da Saúde em parceria entre a Secretaria de Saúde Indígena e a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Elaborada e validada entre abril de 2024 e outubro de 2025, a metodologia busca responder aos desafios de organizar o trabalho em saúde em territórios marcados por grande diversidade sociocultural, barreiras geográficas e desigualdades históricas no acesso aos serviços.
A proposta parte da crítica a modelos tradicionais de dimensionamento baseados exclusivamente em parâmetros populacionais e incorpora dimensões socioterritoriais e organizacionais do cuidado, como necessidades e indicadores de saúde, classificação de estabelecimentos considerando vulnerabilidades territoriais, composição de equipes multiprofissionais e de cuidado ampliado, deslocamentos institucionais e organização do processo de trabalho. Ao articular planejamento da força de trabalho com gestão do cuidado e educação na saúde, a metodologia busca fortalecer a capacidade institucional do SasiSUS e apoiar processos decisórios orientados pela equidade e pela justiça sanitária.
A oficina combinará apresentação da experiência de construção da metodologia com debate coletivo sobre seus pressupostos, limites e possibilidades de uso em diferentes contextos do Sistema Único de Saúde. O público-alvo inclui pesquisadores, gestores, trabalhadores da saúde e estudantes interessados em saúde indígena, gestão do trabalho, território e desigualdades em saúde.

Coordenador(a): Jéssica de Souza Lopes - Universidade de Brasília (DF)
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 6 (30 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF18 - CARTOGRAFIAS DA MEMÓRIA: PRÁTICAS EDUCATIVAS EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E A CONSTRUÇÃO DE MEMORIAIS NOS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF18 - CARTOGRAFIAS DA MEMÓRIA: PRÁTICAS EDUCATIVAS EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E A CONSTRUÇÃO DE MEMORIAIS NOS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: yure.goncalves@ufpe.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina proporciona um espaço de conversa, fundamentado na Educação Popular em Saúde (EPS), onde podemos refletir coletivamente sobre os desafios ambientais e interculturais do século XXI. Ao entender os territórios urbanos, indígenas, quilombolas como espaços fundamentais para a geração de saúde, essa ação visa à recuperação de saberes ancestrais e de práticas de resistência às iniquidades, com um foco especial nas relações étnico-raciais e socioambientais.

Assim, de forma coletiva, pretende-se refletir sobre a prática educativa em saúde nos territórios através da criação, tanto narrativa quanto visual, de um Memorial Intercultural.

A metodologia proposta é baseada na dinâmica participativa da ""Árvore dos Saberes"". O processo será dividido em três etapas breves: 1) Enraizamento: reconhecimento de identidades, saberes ancestrais e territórios localizados na base da árvore; 2) Florescer: debate em grupos pequenos sobre como as práticas de EPS lidam com as crises climáticas e sociais atuais (folhas); 3) Colheita: reunião plenária para a criação de um painel que reunirá as propostas e expectativas para o SUS (frutos). A materialização da árvore será a conclusão de um ciclo que se transformará em um memorial tangível e, posteriormente, digitalizado.

Os(as) pesquisadores(as), estudantes e trabalhadores(as) do SUS, bem como as lideranças de movimentos sociais e integrantes das populações do campo, da floresta e das águas, que se interessam pela intersecção entre Educação Popular em Saúde, meio ambiente e saúde, estão entre os grupos que constituem o público-alvo.

Coordenador(a): José Carlos Silva - UFPB (PE)
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 3 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF19 - TECENDO REDES DE CUIDADO — METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DO CUIDADO INTERSETORIAL PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF19 - TECENDO REDES DE CUIDADO — METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS PARA A CONSTRUÇÃO DO CUIDADO INTERSETORIAL PARA O ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato copiando os dois emails: paula.bevilacqua@fiocruz.br e kate.lacerda@fiocruz.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Esta oficina justifica-se pela necessidade de superar a fragmentação das políticas públicas no enfrentamento das violências de gênero, oferecendo ferramentas que materializam a intersetorialidade no cotidiano dos serviços, propondo a tradução do debate teórico para metodologias aplicadas. A proposta alinha-se ao tema do congresso ao discutir o cuidado em conexão com os territórios, focando na potência das metodologias participativas para articular serviços de saúde, assistência social e justiça. Objetivos: Instrumentalizar participantes no uso de ferramentas do Pensamento Sistêmico e Diagnóstico Participativo (DRP) para o planejamento do atendimento intersetorial de mulheres em situação de violência; e debater o atendimento interseccional através de marcadores sociais da diferença (raça, geração, classe e território). Pretende-se apresentar, a partir de dinâmicas de grupo, técnicas que podem facilitar a atuação intersecional e intersetorial, abordando-se: Diagrama de Venn: técnica que permite para mapear instituições que atuam no atendimento de mulheres, interrelacionado poder, autonomia e proximidade entre instituições; Estudo de Caso e Figura Rica (Rich Picture): técnicas que permitem a discussão de casos complexos para visualizar o sistema de atendimento como um todo e identificar relações intersetoriais; e Mapeamento de Processos: técnica que permite identificar fluxos, gargalos e ineficiências no percurso institucional das mulheres. Espera-se que as pessoas participantes identifiquem gargalos operacionais e fluxos invisíveis que dificultam o acesso e o atendimento de mulheres nos serviços. Ao refletirem sobre caminho de superação, sob uma perspectiva interseccional, as pessoas poderão responder mais efetivamente à complexidade das vulnerabilidades sociais, fortalecendo a atuação em rede de forma orgânica e participativa.

Coordenador(a): Fernanda Mendes - Departamento de Estudos Sobre Violência e Saúde Jorge Careli (CLAVES) / Fundação Oswaldo Cruz; Departamento de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO) (RJ)
Coordenador(a): Kate Rocha - Instituto René Rachou - Fiocruz Minas (MG)
Psicologia - 1º andar - Sala 4 (50 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF28 - QUANDO O RIO É A ESTRADA: DESAFIOS TERRITORIAIS E INTERCULTURAIS PARA ORGANIZAR O RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E DA MAMA NO ALTO RIO NEGRO, AMAZONAS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF28 - QUANDO O RIO É A ESTRADA: DESAFIOS TERRITORIAIS E INTERCULTURAIS PARA ORGANIZAR O RASTREAMENTO DO CÂNCER DO COLO DO ÚTERO E DA MAMA NO ALTO RIO NEGRO, AMAZONAS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: talita.rosa@einstein.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O acesso ao rastreamento organizado do câncer permanece um grande desafio em áreas remotas da Amazônia, particularmente nos chamados “territórios líquidos”, onde os rios constituem o principal meio de transporte e o acesso aos serviços de saúde depende de deslocamentos fluviais ou aéreos. Esses desafios são ainda mais complexos devido à diversidade sociocultural e linguística, marcada pela presença significativa de povos indígenas e por distintas formas de organização da vida comunitária. Nesse contexto, as territorialidades do cuidado, as relações entre populações e serviços de saúde e as desigualdades no acesso influenciam diretamente as possibilidades de organização do rastreamento na atenção primária à saúde, que requer estratégias de implementação sensíveis ao contexto e orientadas pela equidade.

A oficina inclui dois painéis seguidos de uma oficina participativa.

O Painel 1 apresenta evidências qualitativas sobre acesso, cobertura e organização do rastreamento, baseadas em entrevistas e indicadores de rotina que examinam a oferta de serviços em contextos remotos da Amazônia.

O Painel 2 apresenta a estratégia DETECTA-APS como um caminho de implementação para traduzir diretrizes nacionais em práticas de atenção primária adaptáveis ao contexto.

A oficina envolve os participantes em uma atividade de cocriação, voltada a discussão situações-problema e construirão coletivamente estratégias para enfrentar barreiras territoriais e socioculturais ao rastreamento organizado em contextos remotos, fluviais e interculturais. Após esta oficina, participantes compreenderão como contextos socioculturais diversos e territórios amazônicos de acesso predominantemente fluvial influenciam o rastreamento organizado na APS, analisarão barreiras e facilitadores e cocriarão estratégias adaptáveis. Destina-se a gestores, profissionais da APS, pesquisadores e formuladores de políticas.

Proponente e Coordenador(a): Talita Rosa - Einstein Hospital Israelita/ Departamento: Centro de Estudos e Pesquisas em Políticas, Avaliação e Gestão em Saúde (SP)
Psicologia - 1º andar - Sala 9 (50 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF30 - FORMAÇÃO PARTICIPATIVA DE MULTIPLICADORES ANTI-IDADISTAS: ESTRATÉGIAS INTERGERACIONAIS PARA PROMOÇÃO DE DIREITOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF30 - FORMAÇÃO PARTICIPATIVA DE MULTIPLICADORES ANTI-IDADISTAS: ESTRATÉGIAS INTERGERACIONAIS PARA PROMOÇÃO DE DIREITOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://pt.surveymonkey.com/r/oficinaantiidadista

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A atividade propõe uma formação participativa para enfrentamento do idadismo e promoção dos direitos das pessoas idosas, baseada no princípio “nada sobre nós sem nós” e na valorização da intergeracionalidade.
O objetivo é formar multiplicadores capazes de sensibilizar seus territórios para o enfrentamento do preconceito etário e a defesa de direitos.
A metodologia adota abordagens participativas inspiradas na educação popular. A oficina será organizada em quatro momentos: (1) dinâmica inicial de sensibilização sobre situações cotidianas de idadismo; (2) discussão, em grupos intergeracionais, de casos práticos envolvendo barreiras de acesso a direitos; (3) sistematização coletiva e construção dialogada de conceitos-chave; e (4) elaboração orientada, em pequenos grupos, de propostas concretas de ação multiplicadora, a partir de perguntas-guia sobre problema prioritário, estratégia de sensibilização, público envolvido e espaço de realização.
O público-alvo inclui pessoas idosas, estudantes, profissionais da saúde e assistência social, pesquisadores, lideranças comunitárias e integrantes de movimentos sociais, com estímulo à participação intergeracional.
Como produto, será construído um plano coletivo de ações multiplicadoras anti-idadistas para implementação em territórios e instituições.

Coordenador(a): Neilton - Fiocruz-Brasília (DF)
Psicologia - 1º andar - Sala 7 (50 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF35 - LITERATURAS E ECOLOGIA HUMANA: POESIA BRASILEIRA PARA A FORMAÇÃO ECOCRÍTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF35 - LITERATURAS E ECOLOGIA HUMANA: POESIA BRASILEIRA PARA A FORMAÇÃO ECOCRÍTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: gabrielle.teixeira@fiocruz.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Esta oficina propõe um espaço de reflexão e experimentação crítica sobre as relações entre ambiente, saúde e cultura a partir do diálogo entre ecologia humana, literatura brasileira e formação ética de trabalhadores da saúde. Diante da intensificação de desastres ambientais e das mudanças climáticas no contexto do Antropoceno — que impactam de forma desigual diferentes populações e territórios — torna-se urgente ampliar as ferramentas de análise e sensibilização no campo da saúde coletiva.

Partindo da poesia de Thiago de Mello, Mário de Andrade e Márcia Kambeba, a oficina explorará como a literatura brasileira pode contribuir para a construção de uma consciência ecológica, social e decolonial entre profissionais e estudantes da saúde. A proposta articula leitura, escuta e interpretação de poemas com debates sobre território, modos de vida, ancestralidade e justiça socioambiental, destacando especialmente os saberes produzidos na Amazônia e por povos tradicionais.

Ao aproximar arte, ciência e experiência social, a atividade busca estimular uma ecocrítica sensível às desigualdades, capaz de reconhecer o papel da cultura na produção de sentidos sobre saúde, natureza e cuidado. A oficina também pretende discutir como narrativas literárias podem funcionar como ferramentas pedagógicas e políticas na formação em saúde, contribuindo para práticas mais contextualizadas, interculturais e comprometidas com a defesa da vida.

Como resultado, espera-se fomentar entre os participantes uma nova consciência crítica e ecológica sobre os desafios contemporâneos da saúde coletiva, fortalecendo o diálogo entre conhecimento científico, produção cultural e saberes territoriais.

Proponente e Coordenador(a): Gabrielle Paulanti - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - Fiocruz (RJ)
UEA - 1º andar - SALA PPGSC01 (25 pax)
08:30 - 17:00 Fórum - Pré-Congresso
FR03 - FÓRUM DE COORDENADORES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Fórum - Pré-Congresso
FR03 - FÓRUM DE COORDENADORES DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: arodrigues.junior@uece.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O Fórum de Coordenadores de Pós-Graduação em Saúde Coletiva, instituído em 2007 pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO), tem como objetivo promover a reflexão e compartilhamento de experiências e demandas relativas à formação de profissionais da área de saúde. Tornou-se ao longo do tempo um espaço de discussões acerca do ecossistema da ciência, tecnologia, educação e saúde no Brasil, assim como um lócus de resistência do campo para proteção e promoção do ensino em saúde e defesa do Sistema Único de Saúde. Ele é realizado em duas edições anuais e busca-se agregá-lo aos mais importantes congressos do campo da Saúde Coletiva, visto que é voltado para os coordenadores dos 100 Programas de Pós-graduação acadêmicos e profissionais da área. Salienta-se que no 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde será um espaço utilizado para o desenvolvimento do Planejamento estratégico do Fórum, em construção desde 2025, além de discussões acerca da Avaliação Quadrienal da Pós-graduação brasileira, implementada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Nesse âmbito, o foco principal será a ficha de avaliação e os desafios da gestão da pós-graduação para a qualificação contínua da formação na área nos quesitos: Programa; Formação e Produção Intelectual; Impacto (local, regional, nacional e internacional).
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - Auditório da ESA (50 pax)
08:30 - 11:50 Fórum - Pré-Congresso
FR07 - EPISTEMOLOGIAS DO CUIDADO: UM OLHAR AFROLATINOAMERICANO (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Fórum - Pré-Congresso
FR07 - EPISTEMOLOGIAS DO CUIDADO: UM OLHAR AFROLATINOAMERICANO (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UEA

Vagas: 50

INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O fórum “Epistemologias do cuidado: um olhar afrolatinoamericano” propõe uma reflexão crítica sobre os modos de produzir conhecimento e tecer cuidados a partir de outras matrizes, como a do pensamento negro latino-americano, tensionando as bases eurocêntricas que historicamente estruturam a ciência e as perspectivas de produção do cuidado.
O encontro se articula em três eixos. O primeiro traz brevemente uma crítica às epistemologias eurocêntricas e a valorização de saberes situados, corporificados e ancestrais. No segundo, questiona-se os significados de cuidado, procurando ampliar compreensões como prática política, relacional e comunitária, que ultrapassam a dimensão técnica e biomédica. Por fim, serão apresentadas experiências da Comunidade Renascer, assentamento liderado por mulheres negras no interior de São Paulo, evidenciando formas coletivas de organização, resistência, produção de saúde e modos de estar no mundo.
O objetivo é ampliar o debate sobre cuidado na saúde coletiva, reconhecendo epistemologias negras latino-americanas como centrais para a construção de práticas legítimas e emancipatórias.
Identificando na diáspora uma experiência histórica comum, nossa discussão trará referências do pensamento latino americano a partir de campos diversos como Lélia Gonzales, Beatriz Nascimento, Leda Maria Martins, Antônio Bispo dos Santos, Milton Santos, Édouard Glissant.
Público: Destina-se a estudantes, pesquisadores, profissionais da saúde e das ciências sociais, bem como integrantes de movimentos sociais interessados em perspectivas decoloniais do cuidado.
Dinâmica dos encontros: Na primeira hora, haverá breve exposição teórica a partir dos eixos descritos. A segunda parte será um momento interativo, mediado pelos coordenadores do fórum, para construção conjunta de diálogos e novas compreensões.

Proponente e Coordenador(a): Vitor Rafael Gomes - UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas (SP)
UEA - 1º andar - 1.1 ADM (50 pax)
08:30 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R05 - REUNIÃO INDÍGENAS PESQUISADORES NA SAÚDE COLETIVA (SOMENTE CONVIDADOS) (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Reunião - Pré-Congresso
R05 - REUNIÃO INDÍGENAS PESQUISADORES NA SAÚDE COLETIVA (SOMENTE CONVIDADOS) (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 100 - SOMENTE CONVIDADOS

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A reunião “Indígenas Pesquisadores na Saúde Coletiva” tem como objetivo promover um espaço de diálogo, intercâmbio e articulação entre pesquisadoras e pesquisadores indígenas que atuam no campo da saúde coletiva, contribuindo para o fortalecimento da participação indígena na produção científica, na formação acadêmica e na construção de agendas de pesquisa voltadas à saúde indígena.

A atividade busca compartilhar experiências de pesquisa, trajetórias acadêmicas e iniciativas desenvolvidas por pesquisadores indígenas em diferentes instituições de ensino e pesquisa. Pretende ainda identificar desafios e possibilidades para ampliar o acesso, a permanência e a atuação de estudantes e pesquisadores indígenas na pós-graduação e em projetos de pesquisa na área da saúde coletiva.

A realização da reunião se justifica pela ampliação da presença indígena nas universidades e pela necessidade de fortalecer espaços institucionais de diálogo que contribuam para a consolidação de redes de colaboração, o reconhecimento da diversidade de saberes e o desenvolvimento de pesquisas comprometidas com as realidades socioculturais dos povos indígenas.

O público-alvo é da atividade são pesquisadoras e pesquisadores indígenas, estudantes indígenas de graduação e pós-graduação e profissionais indígenas que atuam no campo da saúde indígena e da saúde coletiva. A atividade será realizada em formato de encontro fechado, destinado exclusivamente a pesquisadores indígenas previamente convidados, com o objetivo de favorecer um espaço qualificado de diálogo, troca de experiências e articulação entre pares que compartilham trajetórias acadêmicas e compromissos com a produção de conhecimentos voltados às realidades e prioridades dos povos indígenas.

Proponente e Coordenador(a): Inara Nascimento - Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena - UFRR (RR)
Psicologia - Térreo - Auditório Katia Lenz (120 pax)
08:30 - 11:50 Reunião - Pré-Congresso
R11 - REUNIÃO ESTRATÉGICA DA ÁREA DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE NA AMAZÔNIA LEGAL: ARTICULAÇÃO DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E CENTROS DE PESQUISA PARA CONSTRUÇÃO DE AGENDA REGIONAL (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Reunião - Pré-Congresso
R11 - REUNIÃO ESTRATÉGICA DA ÁREA DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE NA AMAZÔNIA LEGAL: ARTICULAÇÃO DE PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO E CENTROS DE PESQUISA PARA CONSTRUÇÃO DE AGENDA REGIONAL (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: tobiasrodrigo@gmail.com

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A região da Amazônia Legal apresenta desafios estruturais singulares para a organização do Sistema Único de Saúde (SUS), relacionados às desigualdades territoriais, às condições de acesso aos serviços de saúde, à diversidade sociocultural e às transformações ambientais e climáticas que impactam diretamente os processos de saúde e doença. Nesse contexto, o campo da Saúde Coletiva, especialmente a área de Política, Planejamento e Gestão em Saúde (PPGS), tem papel estratégico na produção de conhecimento, na formação de quadros qualificados e na incidência sobre políticas públicas voltadas à garantia do direito à saúde.
Esta reunião tem como objetivo reunir representantes de programas de pós-graduação, centros de pesquisa e grupos acadêmicos da área de Saúde Coletiva da Amazônia Legal, com foco nas linhas de pesquisa vinculadas à área de Política, Planejamento e Gestão em Saúde (PPGS), visando fortalecer a articulação regional e contribuir para a construção de uma agenda estratégica de desenvolvimento científico e institucional da área na região.
A iniciativa surge a partir da mobilização de instituições sediadas no Amazonas; Instituto Leônidas e Maria Deane / Fiocruz Amazônia (ILMD/Fiocruz Amazônia), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Universidade Federal do Amazonas (UFAM); em diálogo com o processo de construção do Plano Diretor da área de Política, Planejamento e Gestão em Saúde da Abrasco.
A atividade pretende promover um espaço de diálogo entre pesquisadores e instituições da região, favorecendo a identificação de desafios comuns, a construção de estratégias de cooperação acadêmica e científica e o fortalecimento da presença da Amazônia Legal nas agendas nacionais da Saúde Coletiva.
O público-alvo inclui docentes, pesquisadores, discentes de pós-graduação e gestores acadêmicos vinculados a programas de pós-graduação e centros de pesquisa da área de Saúde Coletiva.

Coordenador(a): Lucas Cabral - ILMD FIOCRUZ AM (AM)
Coordenador(a): Alessandra Salino - Universidade do Estado do Amazonas (UEA) (AM)
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 5 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF44 - DESLOCAMENTOS FORÇADOS, FRONTEIRAS E RURALIDADES: PERSPECTIVAS FEMINISTAS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF44 - DESLOCAMENTOS FORÇADOS, FRONTEIRAS E RURALIDADES: PERSPECTIVAS FEMINISTAS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: luciane.stochero@gmail.com

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina propõe analisar os deslocamentos forçados de mulheres e suas famílias, levando em consideração os contextos rurais e de fronteiras a partir de uma abordagem feminista, decolonial e interseccional, compreendendo as violências como fenômenos plurais, estruturais e interrelacionadas. Parte-se do pressuposto de que as violências não ocorrem de forma isolada, mas se sustentam em uma matriz patriarcal, misógina, capitalista, racista e colonial.
A proposta, através da metodologia da cartografia, busca conectar os deslocamentos geográficos, sociais e afetivos, considerando questões de gênero, econômicas, territoriais, ambientais e institucionais que estruturam os conflitos e os deslocamentos forçados. Serão problematizados os impactos dos desastres socioambientais e do modelo de desenvolvimento colonial-predatório, como os grandes empreendimentos, que intensificam deslocamentos internos e internacionais, afetando de modo desproporcional mulheres e meninas, especialmente aquelas atravessadas por múltiplas opressões de raça, classe, sexualidade e nacionalidade.
A oficina também abordará o papel dos coletivos feministas e da auto-organização como estratégias de resistências, autonomia econômica e fortalecimento político nos territórios. Ao articular teoria crítica e experiências situadas, pretende-se fomentar a reflexão sobre práticas de cuidado, redes de solidariedade e construção de alternativas que garantam direitos sociais, reconhecimento e uma vida livre de todas as formas de violências para as mulheres.
A metodologia adotada é baseada na dialogicidade e na construção coletiva de reflexões em torno do tema proposto, assim como na elaboração de mapas cartográficos desenvolvidos coletivamente pelo grupo, utilizando materiais de pinturas e colagens. O produto será disponibilizado nas mídias sociais, desde que haja autorização das participantes.
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 5 (40 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC21 - BRANQUITUDE: UMA CHAVE ANALÍTICA PARA A SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC21 - BRANQUITUDE: UMA CHAVE ANALÍTICA PARA A SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 80

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público Alvo:
Estudantes, profissionais, gestores, professores e militantes da área de saude coletiva

Ementa:
Vivemos um momento de franca ascenção da questão racial no debate público e na academia. Esse fenômeno tem expressões na saúde, diversificando ou subvertendo a produção intelectual no campo. Sob o paradigma das relações raciais e a partir da apropriação dos conceitos de racismo estrutural, pacto de branquitude e contrato racial, este minicurso se propõe a analisar os modos como e mecanismos a partir dos quais se constroem as desigualdades em saúde, seja ela tomada como conjunto corporificado das condições de existência de pessoas e populações ou como arranjo político e organizacional para atender às necessidades em saúde de diversos grupos. Embora os efeitos da discriminação sejam evidentes, explicitados por desigualdades abissais, estas, constantemente denunciadas por estudos científicos, estatísticas de Estado e movimentos negros organizados, os mecanismos que o regem são pouco discutidos na literatura da área e frequentemente obliterados. Este minicurso tem como objetivo elucidar os modos como operam: sob uma lógica dialética e negativa. Essa elipse sob a qual a discriminação opera, própria da branquitude, é sustentada pelas instituições sob regras, normas e outras formas institucionais burocratizadas, nas quais encontram meios de se perpetuar sem revelar-se como exclusão racial. Suplantando a ênfase na discriminação interpessoal e o conceito de racismo institucional como abordagem hegemônica para análise das questões raciais na saúde, o minicurso apresenta uma proposta analítica da perspectiva da branquitude, como forma de dar visibilidade à dominação, que é observada no engendramento entre os planos individual, institucional e político e estrutural.

Proponente e Coordenador(a): Mônica - FSP - USP (SP)
Professor(a): Mônica - FSP - USP (SP)
Psicologia - 2º andar - Auditório da Pós Graduação (80 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF48 - AVALIAÇÃO EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E TERRITÓRIOS: PARA ONDE DEVE CAMINHAR A AGENDA CRÍTICA DO CAMPO? (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF48 - AVALIAÇÃO EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E TERRITÓRIOS: PARA ONDE DEVE CAMINHAR A AGENDA CRÍTICA DO CAMPO? (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: gtavaliacaoabrasco1@gmail.com

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Avaliar é produzir valor, e valor é sempre cultural, político e territorialmente situado. A avaliação em Saúde se insere em disputas de valor nos territórios amazônicos. A oficina questionará: como produzir uma Avaliação em Saúde que não colonize territórios, mas que emerja deles? Os temas do 10º CSHS dialogam diretamente com esse desafio. Interculturalidade desloca o GT de Avaliação para pensar abordagens culturalmente sensíveis e epistemologicamente plurais. Ambiente suscita avaliações integradas saúde-ambiente-território. Território convoca avaliações territorializadas e participativas. A desconstrução do hegemônico aponta para uma avaliação emancipatória e, por fim, a Amazônia, como potência, incita a construção de práticas avaliativas situadas, amazônicas e decoloniais. O objetivo da oficina é problematizar fundamentos epistemológicos e políticos da Avaliação em Saúde nas Ciências Sociais e Humanas, discutindo limites e possibilidades de abordagens de avaliação culturalmente sensíveis e territorializadas. Para atingir esse objetivo, temos as seguintes questões orientadoras: quais epistemologias precisam ser reconhecidas nos processos avaliativos? E, em última instância, quem define o que vale? Metodologia: será adotado o formato de Café Mundial, por favorecer circulação de ideias e produção coletiva de agendas. Inicialmente, com questões gatilho, como: Quem define os critérios de sucesso de uma política? É possível avaliar a interculturalidade? A avaliação pode reforçar desigualdades epistêmicas? Seguindo para rodas de conversa em formato rotativo, organizadas a partir de eixos estruturantes. As quatro mesas temáticas serão: 1 Interculturalidade e Avaliação; 2 Ambiente, Desenvolvimento e Avaliação; 3 Territórios e Amazônia; 4 Inovação, SUS e Contra hegemonia. Público: pesquisadores, sanitaristas, integrantes de movimentos sociais, acadêmicos de graduação.

Coordenador(a): Josué Gleriano - UNEMAT (MT)
Coordenador(a): Ana Meira - FCMSCSP (SP)
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 6 (40 pax)
08:30 - 17:00 Fórum - Pré-Congresso
FR09 - REDES DE FORMAÇÃO EM SAÚDE DIGITAL NO SUS: ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, SERVIÇO E COMUNIDADE (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Fórum - Pré-Congresso
FR09 - REDES DE FORMAÇÃO EM SAÚDE DIGITAL NO SUS: ARTICULAÇÃO ENTRE ENSINO, SERVIÇO E COMUNIDADE (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: camilahuanca1@gmail.com

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Este fórum pretende reunir representantes de instituições de ensino, serviços de saúde, redes de pesquisa e movimentos sociais para debater estratégias de formação em saúde digital no SUS. A atividade busca refletir sobre a construção de redes interinstitucionais de aprendizagem capazes de integrar ensino, serviço, pesquisa e participação social. Serão discutidos desafios relacionados à formação interprofissional, à cooperação entre universidades e serviços de saúde, à produção de conhecimento em rede e à inclusão de diferentes saberes e experiências territoriais na construção de políticas públicas. A metodologia será baseada em diálogo aberto entre os participantes, com breves apresentações iniciais seguidas de debate coletivo. O fórum pretende fortalecer a articulação entre iniciativas de formação e pesquisa no campo da saúde digital, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias colaborativas que ampliem a capacidade institucional do SUS para enfrentar os desafios contemporâneos.
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 2 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF47 - TERRITÓRIOS REAIS, CORPOS DIVERSOS: DESVENDANDO A PREP, PROTOCOLOS E USUÁRIOS EM SOLO SUL-AMERICANO (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF47 - TERRITÓRIOS REAIS, CORPOS DIVERSOS: DESVENDANDO A PREP, PROTOCOLOS E USUÁRIOS EM SOLO SUL-AMERICANO (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: marianna.agnes.cg@gmail.com

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa
Descrição:
A oficina propõe uma análise crítica sobre a implementação da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) no contexto sul-americano, sob a lente da interculturalidade. Diante dos desafios do século XXI, o encontro aborda como determinantes ambientais, sociais e culturais moldam o acesso e a adesão às tecnologias de prevenção. Serão examinados os diferentes protocolos nacionais e o perfil epidemiológico dos usuários, confrontando as diretrizes institucionais com as realidades vividas por populações vulnerabilizadas em seus territórios.
Objetivo:
Capacitar os participantes para compreender a diversidade dos cenários da PrEP na América do Sul, identificando barreiras de acesso e potencialidades dos protocolos vigentes. Busca-se fomentar uma visão integrada que articule saúde pública, respeito às subjetividades e justiça social no manejo da prevenção combinada.
Metodologia:
A oficina será conduzida de forma participativa, utilizando:
Exposição dialogada sobre dados comparativos entre países da região;
Estudo de casos reais que ilustrem os desafios da interculturalidade no atendimento;
Roda de conversa para troca de saberes e construção de estratégias de acolhimento inclusivo.
Público-alvo:
Profissionais e estudantes de saúde, gestores de políticas públicas, ativistas de movimentos sociais e pesquisadores interessados em saúde coletiva e direitos humanos.

Proponente e Coordenador(a): Marianna Agnes - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MS)
Coordenador(a): Guilherme Passamani - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (MS)
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 3 (40 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF50 - II ENCONTRO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA: INTERCULTURALIDADE, AMBIENTE E SAÚDE: OS DESAFIOS DO SÉCULO XXI PARA UMA VIDA EM CONEXÃO COM OS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF50 - II ENCONTRO DE SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA: INTERCULTURALIDADE, AMBIENTE E SAÚDE: OS DESAFIOS DO SÉCULO XXI PARA UMA VIDA EM CONEXÃO COM OS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 100

INSCRIÇÃO: preencha o formulário no link: https://forms.gle/MGzHv63cxncPK5KMA

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra deve garantir o direito à saúde, considerando o racismo como determinação social da saúde pública. Os eventos climáticos associam-se às condições de vida, e saúde plena da população em geral, mas também são pautados pelas desigualdades. Dessa forma, faz-se urgente a conexão entre políticas diversas, entre elas, as relacionadas ao clima, a saúde e o racismo sistêmico. Para tal, é preciso políticas, ações e programas conectados aos dados oficiais, às evidências científicas e sobretudo à voz da sociedade, com plena articulação entre os diversos movimentos sociais, à comunidade acadêmica, gestores e profissionais de saúde. A mesa redonda que se propõe aqui, a partir da atual conjuntura brasileira, busca diálogo entre movimentos sociais, intelectuais, gestores e profissionais de saúde, com vistas ao como a promoção da equidade atravessa a “interculturalidade, o ambiente e a saúde, em meio aos desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios e o impacto das políticas públicas contra o racismo na realidade das pessoas. Questiona-se, portanto, como a política beneficia os principais interessados, uma vez que os indicadores demonstram a ineficiência das ações, per si consideradas insustentáveis diante do funcionamento da máquina em resposta ao racismo, particularmente no campo da saúde pública e sua interface com a promoção dos direitos humanos no Brasil.
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - AUD. II ADM (200 pax)
08:30 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF49 - LITERACIA EM SAÚDE, EDUCAÇÃO MIDIÁTICA E EDUCAÇÃO EM INFORMAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA CONFIANÇA NA CIÊNCIA E ENFRENTAMENTO AO NEGACIONISMO CIENTÍFICO (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF49 - LITERACIA EM SAÚDE, EDUCAÇÃO MIDIÁTICA E EDUCAÇÃO EM INFORMAÇÃO PARA PROMOÇÃO DA CONFIANÇA NA CIÊNCIA E ENFRENTAMENTO AO NEGACIONISMO CIENTÍFICO (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: marianna.zattar@fiocruz.br

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
No âmbito da desordem informacional e da produção, compartilhamento e uso de informações falsas, desinformações e discursos de ódio emerge a preocupação com a chamada integridade da informação, que as Nações Unidas (2023) têm relacionado à confiabilidade, ao equilíbrio e à completude das informações às quais os cidadãos têm acesso. O aumento de possibilidades de interações pode ser visto como algo benéfico na medida em que as dinâmicas de comunicação e informação não estão situadas nos limites geográficos e linguísticos.
Por outro lado, a capilaridade deste “território sem limites” é constituída pela afinidade em bolhas de comunicação e informação construídas por vieses de confirmação que engajam e tornam públicas manifestações que ecoam opiniões sem compromisso com a verdade, promovendo a perda da realidade compartilhada (Ressa, 2022) e, com isso, a empatia. E é neste contexto que a desinformação científica, o negacionismo científico e o discurso anticiência são utilizados como estratégias de disputas narrativas sobre a ciência e a produção do conhecimento científico. Nesse sentido, reconhece-se a literacia em saúde - health literacy (Organização Mundial da Saude) como possibilidade, a partir da educação em informação e a educação midiática - media and information literacy (UNESCO),
como possibilidades de enfrentamento à desordem informacional por meio de um curso sobre desinformação, informação falsa, discurso de ódio na construção da esfera pública digital (Jurgen Habermas) na construção da opinião pública sobre autoridades epistemicas no campo da saúde. Tem-se como objetivo a promoção do pensamento crítico e ético sobre as práticas informacionais. Sendo, serão realizadas exposições sobre a temática, seguidas de uma roda de conversa e atividades práticas sobre avaliação de fontes de informação.
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 1 (40 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF51 - ESTRATÉGIAS PARA AMPLIAR AÇÕES DE SAÚDE NAS FAVELAS, COMUNIDADES URBANAS E TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF51 - ESTRATÉGIAS PARA AMPLIAR AÇÕES DE SAÚDE NAS FAVELAS, COMUNIDADES URBANAS E TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: enfrentamentocovid19favelasrj@fiocruz.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Injustiça climática e racismo ambiental ampliam os processos de vulnerabilização dos grupos populacionais que vivem em favelas, comunidades urbanas e periferias. A promoção de territórios saudáveis e sustentáveis opera como prática de resistência e solidariedade com base na participação social de Organizações da Sociedade Civil (OSC), de base territorial, as quais apontam para inequidades no campo da saúde e como o racismo ambiental impacta seus territórios e seus corpos de forma severa. A construção de estratégias que incorporem favelas, comunidades urbanas e a periferia no centro do debate sobre justiça climática, acesso a direitos e saúde é mecanismo para a ampliação da democracia. O Plano Integrado de Saúde nas Favelas do Rio de Janeiro foca na ampliação da participação social em saúde. A partir de demandas específicas, as OSC, de base territorial, desenvolvem tecnologias sociais que buscam o enfrentamento às desigualdades, produzindo ciência em seus territórios. Diante do investimento de recurso financeiro público, pode-se observar práticas de promoção. A oficina, em parceria entre o Plano Integrado de Saúde nas Favelas RJ da Fiocruz e Laboratório de Direito à Cidade e Territórios da UFRJ, buscará promover um debate acerca da construção de políticas públicas em saúde a partir dos conhecimentos desenvolvidos em territórios de favela e nas comunidades urbanas do Brasil, com foco no levantamento de estratégias difusas e replicáveis em territórios diversos, marcados por processos históricos e estruturantes de vulnerabilização e práticas instituintes de solidariedade e pluralidade de vida.

Proponente e Coordenador(a): Richarlls Martins - Fiocruz/UFRJ (RJ)
FEFF - Sala de aula a definir (40 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF57 - ELABORAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PARA REDUÇÃO DE INIQUIDADES (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF57 - ELABORAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE PARA REDUÇÃO DE INIQUIDADES (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: proadess@icict.fiocruz.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Essa oficina tem como objetivos explorar e debater possibilidades e limitações na construção de indicadores para avaliação do desempenho da Atenção Primária à Saúde. Destaca especialmente a determinação e os determinantes da saúde, no intuito de apoiar a redução das inequidades em escalas locais e regionais e nos mais diversos territórios. Parte-se do constructo teórico e metodológico do Projeto de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde (PROADESS - www.proadess.icict.fiocruz.br) como fio condutor para a realização da oficina. O Proadess, desde 2003, apresenta uma proposta de avaliação pautada pela concepção legal do SUS, seus objetivos e prioridades, a partir da construção de uma matriz de dimensões e subdimensões que considera o contexto político, social, econômico e a conformação do sistema de saúde. Essa matriz é composta por quatro grandes dimensões (determinantes da saúde, condições de saúde da população, sistema de saúde e desempenho dos serviços de saúde) e suas respectivas subdimensões, tendo a equidade como um eixo transversal às dimensões avaliativas. Seu uso no planejamento e gestão das políticas públicas em saúde pode contribuir para um aperfeiçoamento da avaliação em saúde e na redução de desigualdades e iniquidades. Assim, pretende reunir profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), além de estudiosos de questões relacionadas à APS, que possam contribuir à reflexão sobre possibilidades e limitações da avaliação do desempenho deste nível de atenção para além da gestão local e das equipes, no intuito de abordá-la em nível municipal, regional, estadual e nacional.

Proponente e Coordenador(a): Carolina Carvalho - ICICT/FIOCRUZ (RJ)
Psicologia - 1º andar - Sala 2 (50 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF58 - GESTÃO DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO: DIÁLOGOS INTERSETORIAIS, DESAFIOS E POSSIBILIDADES NAS RELAÇÕES DAS IDENTIDADES COM O SUS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF58 - GESTÃO DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO: DIÁLOGOS INTERSETORIAIS, DESAFIOS E POSSIBILIDADES NAS RELAÇÕES DAS IDENTIDADES COM O SUS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UEA

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: lappisintegralidadeesaude@gmail.com

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A Oficina de Gestão da Integralidade do Cuidado propõe-se a discutir questões concernentes aos saberes e práticas no cotidiano dos atores no território, principalmente na elaboração de respostas para atender as demandas, com base nas múltiplas identidades. Entendemos que a efetivação do direito à saúde, como direito humano ao cuidado, requer o diálogo intersetorial na gestão da integralidade do cuidado no sentido de compreender essas relações como fruto de construções coletivas e democráticas entre diferentes setores do Estado e da Sociedade. No contexto de neoliberalismo progressista, promover uma análise crítica sobre as práticas e saberes dos sujeitos em suas dimensões ético-político-educativas, que observe as questões de gênero, raça, idade e classe, envolvendo usuários, gestores e profissionais, em especial no território amazônico, pode gestar articulações para superação da fragmentação e assegurar a integralidade e continuidade da atenção à saúde. Diante do tema central do congresso “Interculturalidade, ambiente e saúde: os desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios”, esta proposta se alinha ao compromisso com os direitos humanos e o enfrentamento das desigualdades estruturais que impactam a saúde de grupos específicos e historicamente vulnerabilizados. A metodologia será participativa, envolvendo rodas de conversa, atividades em grupo e análise de situações-problema, buscando articular políticas setoriais no atendimento das demandas, nas quais as identidades lutam por direitos. Compreende-se que a oficina será um momento potente de construção e produção de novos saberes e práticas transformadoras, de natureza inclusiva, com novos padrões de institucionalidades e valores humanistas
UEA - Prédio ANEXO - 4º andar - Mini auditório (MBT) (50 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF60 - CONSTRUINDO UM PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP) PARA PESQUISAS COM PRONTUÁRIOS CLÍNICOS SOBRE RACISMO E SAÚDE MENTAL EM SERVIÇOS DE SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF60 - CONSTRUINDO UM PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO (POP) PARA PESQUISAS COM PRONTUÁRIOS CLÍNICOS SOBRE RACISMO E SAÚDE MENTAL EM SERVIÇOS DE SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: orismurb@ufba.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Pesquisas em serviços de saúde frequentemente enfrentam desafios relacionados ao acesso e manejo de dados, sobretudo, quando se trata de dados sensíveis, como os prontuários clínicos. O trabalho de campo nos serviços pode produzir tensões, além de suscitar dúvidas sobre sigilo, uso das informações e organização da produção de dados. Nas Ciências Sociais em Saúde isso é ainda mais evidente, visto que se reconhece o caráter situado da produção do conhecimento e a implicação dos pesquisadores em seus objetos de estudo, de modo que a investigação envolve negociações, estranhamentos e disputas em torno dos sentidos e usos das informações no cotidiano dos serviços. Portanto, a elaboração de dispositivos organizadores das rotinas de pesquisa é um meio para assegurar rigor metodológico, transparência e diálogo com os serviços. Esta oficina apresenta e discute a construção de um procedimento operacional em uma pesquisa sobre racismo e saúde mental em um serviço universitário de saúde. A oficina objetiva refletir sobre o uso de ferramentas metodológicas em pesquisas com dados sensíveis no campo das ciência sociais em saúde. A atividade incluirá discussão coletiva sobre a organização de rotinas de pesquisa, pactuação institucional e possibilidades de adaptação de instrumentos metodológicos a contextos diversos. Com base nessa discussão, será elaborado um documento com recomendações para elaboração e implementação de procedimentos operacionais em pesquisas, com foco naquelas que utilizam prontuários clínicos. A oficina está voltada para todas as pessoas interessadas em metodologias de pesquisa em serviços de saúde, produção de dados em saúde mental e iniquidades em saúde.

Proponente e Coordenador(a): Elaine Cristina da Luz dos Santos - UFBA , ISC (BA)
Coordenador(a): Diogo Sousa - Instituto de Saúde Coletiva / Universidade Federal da Bahia (BA)
UEA - 1º andar - SALA PPGSC02 (25 pax)
08:30 - 11:50 Oficina - Pré-Congresso
OF61 - CAMINHOS PARA UM CUIDADO AFROPINDORÂMICO: UMA TRAVESSIA METODOLÓGICA PARA A REEXISTÊNCIA DA SUBJETIVIDADE NEGRAINDÍGENA BRASILEIRA (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Oficina - Pré-Congresso
OF61 - CAMINHOS PARA UM CUIDADO AFROPINDORÂMICO: UMA TRAVESSIA METODOLÓGICA PARA A REEXISTÊNCIA DA SUBJETIVIDADE NEGRAINDÍGENA BRASILEIRA (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: psimoreiradoc@gmail.com

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Propomos uma vivência metodológica intitulada Cosmodrama de Caboclo, fundamentada em uma instalação artística afropindorâmica e que também é uma estratégia pedagógica (SANTOS, 2023). Esta prática busca abrir caminhos para uma travessia metodológica, ancorada nas cosmopercepções negroindígenas brasileiras, capazes de reorientar o cuidado à subjetivação que “reexiste” nos corpos dissidentes deste território e o processo de formação profissional.
A instalação do cosmodrama será montada no centro da sala. Ao redor dela, os participantes compõem uma roda — lugar circular que simboliza o tempo espiralar e convoca o coletivo à fala e à escuta. A obra artística convida os presentes a escutar com os olhos e ver com as mãos, numa provocação sensorial que aciona a memória afetiva, corporal e ancestral de cada pessoa.
O objetivo da oficina consiste em apresentar a pesquisa aterrada como uma possibilidade metodológica fundamentada nas cosmopercepções negroindígenas brasileiras, evidenciando seus fundamentos epistemológicos, éticos e comunitários na produção de conhecimento e no cuidado em saúde mental. Busca-se, com isso, provocar uma experiência sensível e reflexiva que permita aos participantes reconhecerem outras formas de construir ciência e formação profissional, orientadas pela memória ancestral, pela corporeidade e pela intersubjetividade presentes nos modos de existir afropindorâmicos.

Proponente e Coordenador(a): Keâ Costa - KITEMBO/UFF (PR)
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 4 (40 pax)
08:30 - 11:50 Encontro - Pré-Congresso
E09 - CÍRCULO DE SABERES E PRÁTICAS: EXPECTATIVAS E CONTRIBUIÇÕES DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA O FORTALECIMENTO DO AGPOPSUS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Encontro - Pré-Congresso
E09 - CÍRCULO DE SABERES E PRÁTICAS: EXPECTATIVAS E CONTRIBUIÇÕES DOS MOVIMENTOS SOCIAIS PARA O FORTALECIMENTO DO AGPOPSUS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: agpopsus@agenciasus.org.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Breve descrição - Este encontro propõe um espaço de diálogo horizontal entre a gestão da AgSUS e de movimentos sociais populares. A atividade foca na governança compartilhada do Programa AgPopSUS, compreendendo o território não como um espaço abstrato, mas onde a vida e a resistência produzem saúde. O debate foca na construção de mecanismos de que respeitem a autonomia das bases, transformando a institucionalidade pública em
para a ""leitura do mundo"" (Paulo Freire) e para a soberania dos povos e territórios.

Objetivo - Debater a governança do projeto sob a ótica da democracia participativa, ajustando os fluxos de trabalho e a articulação entre instâncias para que a gestão sirva ao fortalecimento dos territórios.

Justificativa -
O AgPopSUS é uma estratégia que une a estrutura do Estado à sabedoria das lutas populares para produzir cuidado. A realização deste encontro justifica-se pela necessidade de consolidar um modelo de gestão pública que integre a institucionalidade à capilaridade e ao saber prático dos movimentos sociais.
Psicologia - 1º andar - Auditório Sala 11 (80 pax)
08:30 - 11:50 Encontro - Pré-Congresso
E10 - ENCONTRO DE INDÍGENAS NUTRICIONISTAS: CONHECENDO E FORTALECENDO TRAJETÓRIAS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Encontro - Pré-Congresso
E10 - ENCONTRO DE INDÍGENAS NUTRICIONISTAS: CONHECENDO E FORTALECENDO TRAJETÓRIAS (15/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO: preencha o formulário no link: https://forms.office.com/r/jgCQ0JqvRx

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Este encontro é uma proposta do GT de Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva que, no decurso do ano de 2025 empreendeu, de forma coletiva, um mapeamento das (os) indígenas nutricionistas que atuam no Brasil, em parceria com o GT de Saúde Indígena da Abrasco e Sistema CFN/CRN, SESAI/MS e SESAN/MDS. A inclusão de indígenas nutricionistas nos sistemas de cotas é recente e não há registros de mapeamento nacional. O objetivo do mapeamento foi ampliar a visibilidade destas(es) profissionais como também compreender os percursos de formação e atuação e contribuir para a construção de políticas e ações mais potentes, justas e representativas. Para tanto, foi aplicado um formulário eletrônico em uma ação conjunta com as parcerias para alcançar as(os) indígenas nutricionistas que atuam no território brasileiro. Esse processo inicial teve 73 respostas e os resultados estão em análise para posterior divulgação A segunda fase será a realização de oficinas com o intuito de aprofundar junto às indígenas a discussão sobre o processo de formação e de atuação profissional. Deste modo, o objetivo deste encontro será contemplar a fase 2 deste movimento com uma roda de conversa/grupo focal reunindo indígenas nutricionistas no Congresso. Intenciona-se reunir propostas que possam ser apresentadas às instituições formadoras referentes tanto a formação de indígenas no curso da nutrição quanto a formação de nutricionistas no tema da saúde indígena, sendo o congresso da ABRASCO um dos espaços mais representativos para promover tal atividade no contexto das discussões sobre ciências humanas e sociais em saúde.

Coordenador(a): Lucinara Martins - SESAI (RR)
FEFF - Térreo - Auditório Guilherme Nery (120 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC22 - HORMONIOTERAPIA E CUIDADO FARMACÊUTICO PARA A POPULAÇÃO TRANSGÊNERO: DA EVIDÊNCIA CIENTÍFICA À PRÁTICA CLÍNICA NO SUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC22 - HORMONIOTERAPIA E CUIDADO FARMACÊUTICO PARA A POPULAÇÃO TRANSGÊNERO: DA EVIDÊNCIA CIENTÍFICA À PRÁTICA CLÍNICA NO SUS (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 100

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público Alvo:
Farmacêuticos, estudantes de farmácia e saúde coletiva, profissionais da atenção básica e pesquisadores interessados em saúde LGBTQIA+

Ementa:
Conceitos fundamentais de gênero e sexualidade aplicados à saúde. Farmacologia da hormonioterapia de afirmação de gênero: supressão androgênica, estrogenioterapia e terapia com testosterona. Protocolos clínicos, vias de administração e manejo de efeitos adversos. Monitoramento laboratorial e segurança do paciente. O papel do farmacêutico no acolhimento, na adesão terapêutica e na navegação dos itinerários terapêuticos no SUS. Discussão de casos clínicos focados na realidade brasileira.

Proponente e Coordenador(a): Dimitri Carlovich Gouveia - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT); Associação Brasileira de Estudo da Trans-Homocultura (ABETH) (PE)
Professor(a): Dimitri Carlovich Gouveia - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT); Associação Brasileira de Estudo da Trans-Homocultura (ABETH) (PE)
ICB 01 - 3º andar - Auditório Altair Fernandes (160 pax)
08:30 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC23 - REFORMA PSIQUIÁTRICA NA SAÚDE E NA JUSTIÇA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC23 - REFORMA PSIQUIÁTRICA NA SAÚDE E NA JUSTIÇA (15/09/26 - 8h30 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público Alvo:
Profissionais da saúde, do direito e do serviço social

Ementa:
Este minicurso propõe uma reflexão teórico-prática sobre os desdobramentos da reforma psiquiátrica brasileira nos sistemas de saúde e de justiça, com foco nos desafios contemporâneos da desinstitucionalização de pessoas historicamente internadas em manicômios judiciários. A discussão se insere no contexto das transformações impulsionadas pela Resolução nº 487/2023 do Conselho Nacional de Justiça, que instituiu uma política antimanicomial no âmbito do judiciário e orienta a substituição das internações por estratégias de cuidado territorial e comunitário.

A proposta dialoga com o tema do congresso ao enfatizar a importância de modelos de cuidado que promovam inclusão social, respeito à diversidade de trajetórias e fortalecimento das redes comunitárias de atenção psicossocial. A desinstitucionalização pode ser compreendida, nesse sentido, como parte de um esforço mais amplo de construção de ambientes sociais menos excludentes e mais sustentáveis.

Do ponto de vista metodológico, o minicurso combinará exposição teórica e atividades práticas, com momentos de debate e análise de estudos de caso. Serão abordados o contexto histórico das reformas sanitária e psiquiátrica no Brasil, o movimento da luta antimanicomial, o surgimento dos manicômios judiciários e os conflitos recentes em torno do seu fechamento e da implementação da Resolução CNJ nº 487.

Destinado a profissionais da saúde, do direito e do serviço social, o curso busca oferecer ferramentas conceituais e práticas para lidar com situações concretas de desinstitucionalização e reinserção social, destacando o papel das equipes de saúde no acolhimento e acompanhamento dessa população.
Biblioteca setorial SUL - Térreo - Auditório (50 pax)
13:10 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC02 - DESCOLONIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS NA SAÚDE: IMPLICAÇÕES EPISTÊMICAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Curso - Pré-Congresso
MC02 - DESCOLONIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS NA SAÚDE: IMPLICAÇÕES EPISTÊMICAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 50

Carga horária: 12 horas

Certificado: na área restrita do participante

Ementa:
O principal objetivo deste curso é contribuir para uma compreensão introdutória das implicações da descolonização das ciências sociais e humanas na saúde, a partir de uma perspectiva do Sul Global. Para tanto, o curso tem os seguintes objetivos operacionais: 1. Estudar os fundamentos do pensamento científico moderno nas ciências sociais do Norte global e suas aplicações na medicina, saúde pública e epidemiologia, politicas, etc. 2. Discutir as epistemologias moderno-coloniais da antropologia, sociologia, serviço/trabalho social e ciência política, aplicadas aos estudos sociais em saúde os séculos XX e XXI.. 3. aracterizar e descrever as implicações das ciências sociais anglo-saxônicas eurocêntricas para a saúde no Sul Global. 4. Desenvolver uma abordagem inicial às epistemologias do pensamento crítico do Sul Global e às contribuições das ciências sociais não ocidentais para a reflexão e a prática da saúde e da epidemiologia no século XXI. RELEVÂNCIA: Este minicurso se conecta diretamente ao Congresso ABRASCO CSHS, buscando especificamente promover a reinvenção do ensino de ciências sociais em saúde a partir de uma perspectiva crítica e decolonial latino-americana e caribenha. Seu objetivo é iniciar uma revisão pedagógica da episteme, do conteúdo teórico e das metodologias da Antropologia Médica, da Sociologia da Saúde, do Serviço Social em Saúde e áreas afins em Abya Yala.

Proponente e Coordenador(a): Gonzalo_Basile - Programa Saúde Internacional do CLACSO (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais) (Outro)
Coordenador(a) e Professor(a): Odeth Santos Madrigal - PUIC-UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) (Outro)
Professor(a): Gonzalo_Basile - Programa Saúde Internacional do CLACSO (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais) (Outro)
Psicologia - 1º andar - Sala 2 (50 pax)
13:10 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC17 - SAÚDE DIGITAL COMO OBJETO E CAMPO (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 13h10 às 16h30)
Curso - Pré-Congresso
MC17 - SAÚDE DIGITAL COMO OBJETO E CAMPO (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 13h10 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 100

Carga horária: 8 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público alvo:
Gestores, pesquisadores, profissionais de saúde, estudantes de qualquer nível de ensino superior

Ementa:
Neste curso, pretendemos explorar fundamentos e sistematizar conceitos necessários à construção de uma teoria crítica do complexo sociotécnico que tem sido chamado de Saúde Digital (SD). Processos estruturantes da sociedade em rede são. Como ponto de partida postulamos que a SD se configura como objeto de conhecimento-intervenção e como campo social de saberes e práticas, no qual ecossistemas de objetos conceituais, dispositivos, artefatos e processos tecnológicos são realizados por sujeitos concretos, mediante uma práxis produtiva, atravessada por saberes técnicos. Para problematizar esta hipótese, primeiramente explicitaremos alguns fundamentos teóricos das categorias de objeto, espaço e campo, com base em autores herdeiros da epistemologia histórica e da teoria das práticas sociais, tomando o campo da Saúde Coletiva como foco. Em seguida, a fim de melhor avaliar impactos e desafios da transformação digital de sistemas de saúde em formações sociais contemporâneas, pautadas pelo conhecimento tecnocientífico, principal ativo econômico do capitalismo digital, propomos uma matriz que articula áreas-foco de atuação com temas-dimensões – infoestrutura, processos técnicos, objetos técnicos, redes sociotécnicas – que conformam o conjunto de práticas sociais e institucionais que se concretizam no sistema de objetos da SD. Em complemento, apresentamos um modelo preliminar da SD como espaço-campo de apropriação sociotécnica, articulando saberes e práticas na interseção entre disciplinas e modos de prática, onde se travam disputas por validade tecnocientífica, legitimidade social, autoridade institucional e efetividade normativa. Na interface entre ambiente, saúde e a nova interculturalidade digital, a SD emerge como um dos principais desafios do século XXI para uma vida sustentável.
CCA - Térreo - Auditório Vitória Régia (100 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF43 - SABERES EM REDE: INTERCULTURALIDADE, AMBIENTE E EDUCAÇÃO POPULAR NA FORMAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA EM CONEXÃO COM OS TERRITORIOS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF43 - SABERES EM REDE: INTERCULTURALIDADE, AMBIENTE E EDUCAÇÃO POPULAR NA FORMAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA EM CONEXÃO COM OS TERRITORIOS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: normalene_sena_oliveira@ufcat.edu.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
As Ciências Sociais e Humanas em Saúde, a Política Nacional de Educação Popular em Saúde e a formação em Saúde Coletiva nos convidam a uma prática pedagógica ancorada na realidade dos territórios, povos tradicionais, dos saberes em rede imersos na interculturalidade e no meio ambiente como espaços de potência na produção de saúde. O objetivo da oficina é conectar pessoas de diversos territórios no diálogo entre saberes e fazeres para compartilhar experiências que possam provocar mobilizações e mudanças nos processos formativos em saúde para a sustentabilidade e justiça social. Identificamos a necessidade de diálogo e do reconhecimento de saberes ancestrais, comunitários invisibilizados e tecer redes que integram o meio ambiente, territórios, universidades e comunidades numa formação comprometida com a justiça socioambiental. E no encontro de saberes, a construção de uma saúde pública e uma Universidade pluriepistêmica conectada com a preservação da vida e a identificação de determinantes socioambientais. Na metodologia, propomos uma roda de apresentação e expressões plurais de saberes e fazeres que evidenciam antecedentes históricos importantes da construção da EPS na saúde coletiva e sua relação com as ciências sociais e humanas em saúde e a partir desta vivencia pelos participantes da oficina ,apresentaremos os desafios e potencialidades nos processos de formação e posteriormente a construção de uma "carta pedagógica" inspirada em Paulo Freire, tendo como referência o chão que pisamos e a realidade pela qual estamos molhados/com proposições para o inédito viável no enfrentamento dos desafios no século XXI. Ao final, o compartilhamento da carta, como a síntese.

Proponente e Coordenador(a): Normalene Oliveira - Universidade Federal de Catalão (UFCAT) (GO)
CCA - Térreo - Sala Restinga (30 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF15 - COSMOPOLÍTICA DO CUIDADO: SAÚDE, TERRITÓRIO E INTERCULTURALIDADE EM CONTEXTOS DE CONFLITO SOCIOAMBIENTAL (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF15 - COSMOPOLÍTICA DO CUIDADO: SAÚDE, TERRITÓRIO E INTERCULTURALIDADE EM CONTEXTOS DE CONFLITO SOCIOAMBIENTAL (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: alberto.mesaque@fiocruz.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Em territórios atravessados por conflitos ambientais, como mineração, desmatamento e contaminação, e marcados pela presença de comunidades tradicionais, diferentes modos de existência produzem compreensões distintas sobre saúde, território, ambiente e cuidado. Nesses contextos, a cosmopolítica oferece uma chave conceitual e ético-política para problematizar disputas ontológicas e suas implicações para o SUS e para a saúde coletiva. Esta oficina tem como objetivo apresentar e discutir a cosmopolítica, em especial a partir de Isabelle Stengers, como ferramenta teórico-analítica para repensar práticas de cuidado em saúde coletiva em contextos de crise socioambiental e interculturalidade, promovendo reflexão crítica sobre os desafios do SUS em territórios marcados por sofrimento territorial e pela coexistência de diferentes regimes de saber e de mundo. A proposta consiste na construção de um espaço crítico-reflexivo voltado à problematização dos limites de práticas hegemônicas de cuidado diante da pluralidade de concepções de corpo, saúde, ambiente e vida coletiva. A metodologia articula exposição dialogada, análise coletiva de situações concretas de conflito socioambiental e construção colaborativa de questões para pesquisa, formação e prática em saúde. Destina-se a pesquisadores, profissionais de saúde, gestores, estudantes e representantes de movimentos sociais interessados em fortalecer abordagens críticas, intersaberes e territorialmente situadas no campo das Ciências Sociais e Humanas em Saúde. Busca-se ainda favorecer o diálogo entre experiências acadêmicas, institucionais e comunitárias, articulando densidade conceitual e aplicabilidade prática. Ao reunir reflexão teórica e elaboração coletiva, a atividade pretende ampliar repertórios para pesquisa, formação e atuação em contextos de conflito socioambiental, interculturalidade e produção de cuidado no território contemporâneo.

Coordenador(a): Alberto Mesaque - Fiocruz Minas (MG)
UEA - 1º andar - SALA PPGSC01 (25 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF16 - SALA DE SITUAÇÃO EM VIGILÂNCIA E ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h) - CANCELADA
Oficina - Pré-Congresso
OF16 - SALA DE SITUAÇÃO EM VIGILÂNCIA E ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h) - CANCELADA
CANCELADA
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF23 - CARTOGRAFANDO EXPERIÊNCIAS CRÍTICAS SOBRE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF23 - CARTOGRAFANDO EXPERIÊNCIAS CRÍTICAS SOBRE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO NAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdtLZiNTvLg_AB7JxhiGxsKcPJ-iPlV9tCuq0OZp46J2NtGeA/viewform?usp=header

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Esta Oficina integra ao Coletivo Temático: territórios e interculturalidade: perspectivas afropindorâmicas, decoloniais e críticas nas Ciências Sociais e Humanas em Saúde proposto pelo GT de Alimentação e Nutrição em Saúde Coletiva da ABRASCO. Intenciona discutir as interfaces entre as ciências sociais e humanas e o campo da alimentação e nutrição (AN), a partir das tensões geradas pelos sistemas agroalimentares hegemônicos, abordando os desafios atuais para a promoção da alimentação adequada, saudável e sustentável, a soberania e segurança hídrica alimentar e nutricional, bem como o cuidado alimentar e nutricional emancipatório no contexto da saúde coletiva. Pretende assim dar continuidade ao debate iniciado em uma oficina ocorrida no 9º CSHS da Abrasco, problematizando ainda questões relacionadas à ciência da nutrição que não considera perspectivas plurais como as afropindorâmicas na formação em saúde. A proposta metodológica consiste na produção de uma cartografia a partir dos relatos e experiências dos participantes, compartilhados em rodas de conversa, com a participação de mediadores que formularão perguntas chaves para a reflexão. Espera-se contribuir para a produção de conhecimentos situados e interculturais, com sujeitos e corpos que constroem o campo, em na interface com o SUS, como ainda para a consolidação de campo das Ciências Sociais e Humanas em Alimentação e Nutrição, já reconhecida como linha de pesquisa tanto na CAPES e CNPq. O público esperado são pessoas que participam de grupos de pesquisa, profissionais de saúde, acadêmicos, estudantes de pós graduação e representantes de movimentos e coletivos sociais.

Proponente e Coordenador(a): Anelise Rizzolo - UNB - Universidade de Brasília (DF)
FEFF - Sala de aula a definir 2 (40 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF26 - ERGUER A ESCRITA: SENSIBILIDADE, DECOLONIALIDADE E QUEBRA DE PARADIGMAS NA PRODUÇÃO ACADÊMICA EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF26 - ERGUER A ESCRITA: SENSIBILIDADE, DECOLONIALIDADE E QUEBRA DE PARADIGMAS NA PRODUÇÃO ACADÊMICA EM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.gle/NaSKiugcxkuyA49m6

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A redação científica costuma ser vivenciada como um processo árido, gerando sofrimentos e bloqueios sob o produtivismo contemporâneo. A oficina “Erguer a Escrita” propõe um espaço laboratorial sensível para romper com modelos coloniais engessados. Dialogando com o tema do 10º CSHS, a atividade consolida a escrita como ferramenta política, afetiva e de produção de presença, entendendo o corpo-território como produtor de ciência.
Objetivo: Acolher bloqueios e desconstruir a pretensa neutralidade científica, encorajando os participantes a praticar uma escrita implicada e decolonial, tendo a escrevivência inspiração mais emblemática. O intuito é instrumentalizá-los para transformar a escrita acadêmica em um ato de coragem, conectando o rigor científico à experiência vivida na saúde. Metodologia: Em roda de escuta e criação, mesclam-se referências que desafiam a hegemonia epistêmica com laboratório prático. Utilizando disparadores textuais e sensoriais, realizam-se exercícios de escrita criativa a partir de dados de pesquisa ou vivências no campo da saúde coletiva. O encontro culmina em uma partilha qualificada para tensionar as normas acadêmicas, inspirando a inserção de afeto em teses, dissertações e artigos. Público: Estudantes (graduação/pós), pesquisadores/as, gestores/as, trabalhadores/as do SUS e movimentos sociais que desejam resgatar a própria ""voz"" e encontrar novas formas de narrar a saúde coletiva.

Proponente e Coordenador(a): Gabriella Vicente - Instituto de Medicina Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (IMS/UERJ) (RJ)
Coordenador(a): Tatiana Wargas - Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) (RJ)
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - 3.2 ADM (50 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF38 - PERSPECTIVAS SOBRE RASTREAMENTO ORGANIZADO DE CÂNCER NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF38 - PERSPECTIVAS SOBRE RASTREAMENTO ORGANIZADO DE CÂNCER NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 230

INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.office.com/r/tFK5bzHjLe

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A oficina propõe um espaço de reflexão crítica e intercâmbio de experiências sobre a organização do rastreamento de câncer na Atenção Primária à Saúde (APS), considerando seus desafios contemporâneos frente às desigualdades sociais, culturais, territoriais e ambientais. A detecção precoce do câncer é um dos principais determinantes para a redução da mortalidade e ampliação das possibilidades terapêuticas, sendo o rastreamento organizado estratégia central para ampliar o acesso equitativo às ações de prevenção e diagnóstico oportuno.
Partindo das diretrizes nacionais para cânceres rastreáveis, serão discutidos os limites do modelo oportunístico e as potencialidades do rastreamento organizado no Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase nos atributos da APS — acesso, vínculo, longitudinalidade, coordenação do cuidado e integralidade. A proposta busca incorporar a perspectiva da interculturalidade e da relação entre saúde, território e modos de vida, problematizando como barreiras sociais, culturais, de gênero, raciais e territoriais influenciam o acesso ao rastreamento e à continuidade do cuidado.
A atividade será conduzida por equipe que integra a agenda de prevenção do câncer na Atenção Primária à Saúde no âmbito da Coordenação de Atenção às Condições Crônicas Não Transmissíveis na Atenção Primária à Saúde (CONT), da Coordenação-Geral de Atenção às Condições Crônicas na Atenção Primária à Saúde (CGCOC), do Departamento de Promoção da Saúde (DEPROS) da Secretaria de Atenção Primária à Saúde (SAPS), do Ministério da Saúde.
A metodologia será participativa, combinando exposição dialogada, apresentação de experiências territoriais e atividade em pequenos grupos para análise de casos e construção coletiva de estratégias para qualificação do rastreamento organizado na APS. O público-alvo inclui profissionais da atenção primária, gestores do SUS, pesquisadores, estudantes de graduação e pós-graduação e integrantes de movimentos sociais.
FCA - Térreo - Auditório Sumauma (230 pax)
13:10 - 17:00 Fórum - Pré-Congresso
FR01 - AQUILOMBASUS: ARTICULANDO EXPERIÊNCIAS ANTIRRACISTAS NEM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Fórum - Pré-Congresso
FR01 - AQUILOMBASUS: ARTICULANDO EXPERIÊNCIAS ANTIRRACISTAS NEM SAÚDE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Esse fórum será um momento de encontro e articulação em torno de experiências antirracistas no SUS. Trata-se de um desdobramento de um projeto de articulação que resultou em dois livros com 36 experiências de aquilombamento na saúde. AquilombaSUS é um conceito-movimento em construção que aponta para um modo de enfrentar o racismo nos processos de saúde-doença-cuidado e sua institucionalidade no Sistema Único de Saúde (SUS) O AquilombaSUS apresenta uma força crítica lançando luz sobre os desafios de concretização da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). Apesar da participação social ser uma diretriz do SUS, a marginalidade da política é um analisador do racismo institucional e sua operacionalização nas diferentes instâncias no SUS. Esse fórum tem como objetivo fortalecer as trocas em torno dessas experiências e outras que estão em construção com intuito de qualificar as ofertas concretas antiiracistas de cuidado em saúde.

Coordenador(a): Rachel Gouveia - Universidade Federal do Rio de Janeiro (RJ)
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 5 (40 pax)
13:10 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R03 - REUNIÃO DE EDITORAS E EDITORES DA REVISTA SAÚDE E SOCIEDADE (SOMENTE CONVIDADOS) (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Reunião - Pré-Congresso
R03 - REUNIÃO DE EDITORAS E EDITORES DA REVISTA SAÚDE E SOCIEDADE (SOMENTE CONVIDADOS) (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UEA

Vagas: 25 - SOMENTE CONVIDADOS

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Introdução: A revista Saúde e Sociedade é um destacado periódico do campo das CSHS que reúne, além de suas editorias executiva e científica, 35 editores(as) associados (as) distribuídos (as) por diferentes cidades brasileiras e no exterior, formando um coletivo diverso de pesquisadores(as)/docentes. Em 2025, a revista realizou o Simpósio Revista Saúde e Sociedade 30+: A produção do conhecimento das Ciências Sociais e Humanas no campo da Saúde Coletiva, na Faculdade de Saúde Pública da USP. Como desdobramento, foram criados dois grupos de trabalho — Pluralidades, voltado à ampliação e diversificação do corpo editorial, autores, linguagens e epistemologias; e Inteligência Artificial, dedicado à formulação de diretrizes para o uso dessas ferramentas.
Objetivo: A proposta prevê a realização de uma reunião de editores (as) da Revista Saúde e Sociedade com o objetivo de consolidar tais iniciativas e avançar em sua implementação. O encontro será organizado pelas editorias executiva e científica, reunindo editores (as) associados (as) vinculados (as) a diferentes instituições e programas de pós-graduação no Brasil e no exterior.
Justificativa: Com mais de três décadas de trajetória, a Revista Saúde e Sociedade consolidou-se como uma das principais publicações do campo da Saúde Coletiva, destacando-se pela interface com as Ciências Sociais e Humanas em Saúde e pelo diálogo com os subcampos de Políticas, Planejamento e Gestão e Epidemiologia. Na última avaliação quadrienal da CAPES, teve seu Qualis elevado de A3 para A2, reforçando sua relevância acadêmica.
Público-alvo: Editores(as) associados(as), editorias científica e executiva da revista e convidados (as).

Coordenador(a): Carinne Magnago - Universidade de São Paulo (SP)
Marcelo Castellanos - Instituto de Saúde Coletiva - Universidade Federal da Bahia (BA)
UEA - 1º andar (COREMU) - Sala Labtecs (25 pax)
13:10 - 17:00 Encontro - Pré-Congresso
E04 - DIÁLOGOS EM SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EM MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Encontro - Pré-Congresso
E04 - DIÁLOGOS EM SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE EM MUNICÍPIOS DE PEQUENO PORTE (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 40

INSCRIÇÃO entre em contato no email: cgcoc@saude.gov.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O encontro “Diálogos em Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde para Municípios de Pequeno Porte” busca promover um diálogo entre gestores e trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) acerca dos desafios e das estratégias para o cuidado em saúde mental na Atenção Primária à Saúde (APS), com foco em municípios de pequeno porte. A proposta busca debater o papel estratégico da APS no cuidado em saúde mental e identificar desafios, práticas e necessidades de qualificação das equipes.

A realização do encontro no âmbito do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde pretende ampliar esse processo de diálogo, incorporando novas perspectivas e experiências territoriais, com especial atenção às realidades de municípios com menor porte populacional, que frequentemente enfrentam limitações na estrutura da Rede de Atenção Psicossocial (Raps), como ausência de serviços especializados e dificuldades de articulação em rede.

Os participantes serão convidados a debater questões disparadoras relacionadas aos desafios e às estratégias de cuidado em saúde mental na Atenção Primária à Saúde em municípios de pequeno porte. A dinâmica priorizará a troca de experiências entre gestores e trabalhadores, com registro das principais contribuições para subsidiar reflexões e proposições sobre o fortalecimento da saúde mental na APS.

O público-alvo inclui gestores municipais e estaduais de saúde, trabalhadores da APS e da Raps, pesquisadores, estudantes e interessados na atenção primária e saúde mental no SUS. O encontro visa contribuir para a formulação de estratégias que fortaleçam a APS como coordenadora do cuidado em saúde mental nos territórios.

Coordenador(a): José Ítalo - Ministério da Saúde (DF)
Psicologia - 2º andar - Sala Trabalho Grupal - 2° andar (40 pax)
13:10 - 16:30 Reunião - Pré-Congresso
R09 - REUNIÃO AMPLIADA DO FÓRUM DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 13h10 às 16h30)
Reunião - Pré-Congresso
R09 - REUNIÃO AMPLIADA DO FÓRUM DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (15/09/26 - 13h10 às 16h30)
Local: UEA

Vagas: 50

INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Proponente:

Coordenador(a):

Ementa:
A atividade propõe reunir os integrantes do Fórum de Graduação em Saúde Coletiva - FGSC/ABRASCO além de coordenações de curso, integrantes de Núcleos Docentes Estruturantes, docentes, discentes, egressas/os e demais representações vinculadas à graduação em Saúde Coletiva em um espaço de diálogo, articulação e troca de experiências durante o pré-congresso do 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde.

O objetivo é fortalecer o Fórum de Graduação em Saúde Coletiva como espaço de articulação político-acadêmica, promovendo o debate sobre temas de interesse comum aos cursos e aos diferentes sujeitos envolvidos com a formação, bem como a construção de encaminhamentos coletivos voltados ao fortalecimento da graduação em Saúde Coletiva.

A reunião se justifica pela importância de manter e ampliar espaços de encontro entre cursos, instituições e diferentes segmentos vinculados à formação, em um contexto de desafios políticos, institucionais e pedagógicos que atravessam a consolidação da graduação em Saúde Coletiva no Brasil. Em consonância com o tema do congresso, a atividade busca favorecer a reflexão compartilhada sobre questões estratégicas para o campo, reafirmando o compromisso da formação com o SUS, com os territórios, com a pluralidade de saberes e com os desafios contemporâneos da Saúde Coletiva.

O público-alvo inclui coordenadoras/es de curso, NDEs, docentes, estudantes, egressas/os e demais participantes interessados na agenda da graduação em Saúde Coletiva.
UEA - Prédio ANEXO - Térreo - Sala Interatividade - Biblioteca (30 pax)
13:10 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R10 - PROMOÇÃO DA SAÚDE NOS TERRITÓRIOS: DIÁLOGOS ENTRE SABERES, POLÍTICAS PÚBLICAS E EXPERIÊNCIAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Reunião - Pré-Congresso
R10 - PROMOÇÃO DA SAÚDE NOS TERRITÓRIOS: DIÁLOGOS ENTRE SABERES, POLÍTICAS PÚBLICAS E EXPERIÊNCIAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO entre em contato no email: lista.comunica.deppros@saude.org.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A reunião “Promoção da Saúde nos Territórios: diálogos entre saberes, políticas públicas e experiências do SUS” propõe um espaço de encontro entre pesquisadores/as, gestores/as, trabalhadores/as da saúde, movimentos sociais e representantes de comunidades para discutir estratégias de promoção da saúde que dialoguem com as realidades socioculturais e ambientais dos territórios.
A atividade tem como objetivo promover o intercâmbio de experiências e reflexões sobre práticas de promoção da saúde que considerem a interculturalidade, a participação social, os determinantes sociais e ambientais da saúde e a valorização de saberes locais na produção do cuidado. Busca-se refletir sobre como políticas públicas, especialmente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e da Atenção Primária à Saúde, podem fortalecer práticas territoriais que integrem saúde, ambiente, cultura e modos de vida.
A proposta justifica-se diante dos desafios contemporâneos impostos pelas mudanças climáticas, desigualdades sociais e transformações nos territórios, que demandam abordagens intersetoriais, participativas e culturalmente situadas para a promoção da saúde. Nesse contexto, o diálogo entre diferentes formas de conhecimento — acadêmico, institucional e comunitário — torna-se fundamental para a construção de respostas mais equitativas e sustentáveis.
O público-alvo inclui pesquisadores/as, estudantes, gestores/as do SUS, profissionais da saúde, representantes de movimentos sociais, lideranças comunitárias e demais interessados/as nas interfaces entre saúde coletiva, ambiente, cultura e território.
ICB - Térreo - Auditório Paulo Bürhnheim (150 pax)
13:10 - 17:00 Encontro - Pré-Congresso
E08 - I ENCONTRO PARA EDUCADORAS E EDUCADORES POPULARES DE SAÚDE DA AMAZÔNIA LEGAL E PANTANAL SUL-MATO-GROSSENSE - AGPOPSUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Encontro - Pré-Congresso
E08 - I ENCONTRO PARA EDUCADORAS E EDUCADORES POPULARES DE SAÚDE DA AMAZÔNIA LEGAL E PANTANAL SUL-MATO-GROSSENSE - AGPOPSUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30)
Local: UFAM

Vagas: 100

INSCRIÇÃO entre em contato no email: agpopsus.epsjv@fiocruz.br

Carga horária: 12 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A Escola Politécnica da Fiocruz em parceria com a Secretaria de Atenção Primária à Saúde do Ministério da Saúde executa o Programa de Formação de Agentes Educadoras(as) Populares de Saúde na Amazônia Legal e Pantanal Sul-Mato-Grossense (AgPopSUS) a fim de contribuir com a atuação dos movimentos sociais na defesa do SUS e do direito à saúde, na perspectiva de fortalecer o protagonismo popular, a articulação de saberes e as práticas de educação popular em saúde nos territórios do SUS.
O objetivo é realizar o encontro entre educadoras(es) populares de saúde da região acima citada buscando fortalecer a articulação entre os egressos do Programa e promover a troca de experiências entre os territórios e a reflexão coletiva sobre os desafios e potencialidades da educação popular em saúde.
Serão convidados agentes e educadores(as) populares de saúde, sobretudo do estado do Amazonas, vinculados a movimentos sociais que participam do Programa.
Como estratégia metodológica, será realizada análise de conjuntura sobre o AgPopSUS, a educação popular e a Política Nacional de Saúde Integral das Populações do Campo, da Floresta e das Águas. Serão apresentados materiais audiovisuais e planos de ação em educação, comunicação e vigilância popular em saúde produzidos pelos movimentos sociais em seus territórios.
Para avaliação do Encontro, será elaborado relatório final e a “Carta de Manaus”, documento coletivo que sistematizará reflexões, recomendações e encaminhamentos construídos pelos participantes, com objetivo de fortalecer a rede de Agentes incentivando e valorizando as práticas tradicionais e populares de cuidado, a educação, comunicação e vigilância popular em saúde.

Coordenador(a): Edilene Pereira - Fundação Oswaldo Cruz (RJ)
FEFF - Térreo - Auditório Guilherme Nery (120 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF45 - COMO SUPERAR OS DESAFIOS DE FAZER ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO CONTEXTO AMAZÔNICO? (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF45 - COMO SUPERAR OS DESAFIOS DE FAZER ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE NO CONTEXTO AMAZÔNICO? (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 80

INSCRIÇÃO entre em contato no email: eneline.gouveia@academico.ufpb.br

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Atenção Primária a Saúde (APS) compreende a saúde como um direito fundamental para todo ser humano e apresenta como base a justiça social. É caracterizada por seus atributos essenciais: acesso, longitudinalidade, integralidade e coordenação do cuidado; e derivados: orientação familiar, comunitária e a competência cultural. É reconhecida internacionalmente como um modelo de saúde consolidado e eficaz, capaz de melhorar indicadores de saúde com equidade - independe das condições socioeconômica, gênero ou etnia. No entanto no Brasil ainda é evidente as desigualdes em saúde, e a região amazônica ainda apresenta piores indicadores de saúde quando comparada a outras regiões do Brasil, apesar dos esforços do Estado para superar barreiras geograficas e culturais na oferta dos serviços de saúde, como através das equipes multidisciplinares de saúde indígena e as equipes de Saúde da Família Ribeirinhas.
Objetivo: Essa oficina tem como objetivo analisar desafios e caminhos possíveis para o fortalecimento da APS em região amazônica. Metodologia: Será utilizada metodologia de problematização a partir de um evento crítico e posterior discussão em pequenos grupos de até 12 pessoas. Após a apresentação de uma situação problema disparadora (30 min) cada grupo irá analisá-la a partir de um da APS. Inicialmente irão discutir os desafios e barreiras para alcançar esse atributo no contexto amazônico (60min), em um segundo momento irão discutir e construir juntos soluções possíveis para superá-los (60min) . Após esse momento, a síntese dos pequenos grupos será compartilhado com o grande grupo para elaboração do relatório final , produto desta oficina. (90 min)

Proponente e Coordenador(a): Eneline Gouveia - UFPB (PE)
Coordenador(a): Risia Melo - Universidade Federal da Paraíba (PE)
Psicologia - 1º andar - Auditório Sala 11 (80 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF52 - NADA PRA NÓS SEM NÓS: PARTICIPAÇÃO POPULAR E ENVELHECIMENTO EM TERRITÓRIOS AMAZÔNICOS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF52 - NADA PRA NÓS SEM NÓS: PARTICIPAÇÃO POPULAR E ENVELHECIMENTO EM TERRITÓRIOS AMAZÔNICOS (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 50

INSCRIÇÃO entre em contato no email: gtenvelhecimentoesaudeabrasco@gmail.com

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O envelhecimento global tem enfrentado os desafios impostos pelas transformações ambientais, tecnológicas, territoriais e sociais. No contexto brasileiro, sobretudo na região norte, esses desafios têm dificultado a garantia dos direitos das pessoas idosas em diferentes áreas da sociedade. A oficina propõe um espaço de diálogo intergeracional e intercultural sobre o envelhecimento no século XXI, com foco em populações idosas vulnerabilizadas e/ou comunidades tradicionais. Para tanto, serão utilizadas metodologias ativas e participativas (roda de conversa, mapas afetivos do território, trabalho em pequenos grupos, dramatizações, produção coletiva de textos e/ou cartazes). As atividades estimularão o pensamento crítico, a memória, a troca de saberes, o uso de tecnologias de comunicação e a construção compartilhada de proposições. Espera-se um público-alvo de pessoas idosas da sociedade civil, lideranças comunitárias, representantes de movimentos sociais, grupos de idosos, cuidadores e demais interessados no tema.

Coordenador(a): Vanessa Lima - Universidade Federal de Pernambuco (PE)
Psicologia - 1º andar - Sala 9 (50 pax)
13:10 - 17:00 Oficina - Pré-Congresso
OF54 - HISTÓRIAS DE VIDA E O DIREITO AO TERRITÓRIO (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Oficina - Pré-Congresso
OF54 - HISTÓRIAS DE VIDA E O DIREITO AO TERRITÓRIO (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UEA

Vagas: 25

INSCRIÇÃO: preencha o formulário no link: https://forms.gle/m1upec4DTmR6QSLj6

Carga horária: 4 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
Descrição: Profissionais da saúde são recursos do território em que atuam, e podem contribuir ativamente para a construção de resiliência territorial. No contexto da APS, a prática nos mostra como o vínculo, o acolhimento e a comunicação são necessários para uma terapêutica efetiva. Além disso, sabemos como a saúde dos profissionais assistentes determina a qualidade da sua prática. Propomos uma vivência em que os profissionais possam escolher e examinar algum desafio que encontrem em sua própria história de vida, para então narrá-lo de uma forma criativa, usando ferramentas habituais de sua prática, para então experienciar a troca em pequenos grupos dando sentido aos princípios da APS.

Objetivos: Experienciar a narrativa enquanto ferramenta de subjetivação potente para o enraizamento e construção de resiliência territorial. Sensibilizar os profissionais quanto à possibilidade de aplicar os princípios da APS em sua prática por meio de técnicas narrativas.

Metodologia: Nessa oficina usaremos ferramentas da nossa prática habitual (genograma, ecomapa, linha do tempo) para contar e compartilhar nossas histórias de vida de uma forma criativa, por meio de colagens e técnicas narrativas.

Público: Profissionais da saúde que atuam na APS. Grupo de aprox. 15 pessoas.

Coordenador(a): Thainá Rosa - UAM e UFMG (SP)
UEA - 1º andar - SALA PPGSC02 (25 pax)
13:10 - 17:00 Reunião - Pré-Congresso
R12 - PROMOÇÃO DA SAÚDE EM DEBATE: SABERES, TERRITÓRIOS E PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Reunião - Pré-Congresso
R12 - PROMOÇÃO DA SAÚDE EM DEBATE: SABERES, TERRITÓRIOS E PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 25

INSCRIÇÃO: atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
A Promoção da Saúde constitui um campo estratégico para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), ao articular determinantes sociais da saúde, participação social, intersetorialidade e práticas de cuidado centradas nos territórios. No entanto, sua implementação no cotidiano das políticas e serviços de saúde ainda enfrenta desafios relacionados à institucionalização das diretrizes, à articulação entre diferentes setores e à incorporação de abordagens participativas que valorizem saberes diversos.
Esta reunião pré-congresso tem como objetivo promover um espaço de diálogo entre pesquisadores, trabalhadores do SUS, gestores e estudantes para discutir as contribuições das Ciências Sociais e Humanas em Saúde para a compreensão e o fortalecimento das práticas de Promoção da Saúde. Busca-se refletir sobre temas como produção social da saúde, comunicação em saúde, participação comunitária, experiências territoriais e desafios contemporâneos para a implementação de políticas públicas voltadas à promoção da saúde.
A proposta justifica-se pela necessidade de ampliar o debate crítico sobre os modos de produzir cuidado e saúde no SUS, reconhecendo a importância das abordagens interdisciplinares e da articulação entre conhecimento acadêmico, gestão pública e práticas sociais.
Como resultado, espera-se favorecer a troca de experiências, a construção de redes de colaboração e o fortalecimento de agendas de pesquisa, formação e intervenção no campo da Promoção da Saúde.
Público-alvo: pesquisadores, profissionais de saúde, gestores, estudantes e integrantes de movimentos sociais interessados no campo das Ciências Sociais e Humanas em Saúde e nas políticas e práticas de Promoção da Saúde.

Proponente e Coordenador(a): Rebeca Duarte - UFRJ (RJ)
FEFF - Sala de aula a definir (40 pax)
13:10 - 17:00 Encontro - Pré-Congresso
E12 - ENCONTRO DE PROJETOS PET-SAÚDE: INFORMAÇÃO E SAÚDE DIGITAL - POPULAÇÕES VULNERABILIZADAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Encontro - Pré-Congresso
E12 - ENCONTRO DE PROJETOS PET-SAÚDE: INFORMAÇÃO E SAÚDE DIGITAL - POPULAÇÕES VULNERABILIZADAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50)
Local: UFAM

Vagas: 100

INSCRIÇÃO: atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala

Carga horária: 8 horas

Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão.

Ementa:
O encontro tem como objetivo reunir participantes dos projetos que integram o Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde-PET Saúde: Informação e Saúde Digital, além de interessados/as na temática. Este encontro está voltado para projetos que envolvem populações vulnerabilizadas (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, população prisional, populacão em situação de rua). Trata-se de uma oportunidade de troca de experiências e fomento de parcerias para o fortalecimento da articulação em rede dos projetos, considerando as especificidades dessas populações e a necessidade de produzir soluções inovadoras para a superação dos desafios por elas enfrentados. A atividade dialoga com os desafios contemporâneos das Ciências Sociais e Humanas em Saúde, na perspectiva de como a transformação digital do SUS pode contribuir para a redução das iniquidades interculturais, respeitando os saberes tradicionais e as especificidades socio-territoriais.
Farmácia - Térreo - Auditório (130 pax)
13:10 - 17:00 Curso - Pré-Congresso
MC25 - BIOTECNOLOGIAS REPRODUTIVAS NA DIVERSIDADE: POSSIBILIDADES PARA A PARENTALIDADE E O PARENTESCO DE MINORIAS SEXUAIS E DE GÊNERO (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Curso - Pré-Congresso
MC25 - BIOTECNOLOGIAS REPRODUTIVAS NA DIVERSIDADE: POSSIBILIDADES PARA A PARENTALIDADE E O PARENTESCO DE MINORIAS SEXUAIS E DE GÊNERO (15/09/26 - 13h10 às 17h)
Local: UFAM

Vagas: 25

Carga horária: 4 horas

Certificado: na área restrita do participante

Público Alvo:
Pesquisadores/as da Saúde Coletiva e demais áreas da Saúde; Profissionais de Saúde

Ementa:
Ainda que majoritariamente restritas ao mercado privado, as biotecnologias reprodutivas vêm se estabelecendo desde os anos 1970 como forma de constituição de projetos parentais e de família por sujeitos diversos. Especialmente na última década temos acompanhado a emergência de tecnologias de reprodução assistida (TRAs) que tanto têm redefinido noções de parentalidade e parentesco, como vêm possibilitando que minorias sexuais e de gênero constituam famílias baseadas em vínculos biológicos. Desta forma, este minicurso tem como objetivo apresentar as biotecnologias reprodutivas na perspectiva da saúde coletiva e problematizar de forma dialógica técnicas e/ou temas que, na mesma medida em que vem se efetivando e ganhando maior visibilidade, são acompanhados por controvérsias sociais, éticas ou mesmo jurídicas. Baseados em bibliografia atual do campo da reprodução assistida e exemplos reais, abordaremos os seguintes temas: 1) Apresentação das biotecnologias de reprodução assistida: regulação brasileira, mercado transnacional e bioeconomias reprodutivas e perspectiva interseccional e da saúde coletiva na análise das TRAs; 2) Gestação de substituição: regulação, aspectos subjetivos na conformação da parentalidade e do parentesco, implicações bioéticas e manejo no campo da saúde e seu uso por sujeitos hetero e homossexuais; 3) Inseminação artificial em clínica versus Inseminação caseira: usos dentro e fora do ambiente biomédico, implicações legais, bioéticas e subjetivas e uso por casais de mulheres lésbicas e, em menor grau, por homens trans; 4) Doação intrafamiliar de gametas: regulação, implicações bioéticas e manejo no campo da saúde, mercado, biologização do parentesco e aspectos subjetivos de doadores/as e receptores/as LGBTQIAPN+ de gametas.
ICB - Paulo Bürhnheim - 1º andar - Sala 8 (40 pax)


Voltar

Não perca tempo!



dias

horas

minutos

segundos
      


Realização: