Programação Completa
| Quarta-feira, 16 de setembro de 2026 | ||
| Horário | Atividade | Sala |
| 08:30 - 16:30 |
MC03 - INTERSECCIONALIDADES, INTERCULTURALIDADE E EQUIDADE NA FORMAÇÃO-AÇÃO DE AGENTES POPULARES DE SAÚDE NOS TERRITÓRIOS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC03 - INTERSECCIONALIDADES, INTERCULTURALIDADE E EQUIDADE NA FORMAÇÃO-AÇÃO DE AGENTES POPULARES DE SAÚDE NOS TERRITÓRIOS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 100 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Pesquisadores e estudantes de saúde, trabalhadores do Sistema Único de Saúde e lideranças de movimentos sociais populares Ementa: 1) Contextualização e justificativa: As condições de vida e saúde são atravessadas por processos de Determinação Social da Saúde (BREILH, 2011), como o racismo, machismo, patriarcado, colonialidade, capitalismo e outras estruturas sociais, que se cruzam (CRENSHAW, 1989). O Sistema Único de Saúde (SUS) tem avançado em políticas de equidade, apesar do sucesso mitigado pela baixa implementação em estados e municípios (BRASIL, 2023). O racismo institucional acaba por estruturar a organização e funcionamento dos serviços do SUS contribuindo para agravar as barreiras de acesso e os indicadores de saúde, invisibilizando os saberes e fazeres das medicinas ancestrais e tradicionais afro-brasileiras (WERNECK, 2016). Para superar o racismo epistêmico (CARNEIRO, 2023) no SUS é preciso o diálogo intercultural crítico (WALSH, 2005) no fortalecimento dessas formas de cuidado junto aos territórios, favelas, campo, florestas e águas. 2) Objetivo e metodologia: Debater as experiências de formação-ação de Agentes de Promoção da Saúde e Igualdade Racial para a equidade de gênero, raça e etnia, junto aos territórios. Será utilizada a ideia de ebó (partilha) de saberes e fazeres (RUFINO, 2019), composto de um xirê (roda) de compartilhamento de experiências e cosmologias; um xirê sobre formação-ação, metodologias participativas, interculturalidade e educação popular em saúde; um círculo de confluências e interseccionalidades para a equidade de gênero, raça e etnia na saúde. 3) Inovação: Confluências teórico-práticas entre interseccionalidade e formação-ação como metodologias de formação crítica de Agentes de Promoção da Saúde e Igualdade Racial junto aos territórios, visando a emancipação, autonomia, antirracismo e valorização dos saberes e fazeres ancestrais. Proponente e Coordenador(a): Mateus Brito - Universidade Federal da Bahia/Instituto de Saúde Coletiva (UFBA/ISC) (DF) Professor(a): Virgínia Corrêa - Fundação Oswaldo Cruz/Brasília (Fiocruz/GEREB) (DF) |
ICB 01 - 3º andar - Auditório Altair Fernandes (160 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC05 - CARTOGRAFIA DOS SABERES ANCESTRAIS: INTERCULTURALIDADE EM SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC05 - CARTOGRAFIA DOS SABERES ANCESTRAIS: INTERCULTURALIDADE EM SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Pesquisadores(as), estudantes, profissionais de saúde e representantes dos movimentos sociais e populares. Ementa: Os saberes ancestrais apresentam um conjunto de práticas de cuidado de si e do coletivo, constituindo-se um legado do patrimônio imaterial brasileiro. Nas comunidades tradicionais, mas também nos territórios urbanos de saúde, são as mulheres, em sua maioria, que evocam a resistência ancestral de cura e cuidado, mobilizando um modelo societário por meio da relação da confluência entre os viventes. Diante dos desafios colocados na contemporaneidade ao cuidado em saúde, na encruzilhada que nos encontramos para construção de qual projeto de sociedade vamos caminhar, este minicurso propõe produzir diálogos entre os saberes acadêmicos e os saberes ancestrais. O objetivo é convocar os participantes a construírem uma cartografia dos saberes ancestrais, dialogando com a interculturalidade, oralidade e cuidado. Partindo do pressuposto que a interculturalidade convoca a ecologização de saberes, o cuidado de si e o cuidado coletivo, a construção de projetos de felicidades em saúde, que constituem campos de disputas para o enfrentamento de sofrimentos ético-políticos. Para tanto, utilizaremos a cartografia de si, uma abordagem metodológica ético-política para mapear a própria trajetória e experiências com os saberes ancestrais familiares, a partir de mapas dos processos subjetivação dos/das participantes do curso. A cartografia de si será apresentada a partir das possibilidades de diálogos entre o pensamento social latino-americano, afro-diaspórico e o campo da saúde Coletiva, considerando a interculturalidade como a ferramenta analítica e política capaz de produzir reflexões para o planejamento de projeto de cuidado em saúde na Atenção Primária. Esperamos reunir pesquisadores(as), estudantes, profissionais de saúde e representantes dos movimentos sociais e populares. Proponente e Coordenador(a): MERCES SANTOS - Docente da Universidade Federal de Pernambuco. Líder do Grupo de Pesquisa e Estudos Equidade Ético-Racial em Saúde - GEERS/CNPq/UFPE (PE) Coordenador(a) e Professor(a): Thayane Pereira - Universidade de Pernambuco (UPE) (PE) Professor(a): MERCES SANTOS - Docente da Universidade Federal de Pernambuco. Líder do Grupo de Pesquisa e Estudos Equidade Ético-Racial em Saúde - GEERS/CNPq/UFPE (PE) |
Psicologia - 1º andar - Sala 5 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC07 - GESTAÇÃO, PARTO E INTERCORRÊNCIAS OBSTÉTRICAS NO TERRITÓRIO YANOMAMI E YEKAWANA: PERSPECTIVAS ANTROPOLÓGICAS E DESAFIOS PARA O CUIDADO INTERCULTURAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC07 - GESTAÇÃO, PARTO E INTERCORRÊNCIAS OBSTÉTRICAS NO TERRITÓRIO YANOMAMI E YEKAWANA: PERSPECTIVAS ANTROPOLÓGICAS E DESAFIOS PARA O CUIDADO INTERCULTURAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Profissionais interessados dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), trabalhadores do SUS, pesquisadores, docentes, estudantes de graduação e pós-graduação, residentes e demais interessados na atenção à saúde dos povos indígenas. Ementa: Este minicurso integra o projeto “Fortalecimento das ações em atenção à saúde e assistência social em território Yanomami, através de ações de assistência social e de atenção à saúde” e tem como objetivo apoiar a qualificação das práticas de cuidado de profissionais que atuam em territórios indígenas (SASI-SUS), com ênfase na saúde materno-infantil. A atividade apresenta e discute um conjunto de materiais técnico-pedagógicos elaborados para apoiar o cuidado a gestantes, puérperas e crianças no território Yanomami, com vistas a discutir a construção de estratégias em outros Distritos da região Amazônica. O minicurso aborda aspectos do cuidado intercultural em saúde, e à organização da puericultura, rotinas do AIDPI e atenção ao parto e pós-parto visando fortalecer práticas assistenciais resolutivas e interculturais, que garantam a melhoria da atenção materno-infantil e superação de iniquidades em saúde. A metodologia se baseia na apresentação dos recursos educacionais desenvolvidos para integrar o acervo do Portal de Boas Práticas do IFF/Fiocruz, e discutindo estratégias para ampliar a oferta de conteúdos voltados à saúde de populações indígenas nos DSEI na região amazônica. Ao final, espera-se que os participantes reconheçam os desafios e as potencialidades do cuidado em saúde materno-infantil no SASI-SUS, conheçam os materiais de apoio disponíveis no Portal de Boas Práticas do IFF e façam recomendações e desdobramentos para a produção de outros materiais e subsídios para a saúde materno infantil nos DSEI da região Amazônica. O minicurso busca contribuir para o fortalecimento da atenção à saúde em contextos interculturais e para a redução de iniquidades em saúde. Proponente e Coordenador(a): Maria Teresa Massari - Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira - IFF/FIOCRUZ (RJ) Coordenador(a): Esther Vilela - IFF/FIOCRUZ (GO) Professor(a): Silvia Guimarães (Brasil) Professor(a): Priscilla Vilella - IFF/FIOCRUZ (RJ) |
Psicologia - 1º andar - Sala 4 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC10 - INTERCULTURALIDADE, DIVERSIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS: AS INTERFACES ENTRE SAÚDE, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS NA ATENÇÃO À POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC10 - INTERCULTURALIDADE, DIVERSIDADE E POLÍTICAS PÚBLICAS: AS INTERFACES ENTRE SAÚDE, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS NA ATENÇÃO À POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Profissionais de saúde e gestores do SUS, além de estudantes do campo da saúde e proteção social Ementa: O fenômeno da situação de rua é perpassado por processos históricos, econômicos, sociais, jurídicos e demográficos, com impactos nas políticas públicas específicas para esta população, além de efeitos na produção subjetiva de profissionais de saúde, gestores(as) e da própria população. No caso brasileiro, perpassam o fenômeno o degredo colonial, a escravização, o êxodo rural no século XX, a urbanização acelerada, entre outros elementos que complexificam a questão. Além disso, temos o aumento da população em situação de rua registrado no Brasil e o agravamento das condições de vulnerabilização no período de pandêmico e pós-pandêmico. Neste contexto, refletir sobre os diversos processos que compõem a questão da situação de rua, com análises interseccionais, considerando pontos citados e seus desdobramentos nos territórios, na formação profissional, na atenção à saúde e na intersetorialidade mostra-se como central. Destaca-se a importância de discutir e trabalhar as relações entre interculturalidade e saúde, sobretudo para políticas públicas que visam cuidar de uma população que é atravessada por pessoas negras, LGBTQIA+, mulheres, crianças, pessoas com problema na relação com álcool e outras drogas, entre outras vulnerabilizações. A interação a cultura dos territórios, das redes de atenção à saúde e dos usuários, exige uma leitura sofisticada da realidade e do sistema de saúde. Como metodologia, serão apresentados e analisados, de modo dialógico, elementos conceituais, a literatura científica e estudos de casos, sobre os processos de produção do fenômeno, as diferentes políticas públicas para esta população e experiências inovadoras de atuação em parceria entre instituições públicas e movimentos sociais. Proponente e Coordenador(a): Marcelo Pedra Martins Machado - Fiocruz Brasília (DF) Professor(a): Marcelo Pedra Martins Machado - Fiocruz Brasília (DF) |
Psicologia - 1º andar - Sala 7 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC11 - INTERSECCIONALIDADE NA PESQUISA QUALITATIVA: FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS E ANÁLISE TEMÁTICA APLICADA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC11 - INTERSECCIONALIDADE NA PESQUISA QUALITATIVA: FUNDAMENTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS E ANÁLISE TEMÁTICA APLICADA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Estudantes, pesquisadores e profissionais Ementa: A interseccionalidade tem se consolidado como um referencial teórico-metodológico fundamental nas ciências humanas e sociais, especialmente em pesquisas que abordam desigualdades, direitos humanos, saúde, educação e políticas públicas. Originada nos estudos feministas negros, a perspectiva interseccional permite compreender como marcadores sociais como raça, gênero, classe, geração, sexualidade, deficiência e território se articulam na produção de experiências sociais complexas, exigindo abordagens analíticas que superem leituras fragmentadas da realidade. No campo da pesquisa qualitativa, a interseccionalidade tem contribuído para o refinamento dos desenhos metodológicos, da construção de categorias analíticas e da interpretação dos dados, ampliando a capacidade crítica das investigações e favorecendo análises mais sensíveis às relações de poder e às múltiplas formas de opressão e privilégio. Nesse contexto, a análise temática constitui uma estratégia amplamente utilizada, podendo ser potencializada quando orientada por uma perspectiva interseccional, permitindo a identificação de padrões, sentidos e narrativas atravessadas por diferentes marcadores sociais. O minicurso tem como objetivo apresentar fundamentos teóricos da interseccionalidade e discutir sua aplicação na pesquisa qualitativa, com ênfase na análise temática como ferramenta analítica. Serão abordados procedimentos de construção do corpus, definição de categorias, codificação, interpretação e produção de resultados a partir de uma lente interseccional. A proposta possui caráter teórico-prático, envolvendo exposição dialogada, análise de exemplos de pesquisas, exercícios de categorização e discussão coletiva, contribuindo para o aprimoramento metodológico de estudantes, pesquisadores e profissionais interessados em produzir investigações críticas, éticas e socialmente comprometidas. Proponente e Coordenador(a): Elias Mascarenhas - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (BA) Professor(a): Elias Mascarenhas - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (BA) |
Psicologia - 1º andar - Sala 8 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC12 - METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO EM SAÚDE: OS DEZ PILARES E AS TRAVESSIAS PEDAGÓGICAS CRÍTICAS, INTERCULTURAIS E COMPROMETIDAS COM OS TERRITÓRIOS DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso
MC12 - METODOLOGIAS ATIVAS DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO EM SAÚDE: OS DEZ PILARES E AS TRAVESSIAS PEDAGÓGICAS CRÍTICAS, INTERCULTURAIS E COMPROMETIDAS COM OS TERRITÓRIOS DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Docentes do ensino superior, profissionais da saúde, preceptores, residentes, estudantes de pós-graduação e pesquisadores interessados nas interfaces entre educação, saúde coletiva, formação profissional e processos educativos comprometidos com o Sistema Único de Saúde. Ementa: A formação em saúde enfrenta o desafio de articular conhecimento científico, compromisso ético e responsabilidade social diante das profundas iniquidades que marcam os territórios e os sistemas de cuidado. Nesse contexto, as Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem (MAEAs) têm sido amplamente difundidas como estratégias capazes de promover protagonismo discente, aprendizagem significativa e integração entre teoria e prática. Entretanto, sua incorporação no ensino superior frequentemente ocorre de forma instrumental, descolada de fundamentos pedagógicos consistentes e de seu horizonte ético-político. Este minicurso propõe uma imersão crítico-vivencial nas MAEAs, articulando fundamentos teóricos, experiências formativas e vivências pedagógicas no campo da educação em saúde. A proposta dialoga com referenciais teórico-pedagógicos da pedagogia crítico-emancipatória, da pedagogia histórico-crítica, da aprendizagem significativa e da andragogia, bem como com contribuições de autores como Paulo Freire, John Dewey, David Ausubel e Dermeval Saviani. O eixo estruturante do minicurso é o marco conceitual autoral dos Dez Pilares das Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem, que compreende a educação como prática dialógica, colaborativa e socialmente situada. A partir desse referencial, os participantes serão convidados a refletir sobre o potencial das metodologias ativas para fortalecer práticas educativas comprometidas com a equidade, a interculturalidade, a valorização de saberes plurais e a formação de profissionais sensíveis às realidades dos territórios do SUS. A metodologia do curso será teórico-vivencial, com dinâmicas participativas e reflexivas, trabalho em pequenos grupos, problematização de situações reais do trabalho em saúde e uso de recursos pedagógicos analógicos e digitais, favorecendo a construção coletiva do conhecimento e a reflexão crítica sobre os processos formativos na saúde. |
Psicologia - 1º andar - Sala 9 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC16 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE: O USO ESTRATÉGICO DE INDICADORES PARA ALCANÇAR A EQUIDADE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC16 - MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE SAÚDE: O USO ESTRATÉGICO DE INDICADORES PARA ALCANÇAR A EQUIDADE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Gestores, trabalhadores do SUS, acadêmicos, lideranças de movimentos sociais e pesquisadores interessados em avaliação em saúde e justiça social. Ementa: O curso incentivará o uso de indicadores e informações para a gestão do SUS, visando a redução de desigualdades e a promoção de uma ciência em saúde coletiva que dialogue efetivamente com os territórios, partindo do arcabouço teórico-metodológico do Projeto de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde (Proadess - www.proadess.icict.fiocruz.br) desenvolvido na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O Proadess, desde 2003, apresenta uma proposta pautada pela concepção legal do SUS, seus objetivos e prioridades, a partir da construção de uma matriz composta por quatro grandes dimensões (determinantes da saúde, condições de saúde da população, sistema de saúde e desempenho dos serviços de saúde) e suas respectivas subdimensões, tendo a equidade como um eixo transversal na avaliação. Objetivos: apresentar o modelo conceitual e a plataforma do Proadess como ferramentas de monitoramento da equidade no SUS; incentivar o uso de indicadores de saúde no planejamento e gestão dos serviços de saúde e em ações para a redução das desigualdades e iniquidades em saúde; analisar criticamente a aplicabilidade de indicadores universais em contextos de diversidade cultural e desafios territoriais específicos; debater a inclusão de dimensões relacionadas ao ambiente e clima na avaliação do desempenho dos serviços de saúde; colaborar para o aprimoramento da plataforma a partir do diálogo com as experiências locais dos participantes. A atividade será presencial (8h) e utilizará metodologias participativas, incluindo: exposições dialogadas sobre os marcos teóricos da avaliação de sistemas de saúde e equidade e oficina prática de navegação e análise de dados na plataforma PROADESS. Proponente e Coordenador(a): Carolina Carvalho - ICICT/FIOCRUZ (RJ) Coordenador(a) e Professor(a): Ricardo Dantas - Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) (RJ) Professor(a): Carolina Carvalho - ICICT/FIOCRUZ (RJ) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 3 (40 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
MC15 - A QUEM CABE O RISCO? PROCESSOS DE INDIVIDUALIZAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO EM SAÚDE COMO DILEMAS PARA A EMANCIPAÇÃO NO SÉCULO XXI (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Curso - Pré-Congresso MC15 - A QUEM CABE O RISCO? PROCESSOS DE INDIVIDUALIZAÇÃO E TOMADA DE DECISÃO EM SAÚDE COMO DILEMAS PARA A EMANCIPAÇÃO NO SÉCULO XXI (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 Carga horária: 8 horas Certificado: na área restrita do participante Público alvo: Docentes; pesquisadores; estudantes de graduação; estudantes de pós-graduação; demais interessados/as/es Ementa: O minicurso pressupõe que os desafios à saúde para o século XXI envolvem conflitos epistemológicos que são também políticos, e que há necessidade de atividade intelectual para além das demarcações disciplinares. Pressupõe, ainda, que transformações no âmbito das próprias ciências sociais são necessárias para a produção de novos conhecimentos. Riscos e relações de risco são tema vasto no campo da Saúde Pública/Coletiva, em suas abordagens epidemiológica, socioantropológica, de política e gestão, podendo ser consideradas categorias de interação. O minicurso decorre de projeto de pesquisa subvencionado pelo CNPq e problematiza as relações de definição e decisão de riscos em saúde no contexto contemporâneo, em torno dos seguintes temas: - Individualização, subjetividade e riscos em saúde: uma perspectiva multidisciplinar; - Sobre a ideia contemporânea de progresso: a expansão da medicalização e do ultra-preventivismo como novas formas de controle em saúde e responsabilização individual dos riscos; - Digitalização, riscos e saúde: Inteligência Artificial e telemedicina no Brasil; - Relações Estado-sociedade, saúde e desigualdades sociais: o papel da Reforma Sanitária brasileira hoje; - Problematizando o marco dos determinantes sociais em saúde no contexto contemporâneo. O minicurso é ministrado por 11 docentes, em formato de exposições e debates por cada tema. Os docentes integram o grupo de pesquisa CNPq Mudanças Sociais Contemporâneas e Saúde. Proponente e Coordenador(a): Aurea Ianni - Faculdade de Saúde Pública USP / Rede Brasileira de Mulheres Cientistas (SP) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 2 (40 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF01 - POVOS INDÍGENAS E ÉTICA EM PESQUISA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF01 - POVOS INDÍGENAS E ÉTICA EM PESQUISA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 100 INSCRIÇÃO entre em contato no email: saudeindigena.ensp@fiocruz.br Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A oficina tem como objetivo refletir sobre os processos de pesquisa, de formação e de publicação científica no contexto dos Povos Indígenas por pesquisadores indígenas e não-Indígenas, visando construir consensos acerca de recomendações para a ética em pesquisa na Saúde Coletiva. A atividade envolverá a contextualização a partir de marcos históricos e legais da ética em pesquisa e Povos Indígenas no Brasil, com as experiências das representações Indígenas no CONEP, FUNAI e SESAI, e de perspectivas de coletivos e articulações de estudantes e profissionais Indígenas como APIB, ABIA, ABIPSI e ENEI. Serão realizados grupos de trabalho a partir das seguintes perguntas orientadoras: Quais os princípios que queremos como base para as discussões sobre ética em pesquisa? Quais marcos legais e normativos devem ser considerados? Como os programas de graduação e pós-graduação devem formar seus pesquisadores Indígenas e não-Indígenas para pesquisas no contexto dos Povos Indígenas? Quais recomendações para os comitês de ética em pesquisa? Quais recomendações para chamadas de financiamento de pesquisas no contexto dos Povos Indígenas? Quais recomendações para editorias científicas sobre procedimentos e exigências para a publicação de pesquisadores Indígenas e não-Indígena? Como produto final deseja-se consolidar documento com princípios e diretrizes consensuais entre os pesquisadores e estudantes Indígenas para recomendações na elaboração de protocolos de ética, comitês de ética em pesquisa, instituições formadoras, agências de fomento e entidades científicas. Proponente e Coordenador(a): Diádiney - Escola Nacional de Saúde Pública - FIOCRUZ (RJ) Coordenador(a): Inara Nascimento - Instituto Insikiran de Formação Superior Indígena - UFRR (RR) |
FCA - Térreo - Auditório Sumauma (230 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF05 - DIÁLOGOS SOBRE INDUÇÃO DE PESQUISAS E PROMOÇÃO DE TERRITÓRIOS SUSTENTÁVEIS E SAUDÁVEIS: FORTALECENDO A ATENÇÃO À SAÚDE E O SUS LOCAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF05 - DIÁLOGOS SOBRE INDUÇÃO DE PESQUISAS E PROMOÇÃO DE TERRITÓRIOS SUSTENTÁVEIS E SAUDÁVEIS: FORTALECENDO A ATENÇÃO À SAÚDE E O SUS LOCAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: pitss.atencao.inova@fiocruz.br Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A promoção da saúde e da sustentabilidade nos territórios requer abordagens interdisciplinares e participativas que articulem instituições de pesquisa, gestores, profissionais de saúde e movimentos sociais, integrando conhecimento científico e saberes locais para a construção de agendas de pesquisa voltadas à redução das iniquidades e ao fortalecimento do SUS. Neste sentido, a Fiocruz considera estratégica a indução de pesquisas voltadas aos desafios concretos dos territórios. Editais de pesquisa na temática Territórios Sustentáveis e Saudáveis, apoiados pelo Programa Institucional de Territórios Sustentáveis e Saudáveis e pela Coordenação de Atenção à Saúde da Vice-presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz, demonstram potencial para produzir conhecimentos que contribuam para a promoção da saúde, a sustentabilidade e o fortalecimento da atenção nos territórios. Atualmente são acompanhados 12 projetos, três deles no estado do Amazonas. Entretanto, existem desafios para a indução e consolidação dessas pesquisas. Principalmente a sustentabilidade e continuidade das ações após o término do projeto, a complexidade da articulação institucional e política, verificada em dificuldades de diálogo frente a mudanças de governo e divergências políticas, bem como a necessária ampliação da participação social e da articulação com serviços de saúde. A oficina tem como objetivo promover um espaço de reflexão e de troca de experiências sobre os desafios e as estratégias para a indução de pesquisas territorializadas com os compromissos mencionados anteriormente. Metodologia: exposições dialogadas, apresentação de experiências, grupos de trabalho e plenária de sistematização. Público: Pesquisadores, gestores e profissionais de saúde, representantes de territórios, movimentos sociais e estudantes. Coordenador(a): Tatiana Ferreira - Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - Campus Duque de Caxias (RJ) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 5 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF13 - MULHERES, CUIDADO E SAÚDE NA SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso OF13 - MULHERES, CUIDADO E SAÚDE NA SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: wghbrazil@womeningh.org c/c para laurepires@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Breve descrição: As mulheres são a principal força de trabalho nos sistemas de saúde, no Brasil e no mundo. Elas também são as principais cuidadoras dentro de casa e nos territórios. A despeito da sobrecarga de trabalho, do racismo estrutural e institucional, das ameaças de assédio e outras violências orientadas pelo gênero, elas têm sido essenciais para o avanço da ciência e do fazer cientifico no campo da Saúde Coletiva e da Saúde Global. Nesse sentido, a oficina Mulheres, Cuidado e Saúde tem como objetivo discutir os desafios enfrentados por pesquisadoras, docentes, estudantes e trabalhadoras do SUS para uma vida segura, sustentável e saudável no ambiente de trabalho e de formação profissional, refletindo sobre ações de cuidado institucional do ponto vista intelectual, profissional e social para mulheres. Em um cenário de assédio, violências múltiplas (físicas, epistêmicas, psicológicas, entre outras), podendo chegar ao feminicídio, discutir formas de cuidado institucional às mulheres é um desafio e um dever central para a Saúde Coletiva no e pós século XXI. Metodologia: discussão de 4 casos baseados em situações de presença ou ausência de cuidado institucional para mulheres pesquisadoras, docentes, estudantes ou trabalhadoras. A partir dos casos será discutido em subgrupos as possibilidades de cuidado institucional e autocuidado. A Política Nacional de Cuidados, as discussões sobre equidade e gênero serão o pano de fundo norteador das discussões. Público de interesse: pesquisadoras (es), docentes, estudantes e trabalhadoras (es) do SUS. Proponente e Coordenador(a): Laurenice Pires - DIHS/ENSP/Fiocruz; Women in Global Health Brazil; (RJ) |
CCA - Térreo - Sala Restinga (30 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF17 - DIÁLOGOS INTERCULTURAIS: SABERES TRADICIONAIS E BIOMÉDICOS NA APS ENTRE BRASIL E COLÔMBIA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF17 - DIÁLOGOS INTERCULTURAIS: SABERES TRADICIONAIS E BIOMÉDICOS NA APS ENTRE BRASIL E COLÔMBIA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://www.even3.com.br/ Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A Atenção Primária à Saúde (APS) constitui um espaço estratégico para integrar saberes científicos e práticas tradicionais, sobretudo em territórios marcados pela diversidade cultural e pela presença de múltiplas cosmologias. Esta oficina nasce da experiência de intercâmbio realizada entre Brasil e Colômbia, envolvendo encontros com pajés, lideranças indígenas, coletivos juvenis e profissionais de saúde, que evidenciaram a urgência de ações interculturais capazes de responder a desafios compartilhados, como violência de gênero, suicídio e uso abusivo de álcool em comunidades amazônicas. A partir dessa vivência, a oficina propõe um ambiente de diálogo e aprendizagem mútua sobre práticas de cuidado na APS, articulando saberes indígenas como rezas, uso de plantas medicinais como o Carayurú, com conhecimentos biomédicos e tecnologias sociais. Ao valorizar espiritualidade, território e modos de vida, busca-se fortalecer estratégias de bem-viver e ampliar a compreensão sobre saúde mental em contextos interculturais. A iniciativa pretende contribuir para a construção de redes interculturais de cuidado e para o desenvolvimento de ações colaborativas entre países amazônicos, promovendo o encontro entre ciência, tradição, arte e políticas públicas. Objetivo Geral: Promover trocas de saberes e reflexões que subsidiem ações e pesquisas interculturais na APS, com foco no cuidado integral e na prevenção em saúde mental. Metodologia :Exposição dialogada sobre a missão Bogotá–Mitú e suas aprendizagens, Roda de troca inspirada na TCI, Exibição e debate de vídeos produzidos por jovens indígenas e iniciativas brasileiras, Construção coletiva de propostas, parcerias e encaminhamentos. Público-alvo: Profissionais APS, pesquisadores, estudantes, lideranças comunitárias, movimentos sociais e interessados em saúde intercultural. Proponente e Coordenador(a): Eliane Vianna - ENSP/ FIOCRUZ (RJ) |
CCA - Térreo - Sala Castanheira (30 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF20 - DESINFORMAÇÃO EM SAÚDE: PREVENIR E ENFRENTAR (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF20 - DESINFORMAÇÃO EM SAÚDE: PREVENIR E ENFRENTAR (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: carolinaofranti@gmail.com Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A desinformação em saúde não é um fenômeno novo, mas ganhou maior visibilidade e impacto com a intensificação da digitalização da comunicação e, especialmente, após a pandemia de covid-19. Nesse contexto, a circulação acelerada de conteúdos falsos ou enganosos passou a afetar diretamente a atuação de profissionais de saúde na ponta, a relação com a população e o próprio funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS). A oficina tem como objetivo apresentar e discutir conceitos centrais sobre desinformação em saúde, abordando suas dinâmicas contemporâneas, com destaque para os desafios trazidos pelas plataformas digitais e pelas inteligências artificiais generativas. Também serão explorados os impactos desse fenômeno na comunicação pública, na confiança institucional e nas práticas de cuidado em saúde. Metodologicamente, a atividade combinará exposição conceitual, debate coletivo e trabalho em grupo. A partir das discussões realizadas, os participantes serão convidados a desenvolver propostas iniciais de núcleos de enfrentamento à desinformação em saúde, considerando atores envolvidos, eixos de atuação, desafios e formas de governança. As propostas deverão dialogar com realidades territoriais específicas, como contextos urbanos, periféricos, ribeirinhos, indígenas ou outros, de modo a refletir sobre estratégias contextualizadas de prevenção e resposta à desinformação. A oficina é voltada a profissionais de saúde, gestores, comunicadores e demais interessados no fortalecimento de estratégias de enfrentamento à desinformação no âmbito do SUS. Proponente e Coordenador(a): Carol Sampaio - Secretaria de Comunicação (Secom/PR) (DF) |
ICB - Paulo Bürhnheim - 1º andar - Sala 8 (40 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF21 - ENREDANDO AS REDES E OS TERRITÓRIOS: DESAFIOS E POTENCIALIDADES DAS TESSITURAS ENTRE A REDE DE SAÚDE DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA E A REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF21 - ENREDANDO AS REDES E OS TERRITÓRIOS: DESAFIOS E POTENCIALIDADES DAS TESSITURAS ENTRE A REDE DE SAÚDE DO TRABALHADOR E DA TRABALHADORA E A REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.gle/d8hbiV6GaKvrXAxK6 Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A Oficina visa discutir os entrelaçamentos possíveis entre a Rede de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (RENAST/CEREST) e a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), considerando o trabalho e os territórios de atuação como determinante do sofrimento psíquico contemporâneo. Parte-se da constatação de que o adoecimento mental relacionado ao trabalho desafia as redes de saúde do SUS e as convoca a superar fragmentações institucionais, epistemológicas e político-assistenciais. À luz do tema do Congresso - “Interculturalidade, ambiente e saúde: os desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios”- a Oficina parte do território como espaço onde o sofrimento se inscreve e se expressa, mas também como campo de resistência e criação, mobilizando a metáfora da “tessitura” para refletir sobre articulações vivas entre políticas, serviços e sujeitos. Nessa direção, a proposta articula análise crítica, construção coletiva de leituras e cartografias do cuidado e formulação de proposições concretas voltadas ao fortalecimento do cuidado integral no SUS, tomando a categoria trabalho como eixo central das ações. É uma proposta de continuidade de diálogos e interlocuções do Observatório Nacional de Saúde Mental e o Departamento de Saude Mental, Álcool e outras Drogas (DESMAD-MS). À luz do tema do Congresso - “Interculturalidade, ambiente e saúde: os desafios do século XXI para uma vida em conexão com os territórios”- a Oficina parte do território como espaço onde o sofrimento se inscreve e se expressa, mas também como campo de resistência e criação, mobilizando a metáfora da “tessitura” para refletir sobre articulações vivas entre políticas, serviços e sujeitos. Nessa direção, a proposta articula análise crítica, construção coletiva de leituras e cartografias do cuidado e formulação de proposições concretas voltadas ao fortalecimento do cuidado integral no SUS, tomando a categoria trabalho como eixo central das ações. É uma proposta de continuidade de diálogos e interlocuções do Observatório Nacional de Saúde Mental e o Departamento de Saude Mental, Álcool e outras Drogas (DESMAD-MS). Identificar e fortalecer as tessituras entre as redes de atenção do SUS, incluindo a RENAST e a RAPS, a partir da análise dos desafios e potencialidades de articulação dessas redes no enfrentamento do sofrimento psíquico de trabalhadores trabalhadoras, considerando as dimensões interculturais e as especificidades dos territórios de atuação. Objetivo Geral Identificar e fortalecer as tessituras entre as redes de atenção do SUS, incluindo a RENAST e a RAPS, a partir da análise dos desafios e potencialidades de articulação dessas redes no enfrentamento do sofrimento psíquico de trabalhadores trabalhadoras, considerando as dimensões interculturais e as especificidades dos territórios de atuação. Objetivos Específicos Analisar o papel do trabalho na determinação social do sofrimento psíquico e suas implicações para a tessitura das redes de atenção do SUS, examinando como essas redes respondem - ou deixam de responder - às demandas produzidas nos territórios de trabalho. Identificar nós críticos e lacunas nas tesssituras de integração entre a RAPS e a RENAST. Elaborar proposições intersetoriais territorializadas para o fortalecimento das redes de integração e promoção da saúde mental. Fortalecer o diálogo entre pesquisadores/as, trabalhadores/as do SUS e movimentos sociais, promovendo a construção coletiva de estratégias de cuidado e atenção em saúde mental. Metodologia 1. Disparadores Exposição dialogada voltada à reflexão sobre as relações entre trabalho, saúde mental e políticas públicas, abordando: Trabalho e sofrimento psíquico dimensões sociais e culturais do adoecimento no contexto laboral. Determinação social da saúde - análise crítica das condições estruturais que influenciam a saúde mental dos trabalhadores. Fragmentação das redes - lacunas e barreiras na integração entre RENAST e RAPS. Tessitura das redes como prática político-institucional – ponto de partida para redes de integração como processos construídos coletivamente, articulando território, atenção à saúde e dimensões interculturais. 2. Teia das Redes – conexões, entrelaçamento e tessituras Roda de conversa que consistirá de trocas em grupos para a construção coletiva da teia das redes de integração e cuidado. Cada grupo refletirá os seguintes temas: Pontos de encontro das redes: onde há convergência e articulação efetiva entre políticas, serviços e atenção primária no SUS. Desconexões das redes: lacunas, barreiras ou fragmentações que dificultam a integração. Nós críticos: pontos estruturais ou institucionais que representam desafios persistentes para o funcionamento e entrelaçamento das redes. Novos fios e conexões: estratégias, vínculos e iniciativas necessárias para fortalecer as tessituras de integração e a atenção à saúde mental no território. 3. Plenária crítica Sistematização de: Barreiras estruturais, Barreiras políticas, Potencialidades territoriais. 4. Síntese propositiva: Construção coletiva de princípios orientadores e proposições de articulação. 5. Diferencial da Proposta: Relevância frente à saúde pública contemporânea A Oficina proposta toma como referência o crescimento do adoecimento mental como um dos principais problemas de saúde pública da atualidade. Aborda os desafios e barreiras das redes em reconhecer o trabalho como determinante central da saúde, destacando lacunas críticas na atenção à saúde mental na RAS. Integração conceitual e prática Nesta proposta se trabalha os conceitos de tessituras de redes, determinantes sociais da saúde e saúde mental no trabalho de forma articulada, com a finalidade de construir estratégias para fortalecer redes de integração entre RENAST e RAPS e outras redes da RAS. Busca favorecer o diálogo entre serviços, academia e movimentos sociais, promovendo interinstitucionalidade e articulação entre cuidado, vigilância e políticas públicas. Metodologia participativa A Proposta adotará dinâmica de grupos para promover análise crítica, debates e produção coletiva da Teia das Redes, evidenciando pontos de convergência, desconexão e nós críticos nas redes. Dialoga diretamente com o eixo território-ambiente-saúde, conectando práticas locais à análise crítica e a construção de estratégias integradas. Alinhamento com a temática do congresso Considera interculturalidade, território e contexto social, conectando o trabalho, a saúde mental e a integração das redes ao debate sobre os desafios do século XXI. Proponente e Coordenador(a): Tania Araújo - Universidade Universidade Estadual de Feira Santana / Observatório Nacional Saúde Mental e TrabalhoEstadual de Feira Santana/Observatório Nacional Saúde Mental e Trabalho (BA) Coordenador(a): FERNANDA MOURA D ALMEIDA MIRANDA - Universidade Federal do Paraná (PR) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 6 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF22 - COMO PROMOVER ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS: O GUIA ALIMENTAR NAS COZINHAS SOLIDÁRIAS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso
OF22 - COMO PROMOVER ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL EM TERRITÓRIOS PERIFÉRICOS: O GUIA ALIMENTAR NAS COZINHAS SOLIDÁRIAS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: crtramontt@usp.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O Guia Alimentar para a População Brasileira (GAPB), fundamentado nas melhores evidências científicas, é a principal referência técnica e normativa para as políticas de alimentação e nutrição no Brasil. O GAPB reconhece os determinantes sociais, comerciais, políticos e ambientais da alimentação e estabelece a relação entre dietas saudáveis e a promoção de sistemas alimentares equitativos e sustentáveis. Partindo da compreensão de que o acesso a alimentação saudável constitui dimensão central da equidade em saúde, especialmente em territórios periféricos vulnerabilizados, marcados por desigualdades econômicas, sociais e ambientais, esta oficina propõe, portanto, refletir e discutir possibilidades de formação em alimentação saudável a partir do potencial do GAPB enquanto ferramenta política, orientada pelo Direito Humano à Alimentação Adequada, com Cozinhas Solidárias. As Cozinhas Solidárias configuram-se como tecnologias sociais capazes de produzirem cuidado, organização comunitária e respostas coletivas a problemas complexos da saúde pública. Serão apresentadas experiências de desenvolvimento e implementação de metodologias de pesquisa construídas em parceria com Cozinhas Solidárias do MTST, sobre alimentação saudável. A partir dessas experiências, busca-se construir, de forma colaborativa, possibilidades de formação e ferramentas para a promoção da alimentação saudável à luz das recomendações do GAPB. A oficina utilizará metodologias ativas de ensino-aprendizado, combinando exposição dialogada, troca de experiências, discussão de casos e elaboração de propostas aplicáveis aos contextos dos participantes. Destina-se a estudantes, pesquisadoras/es, profissionais, gestoras/es e integrantes de movimentos sociais interessados na interface entre alimentação, território, justiça social e saúde coletiva. |
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 1 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF25 - DESCOLONIZAÇÃO EPISTÊMICA NO CAMPO DA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso
OF25 - DESCOLONIZAÇÃO EPISTÊMICA NO CAMPO DA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: https://forms.gle/JqhrxdeVtLma1nHK6 Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O processo de escravização dos povos produziu um espaço contínuo de apagamento das questões intelectuais e de saberes produzidos e legitimados pelos povos africanos, africanos em diáspora forçada e para os povos originários que viviam e produziam nos territórios invadidos e silenciados. Entendemos que os saberes ancestrais dialogam com o respeito as todas as formas de vida e com outras relações com a natureza e o ambiente e urge que esses formatos de viver/pensar/agir estejam nos debates que atravessam a alimentação e nutrição. Essa oficina é uma proposta do coletivo Rede Ajeum, Rede de nutricionistas e estudantes de nutrição negras e negros. A atividade visa analisar as estruturas históricas e contemporâneas que produzem desigualdades e opressões nesses campos, bem como fomentar a construção coletiva de estratégias de resistência, valorização cultural e transformação social, ancorada por uma interlocução com a agenda da justiça alimentar, ambiental e social. Será utilizada uma proposta metodológica problematizadora e participativa, com questões disparadoras que estimulem o diálogo e a reflexão coletiva entre os participantes da oficina. Serão mobilizadas diferentes estratégias pedagógicas, como dinâmicas de grupo, jogos e exercícios participativos inspirados em práticas teatrais voltadas à problematização de situações de opressão e à experimentação coletiva de Caminhos Epistemológicos de transformação, e a construção coletiva de elementos visuais, favorecendo a participação ativa e a troca de experiências. Essas atividades buscarão articular referenciais africanos, afro diaspóricos e indígenas, indispensáveis para pensarmos soberania alimentar, sistemas alimentares, modos de vida, segurança alimentar e nutricional, saberes e políticas públicas. |
FEFF - Sala de aula a definir 2 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF29 - MONITORAMENTO DA SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso OF29 - MONITORAMENTO DA SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 50 INSCRIÇÃO entre em contato no email: cgcoc@saude.gov.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A oficina “Monitoramento da Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde” tem como objetivo promover um espaço de reflexão e construção coletiva sobre estratégias de acompanhamento, avaliação e qualificação das ações de saúde mental desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde (APS), considerando referenciais normativos do Sistema Único de Saúde (SUS). A atividade propõe discutir dimensões centrais para a organização do cuidado em saúde mental, como acolhimento e continuidade do cuidado, capacitação das equipes, produção e uso de informações em saúde e gestão e articulação da rede de atenção. Parte-se da compreensão de que o acompanhamento sistemático das práticas e da organização do cuidado é fundamental para fortalecer a APS como coordenadora do cuidado em saúde mental nos territórios. Nesse sentido, busca-se analisar coletivamente elementos relacionados ao acolhimento de demandas, acompanhamento de usuários e familiares, desenvolvimento de projetos terapêuticos singulares, ações de promoção e prevenção, registro e compartilhamento de informações, qualificação das equipes e integração com a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). A metodologia será participativa, com breve apresentação dos eixos de análise para o monitoramento das ações de saúde mental nos serviços de saúde, seguida de trabalho em grupos orientado por questões disparadoras relacionadas a cada eixo (acolhimento e continuidade do cuidado, capacitação de profissionais, gestão de registros e informações em saúde e articulação da rede de atenção). As discussões buscarão identificar desafios, experiências e lacunas no acompanhamento das ações, contribuindo para a definição de prioridades e propostas de monitoramento e de plano de ação para o fortalecimento do cuidado em saúde mental. A oficina é destinada a gestores do SUS, profissionais da Atenção Primária e da Rede de Atenção Psicossocial, apoiadores institucionais, técnicos das secretarias de saúde, pesquisadores e estudantes interessados na qualificação das ações de saúde mental nos territórios. Coordenador(a): José Ítalo - Ministério da Saúde (DF) |
UEA - Prédio ANEXO - 3º andar - 3.6 ANEXO (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF33 - PLANEJAMENTO REPRODUTIVO CENTRADO NA PESSOA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso
OF33 - PLANEJAMENTO REPRODUTIVO CENTRADO NA PESSOA (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 INSCRIÇÃO entre em contato no email: gabriela.dosreis@saude.gov.br Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O minicurso propõe discutir o planejamento reprodutivo centrado na pessoa no contexto da Atenção Primária à Saúde (APS), tomando como referência os princípios da integralidade do cuidado, da equidade e dos direitos sexuais e reprodutivos no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Parte-se da compreensão de que o planejamento reprodutivo constitui um componente fundamental da atenção integral à saúde, devendo ser desenvolvido a partir do reconhecimento da autonomia das pessoas, de seus projetos de vida e das múltiplas determinações sociais que atravessam as experiências reprodutivas. No campo da Saúde Coletiva brasileira, a agenda do planejamento reprodutivo está historicamente associada às lutas sociais pela ampliação de direitos, pela democratização do acesso às tecnologias contraceptivas e pela construção de práticas de cuidado comprometidas com a justiça reprodutiva e a equidade em saúde. Nesse sentido, o fortalecimento de abordagens centradas na pessoa na APS contribui para qualificar o cuidado em saúde sexual e reprodutiva, ampliando a escuta qualificada, o aconselhamento informado e a tomada de decisão compartilhada. O minicurso abordará a consulta em planejamento reprodutivo na APS, estratégias de aconselhamento contraceptivo, ampliação do acesso a métodos contraceptivos e desafios para a incorporação de práticas de cuidado baseadas em direitos no cotidiano dos serviços. A atividade será desenvolvida por meio de exposição dialogada e problematização de situações do processo de trabalho, estimulando a reflexão crítica sobre a organização do cuidado e as possibilidades de fortalecimento dessa agenda nas políticas públicas de saúde. |
Psicologia - 1º andar - Sala 1 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF34 - OFICINA/REUNIÃO DO GT ENVELHECIMENTO E SAÚDE COLETIVA: PRODUÇÃO DO PLANO DIRETOR DO GT E SUA INTERFACE COM OS TERRITÓRIOS, OS DIREITOS HUMANOS E A INTERCULTURALIDADE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso
OF34 - OFICINA/REUNIÃO DO GT ENVELHECIMENTO E SAÚDE COLETIVA: PRODUÇÃO DO PLANO DIRETOR DO GT E SUA INTERFACE COM OS TERRITÓRIOS, OS DIREITOS HUMANOS E A INTERCULTURALIDADE (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: gtenvelhecimentoesaudeabrasco@gmail.com Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O GT Envelhecimento e Saúde Coletiva vem atuando ativamente nos Congressos da ABRASCO, com programação regulares nos anos de 2022 no 130 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva em Salvador; em 2023 com o coletivo temático no 90 Congresso de Ciências Humanas e Sociais em Saúde; em 2024 no 50 Congresso de Política, Planejamento e Gestão em Fortaleza; e 120 Congresso Brasileiro de Epidemiologia no Rio de Janeiro, culminando com a participação efetiva com importantes mesas e oficinas no 140 Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva em Brasília. Nesse sentido, com vistas à consolidação do grupo e de sua atuação no campo da Saúde Coletiva, objetiva-se a realização da oficina/reunião proposta para a construção do plano diretor do GT e discussão do seu conteúdo com interface com os distintos territórios, com os direitos humanos e com a interculturalidade. Para tanto, a oficina/reunião terá início com a apresentação dos eixos do plano diretor ao grupo e a construção do seu corpus, tendo como centralidade o envelhecimento, o conceito ampliado de saúde e os direitos humanos, os territórios, a intersetorialidade e interculturalidade. Metodologicamente, serão utilizados os princípios da educação popular e as técnicas de metodologias ativas. O público da oficina serão os integrantes do GT e todas as pessoas que tenham interesse em participar do mesmo. |
Psicologia - 2º andar - Sala Trabalho Grupal - 2° andar (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF37 - FORMAÇÃO EM SAÚDE PARA O ACOLHIMENTO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA: EXPERIMENTANDO PRÁTICAS DE ESCUTA E CUIDADO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso
OF37 - FORMAÇÃO EM SAÚDE PARA O ACOLHIMENTO DE MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA: EXPERIMENTANDO PRÁTICAS DE ESCUTA E CUIDADO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: mfterra@usp.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A violência contra mulheres constitui um fenômeno social complexo, atravessado por desigualdades de gênero, raça e classe, e reconhecido como importante problema de saúde pública. Nos serviços de saúde, profissionais frequentemente se deparam com situações de violência que exigem escuta qualificada, acolhimento e sensibilidade para reconhecer as vulnerabilidades e necessidades das mulheres. Entretanto, a formação em saúde ainda apresenta desafios para preparar estudantes e profissionais para lidar com essas situações de forma ética, crítica e comprometida com os direitos das mulheres. A oficina tem como objetivo apresentar e vivenciar uma estratégia pedagógica voltada ao desenvolvimento de práticas de escuta e acolhimento de mulheres em situação de violência no campo da formação em saúde. A proposta busca estimular reflexões sobre o cuidado, as relações de poder que atravessam as experiências de violência e os desafios enfrentados pelos profissionais no cotidiano dos serviços. A atividade será conduzida por meio de metodologias participativas e organizada em três momentos: (1) breve contextualização dialogada sobre violência de gênero e cuidado em saúde; (2) vivência de uma situação simulada de atendimento, por meio de role play, com foco na escuta e no acolhimento; e (3) debriefing coletivo para reflexão sobre a experiência, os sentimentos mobilizados e as possibilidades de qualificação das práticas de cuidado. A oficina é destinada a pesquisadores, docentes, estudantes e profissionais das áreas da saúde e das ciências sociais, bem como a trabalhadores do SUS e integrantes de movimentos sociais interessados na temática da violência de gênero e da formação em saúde. |
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - 3.2 ADM (50 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF39 - COMUNICAR SAÚDE JUNTO ÀS COMUNIDADES: CONDIÇÕES E DESAFIOS PARA FORTALECER DIÁLOGOS, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIREITO À SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso OF39 - COMUNICAR SAÚDE JUNTO ÀS COMUNIDADES: CONDIÇÕES E DESAFIOS PARA FORTALECER DIÁLOGOS, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E DIREITO À SAÚDE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: info@cuidachagas.org Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Esta oficina parte de um desafio recorrente em saúde pública, onde a comunicação é muitas vezes reduzida à transmissão de mensagens padronizadas, com linguagem que nem sempre dialoga com realidades territoriais, desigualdades e diferenças socioculturais. Em contextos de iniquidade, isso pode reforçar barreiras de acesso, estigmas e desconfiança, além de invisibilizar saberes locais e assimetrias de poder entre serviços, gestão e população. O objetivo da oficina é fortalecer capacidades para planejar, executar e analisar práticas de comunicação em saúde junto às comunidades, como estratégia para promover diálogo, engajamento, participação social e direito à saúde, inspirada em abordagens latino-americanas de educação e comunicação popular, com ênfase em problematização, escuta e diálogo de saberes. A oficina se ancora na experiência do Projeto CUIDA Chagas (doença de Chagas) como caso disparador, sem perder a transferibilidade para outros temas e territórios. Metodologia participativa (90 minutos): (1) breve enquadramento crítico (“quem comunica, com quem e para quê?”) e critérios éticos (não estigmatização, consentimento, cuidado); (2) apresentação de casos curtos no contexto das doenças negligenciadas; (3) círculos problematizadores em 4 ou 5 pequenos grupos a partir de desafios concretos do território (p.ex., estigma, barreiras linguísticas e digitais, rumores/desinformação, limites institucionais e de recursos) e considerando diversidade geográfica e cultural do Brasil. Os grupos serão convidados a cocriar respostas comunicacionais situadas (mensagens, formatos, canais e parcerias) e formas simples de avaliação participativa; (4) síntese coletiva com aprendizados, acordos e desafios comuns. Público: gestores/as, integrantes de ONGs, comunicadores/as, educadores/as, profissionais de saúde, estudantes e pesquisadores interessados no tema. Proponente e Coordenador(a): Valentina Carranza Weihmuller - Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI), Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) (RJ) |
UEA - 1º andar (COREMU) - Sala Labtecs (25 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF41 - AS PRÁTICAS CORPORAIS E AS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE COMO POSSÍVEIS CONTRADISPOSITIVOS A LÓGICA NEOLIBERAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF41 - AS PRÁTICAS CORPORAIS E AS PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE COMO POSSÍVEIS CONTRADISPOSITIVOS A LÓGICA NEOLIBERAL (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.gle/4rEUrysv3tfKX7kYA Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: As Práticas Corporais e as Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS) são estratégias fundamentais de cuidado, promoção da saúde e reflexões acerca da territorialidade. Assumimos como premissa que essas práticas podem atuar como contradispositivos ao neoliberalismo e a epistemologias coloniais, contestando a lógica da produtividade e do individualismo e criando espaços de resistência, subjetividade e coletividade. Nesse sentido, esta oficina propõe discussões e vivências das Práticas Corporais apresentadas no repertório das PICS como possibilidade de experimentação e reflexão, guiando os participantes à ampliar a compreensão do cuidado em saúde a partir de experiências corporais que envolvam diferentes culturas e expressões e à reconhecer as potências dessas práticas na valorização de territórios, de saberes locais, de experiências coletivas em saúde relacionadas com a questão da identidade, a descoberta do prazer, a relação intrínseca com o autoconhecimento, com o sentido de pertencimento, com a associação com as pessoas em determinado grupo, a tomada de consciência, educação popular em saúde e como possibilidade de movimentos de resistência que buscam subverter, recusar e reorganizar o funcionamento de dispositivos de poder. Como metodologia utilizaremos a Aprendizagem Baseada em Problemas, a Gamificação e Práticas Corporais fundamentadas nas Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares, onde os grupos participaram das experiências corporais e a partir disso, trabalham na resolução de cenários ou desafios reais. Com isso, serão realizadas discussões em grupo, construção coletiva de reflexões e socialização de propostas, buscando articular teoria, prática e experiências profissionais na produção de novos olhares sobre o cuidado em saúde. Proponente e Coordenador(a): Cláudia Pacifico - USP (Universidade de São Paulo) e Centro Universitário UNIFAAT (SP) Coordenador(a): Fabiana de Lima Guedes - Universidade de São Paulo (SP) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 1 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
E03 - ENCONTRO SOBRE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR, SUSTENTABILIDADE E JUSTIÇA CLIMÁTICA: ARTICULAÇÕES ENTRE POLÍTICAS PÚBLICAS, SISTEMAS ALIMENTARES E PARTICIPAÇÃO SOCIAL (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Encontro - Pré-Congresso E03 - ENCONTRO SOBRE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR, SUSTENTABILIDADE E JUSTIÇA CLIMÁTICA: ARTICULAÇÕES ENTRE POLÍTICAS PÚBLICAS, SISTEMAS ALIMENTARES E PARTICIPAÇÃO SOCIAL (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Espaço de encontro e articulação voltado ao debate sobre alimentação escolar, sustentabilidade e justiça climática, reunindo diferentes entidades envolvidos com políticas públicas de alimentação e nutrição. A atividade será organizada no formato de reunião ampliada para promover o diálogo, a escuta e a troca de opiniões sobre temas de interesse comum relacionados aos sistemas alimentares, à segurança alimentar e nutricional e às mudanças climáticas. Objetivo: Promover o intercâmbio de experiências, reflexões e perspectivas entre pesquisadores, gestores públicos, professores de instituições públicas federais, representantes da agricultura familiar, movimentos sociais, Centros Colaboradores em Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE) e conselheiros do Conselho de Alimentação Escolar (CAE), Conselhos Regionais de Nutrição, buscando fortalecer o debate sobre o papel da alimentação escolar na promoção de sistemas alimentares sustentáveis e socialmente justos. Participarão pesquisadores, agricultores, e outros atores que atuam com alimentação escolar no Amazonas. Justificativa: A alimentação escolar constitui uma política pública estratégica para a promoção do Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável, para o fortalecimento da agricultura familiar e para a valorização de sistemas alimentares mais sustentáveis. Diante do avanço das mudanças climáticas e do agravamento das desigualdades sociais, torna-se fundamental ampliar os espaços de diálogo e articulação entre diferentes setores para refletir sobre desafios, potencialidades e estratégias de fortalecimento do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) na perspectiva da sustentabilidade e da justiça climática. Público-alvo: Pesquisadores, estudantes, gestores públicos, nutricionistas, professores de instituições públicas, conselheiros de políticas públicas, representantes da agricultura familiar e integrantes de movimentos sociais interessados na interface entre alimentação escolar, sustentabilidade e justiça climática. Proponente: Alessandra da Silva Pereira - UNIRIO - Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (RJ) |
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 2 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
FR02 - TERRITÓRIO SAUDÁVEL É CAMINHO PARA UMA COMUNIDADE INDÍGENA SAUDÁVEL (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Fórum - Pré-Congresso FR02 - TERRITÓRIO SAUDÁVEL É CAMINHO PARA UMA COMUNIDADE INDÍGENA SAUDÁVEL (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 50 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Proponente: Coordenador(a): Ementa: A proposta de um fórum envolvendo a participação da gestão, SESAI, da academia, Fiocruz Amazônia, de instituições de saúde, Einstein Hospital Israelita, e do controle social, FPCondisi, é fomentar o debate sobre a importância de um território saudável para a saúde e modos de vida das populações. Os povos originários sempre apontaram o território como condição sine qua non para se ter saúde. Atualmente, as diversas ações de exploração do meio-ambiente, mesmo quando não executada pelas comunidades, tem contaminado a água e a terra destas populações. A SESAI tem desenvolvido diversas ações para qualificar a vigilância ambiental. Uma delas é o Programa Nacional de Saneamento Indígena (PNSI) que busca impulsionar o acesso à água de qualidade para o consumo humano e o direito à saneamento básico adequado em todos os territórios indígenas do país. Nesta perspectiva diversas ações estão em andamento, como o Projeto Proadi-SUS Vigilância Ambiental e Saúde Indígena que tem como objetivo a construção de uma plataforma de coleta, integração e análise de dados de vigilância ambiental e a análise de água e solo em 50 aldeias e 25 CASAIs de 10 DSEIs da região da Amazônia legal quanto a sua microbiota, presença de agrotóxicos e metais pesados. Neste sentido, debater com a população indígena e o público geral que tenham interesses nestas temáticas é fundamental para reflexões sobre a compreensão da água e da terra pelos indígenas bem como a sua importância na redução de doenças, principalmente as evitáveis, que é um dos focos do projeto VIGIAMBSI. Proponente e Coordenador(a): Nayara Scalco - ILMD/Fiocruz Amazônia (AM) |
UEA - Prédio ANEXO - Térreo - Sala Interatividade - Biblioteca (30 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
E05 - JUVENTUDE, CIÊNCIA E SAÚDE DIGITAL: FORMAÇÃO CRÍTICA PARA O FUTURO DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Encontro - Pré-Congresso
E05 - JUVENTUDE, CIÊNCIA E SAÚDE DIGITAL: FORMAÇÃO CRÍTICA PARA O FUTURO DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O encontro tem como objetivo promover o diálogo entre estudantes e jovens pesquisadores interessados no campo da saúde digital. A atividade busca discutir os desafios contemporâneos da formação em saúde frente às transformações tecnológicas e às demandas sociais do século XXI. Serão abordados temas como interdisciplinaridade, interculturalidade, inovação tecnológica, sustentabilidade e participação social na construção de sistemas de saúde mais equitativos. O formato do encontro privilegia a troca de experiências e a construção coletiva de perspectivas de atuação acadêmica no campo da saúde digital. A atividade será conduzida por meio de roda de conversa e dinâmicas participativas que estimulem a interação entre participantes de diferentes regiões e áreas de conhecimento. |
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 4 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
R04 - REUNIÃO DO GT DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE DA ABRASCO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Reunião - Pré-Congresso R04 - REUNIÃO DO GT DEFICIÊNCIA E ACESSIBILIDADE DA ABRASCO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O Grupo de Trabalho de Deficiência e Acessibilidade da Abrasco representa um espaço de diálogo e de articulação entre diferentes pesquisadoras/es e profissionais de saude que atuam no e do campo da Saúde Coletiva, implicados com a temática da deficiência na perspectiva dos direitos humanos. Buscamos diálogos interdisciplinares, intersetoriais e interinstitucionais para ampliar, fortalecer e aprimorar pesquisas e ações com e para pessoas com deficiência. Nesse sentido, o objetivo da reunião aberta do GT durante o 10º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde é proporcionar um espaço de diálogo sobre esse campo de estudos e de ação entre os membros e congressistas interessados em conhecer o trabalho realizado pelo GT, em contribuir com o debate e/ou em fazer parte do grupo. Proponente: Fernanda Maciel - Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais (MG) |
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 5 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
FR05 - FÓRUM SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS INTERSETORIAIS ANTIGORDOFOBIA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Fórum - Pré-Congresso
FR05 - FÓRUM SOBRE POLÍTICAS PÚBLICAS INTERSETORIAIS ANTIGORDOFOBIA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: obesidade.enut@ufop.edu.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Discussão sobre propostas de políticas públicas intersetoriais antigordofobia suscitadas em oficinas regionais com a população adulta que vive com obesidade e em oficinas nacionais com pesquisadores e especialistas em obesidade, estigma de peso e interseccionalidade, entre julho de 2025 e janeiro de 2026. As oficinas pautaram-se nos objetivos do Projeto de Apoio à Implementação e Fortalecimento das ações da Estratégia Intersetorial de Prevenção da Obesidade, coordenada pela Universidade Federal de Ouro Preto em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Foram idealizadas propostas de políticas que articulam setores como: Desenvolvimento e Assistência Social; Direitos Humanos; Educação; Saúde; Trabalho; Gestão e Inovação; Mobilidade Urbana; Desenvolvimento Urbano; Transporte Aéreo; Comunicação; Cultura; Comércio e Indústria; Esporte e Lazer; Criminal; Legislativo. O objetivo deste fórum é promover o debate em torno da viabilidade de implementação das propostas de políticas públicas intersetoriais, pela perspectiva de representantes de movimentos sociais ligados à prevenção da obesidade e da gordofobia. A consolidação do debate pode ser estruturante para o processo de advocacy quanto à elaboração e publicação do Estatuto da Pessoa com Obesidade. O público-alvo compreenderá integrantes de Organizações do Terceiro Setor e do Ativismo Gordo, Body Positive ou equivalente, com ideias convergentes sobre a concepção da obesidade como condição crônica de saúde que suscetibiliza grupos interseccionalmente minorizados à potencialização do estigma de peso. A presença de conflito de interesses com a indústria de alimentos ultraprocessados e a farmacêutica é critério decisivo para a exclusão. |
UEA - Prédio ANEXO - 4º andar - Mini auditório (MBT) (50 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
CD01 - ENTRE RUAS, TERRITÓRIOS E DIREITOS: 10 ANOS DO CONSULTÓRIO NA RUA DE RECIFE E A PRODUÇÃO DO CUIDADO NO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Cinebate - Pré-Congresso CD01 - ENTRE RUAS, TERRITÓRIOS E DIREITOS: 10 ANOS DO CONSULTÓRIO NA RUA DE RECIFE E A PRODUÇÃO DO CUIDADO NO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 50 INSCRIÇÃO entre em contato no email: anacovalerio@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A atividade propõe a realização de um cine debate em alusão aos dez anos de atuação do Consultório na Rua de Recife, estratégia da Atenção Primária à Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), voltada à promoção do cuidado integral à população em situação de rua. A partir da exibição de material audiovisual e debate coletivo, busca refletir sobre os desafios, potências e aprendizados construídos ao longo dessa trajetória de cuidado em territórios marcados por profundas desigualdades sociais, diversidade cultural e vulnerabilidades sociais e ambientais. Objetivando promover um espaço de diálogo crítico sobre a importância das políticas públicas de saúde voltadas a essa população, destacando o papel do cuidado territorial, abordagem interprofissional e das práticas orientadas pela redução de danos como estratégias fundamentais para a garantia de direitos. A atividade pretende também problematizar os determinantes sociais de saúde e as múltiplas dimensões que atravessam a vida nas ruas, como raça, gênero, território e condições socioeconômicas, evidenciando processos de exclusão, resistência e construção de direitos. A proposta justifica-se pela relevância de ampliar o debate acadêmico, político-social acerca das políticas públicas voltadas a grupos historicamente marginalizados, especialmente diante dos desafios contemporâneos relacionados às desigualdades urbanas, precarização das condições de vida e às crises socioambientais. Assim, evidenciar a centralidade do território, da interculturalidade e da equidade na produção do cuidado. O público-alvo inclui pesquisadores, estudantes, trabalhadores do SUS, gestores públicos, profissionais da assistência social, movimentos sociais e demais interessados nas interfaces entre saúde coletiva, políticas públicas e justiça social. Proponente e Coordenador(a): Ana Cristina - UFPE (PE) Coordenador(a): LILIAN COELHO - Secretaria de Atenção Basica de Recife (PE) |
Psicologia - 1º andar - Sala 6 (50 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
E07 - I ENCONTRO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA REGIÃO NORTE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Encontro - Pré-Congresso E07 - I ENCONTRO DO MESTRADO PROFISSIONAL EM SAÚDE DA FAMÍLIA DA REGIÃO NORTE (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 100 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Nosso encontro tem como objetivo o de fortalecer a articulação de pesquisadores e trabalhadores que atuam na qualificação de profissionais na Atenção Primária à Saúde na região norte cujas características geográficas e socioculturais trazem desafios específicos na proposição do desenvolvimento de práticas de pesquisa e de intervenção nos serviços de saúde que sejam adequadas à realidade cultural, social e geográfica da região. O fortalecimento dessa rede nesse encontro também possibilitará dialogar sobre os limites da adequação dos mestrados profissionais da região norte às métricas de qualidade estabelecidas que não dialogam com os contextos interculturais e as práticas colaborativas e decoloniais de produção do conhecimento. E como produto do encontro iremos promover a pactuação de uma agenda em comum para o fortalecimento do Mestrado Profissional em Saúde da Família para a região. Proponente e Coordenador(a): Katia Fernanda Alves Moreira - Fundação Universidade Federal de Rondônia UNIR (RO) Coordenador(a): Sônia Maria Lemos - UEA (Brasil) |
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - AUD. II ADM (200 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
FR08 - BRANQUITUDE: EMERGÊNCIAS DE UMA PERSPECTIVA NECESSÁRIA À SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Fórum - Pré-Congresso FR08 - BRANQUITUDE: EMERGÊNCIAS DE UMA PERSPECTIVA NECESSÁRIA À SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 100 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A branquitude é uma perspectiva recente nos estudos das relações raciais. Sua importância está na capacidade de subversão de paradigmas que, no enfrentamento do racismo, acabam por reiterar hierarquias raciais ao ocultar o lugar dos brancos na manutenção do racismo, na incidência da discriminação, essencializando os sistemas de dominação racial sob a identidade negra. A inscrição dessa chave analítica na saúde ainda é recente, todavia, mostra enorme potência. Esse fórum espera reunir estudantes, profissionais, gestores, pesquisadores, professores e movimentos sociais situados na Saúde Coletiva e interessados em discutir a incidência dessa abordagem no campo, apostando em sua potência. Espera-se, portanto, refletir sobre os modos como branquitude, contrato racial, pacto narcísico da branquitude, fragilidade branca e ignorância branca, e a miríade de conceitos que emergem desses estudos, podem ajudar a compreender a formação das desigualdades na saúde, compreendidas, sob essa perspectiva, como fenômeno social e racialmente construído sob uma agenda supremacista. Desvelar como branquitude se expressa na história e constituição desse campo, na produção de conhecimentos e do cuidado, na consecução das políticas e seus arranjos institucionais, nas ferramentas de gestão, nas epistemologias que orientam as análises e modos de compreensão dos fenômenos no campo pode, certamente, fortalecer a consubstanciação dos princípios do SUS, em especial, o da equidade. Aqui, estão convocados todos os que compreendem que incorporar a branquitude a agenda de pesquisas da Saúde Coletiva é uma tarefa não apenas urgente, mas necessária ao enfrentamento das iniquidades e dos dilemas estruturais do nosso sistema de saúde. Proponente e Coordenador(a): Mônica - FSP - USP (SP) Coordenador(a): Leandro Augusto Pires Gonçalves - Universidade Federal Fluminense - UFF (Brasil) |
Psicologia - 1º andar - Auditório Sala 11 (80 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
S01 - EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO SUS: DIÁLOGOS E PROPOSIÇÕES A PARTIR DOS RESULTADOS DA PESQUISA NACIONAL SOBRE A OPERACIONALIZAÇÃO DA PNEPS E DESAFIOS PARA AS ESCOLAS DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Simpósio - Pré-Congresso S01 - EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NO SUS: DIÁLOGOS E PROPOSIÇÕES A PARTIR DOS RESULTADOS DA PESQUISA NACIONAL SOBRE A OPERACIONALIZAÇÃO DA PNEPS E DESAFIOS PARA AS ESCOLAS DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 80 INSCRIÇÃO entre em contato no email: rededeescolas@gmail.com Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A Educação Permanente em Saúde (EPS) constitui uma estratégia estruturante do Sistema Único de Saúde (SUS), orientada pela integração entre ensino, trabalho, gestão e controle social, com o objetivo de transformar práticas profissionais e qualificar o cuidado em saúde. Instituída pela Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), a EPS tem sido implementada de formas diversas nos diferentes contextos do país, refletindo distintos e múltiplos arranjos institucionais no âmbito do SUS. A atividade proposta visa disseminar e discutir resultados da pesquisa “Operacionalização da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde no Brasil: aspectos político-gerenciais e processos educativos no SUS”, desenvolvida no âmbito da Rede Brasileira de Escolas de Saúde Pública -RedEscola. A pesquisa analisa, em escala nacional, as estruturas de gestão, os processos formativos, as práticas educativas e os desafios relacionados à implementação da PNEPS em diferentes contextos do Brasil. Neste espaço, almeja-se promover o diálogo acerca dos processos de implementação da PNEPS nos diferentes contextos, refletir coletivamente sobre os desafios e potencialidades da EPS e construir proposições e recomendações voltadas ao fortalecimento da EPS no Brasil. A atividade será organizada como um seminário dialogado, envolvendo apresentação dos resultados do estudo e debate com pesquisadores, gestores, trabalhadores do SUS, representantes de instituições formadoras e estudantes. Espera-se promover um espaço de reflexão coletiva sobre os caminhos para o fortalecimento da EPS, destacando o papel das Escolas do SUS e das redes de formação na consolidação da política. Proponente e Coordenador: Márcia Fausto - ENSP/FIOCRUZ (RJ) Coordenador(a): Aline Daiane Schlindwein - Escola de Saúde Pública de Santa Catarina (ESPSC) (Brasil) Coordenador(a): Cristiano - Universidade Federal do Acre (UFAC) (AC) |
Psicologia - 1º andar - Auditório Sala 11 (80 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF68 - OFICINA DA ÁREA DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO DA SAÚDE - PRÓXIMOS PASSOS PARA COLOCAR O PLANO EM AÇÃO (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso
OF68 - OFICINA DA ÁREA DE POLÍTICA, PLANEJAMENTO E GESTÃO DA SAÚDE - PRÓXIMOS PASSOS PARA COLOCAR O PLANO EM AÇÃO (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 150 INSCRIÇÃO entre em contato no email: Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: |
ICB - Térreo - Auditório Paulo Bürhnheim (150 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Oficina - Pré-Congresso OF06 - ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, TERRITÓRIOS E CRISE CLIMÁTICA: INTERCULTURALIDADE, VULNERABILIDADES E RESPOSTAS DO CUIDADO NO SÉCULO XXI (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF06 - ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE, TERRITÓRIOS E CRISE CLIMÁTICA: INTERCULTURALIDADE, VULNERABILIDADES E RESPOSTAS DO CUIDADO NO SÉCULO XXI (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Proponente e Coordenador(a): LIGIA GIOVANELLA - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz) (RJ) |
Biblioteca setorial SUL - Térreo - Auditório Hall (300 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF46 - MESTRAS E MESTRES DA CULTURA POPULAR: MODOS DE EXISTIR QUE REÚNEM A FORÇA ANCESTRAL E O LAÇO INTERGERACIONAL NO ENFRETAMENTO AO IDADISMO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso
OF46 - MESTRAS E MESTRES DA CULTURA POPULAR: MODOS DE EXISTIR QUE REÚNEM A FORÇA ANCESTRAL E O LAÇO INTERGERACIONAL NO ENFRETAMENTO AO IDADISMO (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: p.ericaoliveira@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Esta oficina é um convite a experienciar uma prática diferenciada de enfrentamento ao idadismo, compreendendo a força dos mestres e mestras da cultura popular para a perpetuação de um saber ancestral que dialoga com a intergeracionalidade, promovendo uma interlocução com o processo de envelhecimento no Brasil e trazendo resultados para a construção de políticas públicas de direitos da pessoa idosa. Objetivos: Promover o diálogo intergeracional entre estudantes, pesquisadores e artistas populares e fortalecer ações de enfrentamento ao idadismo e outras violênciascontra a pessoa idosa.. Metodologia: Utilizaremos o círculo de cultura como metodologia participativa na oficina proposta, partindo dos pressupostos do Estatuto da Pessoa Idosa, que inclui direitos à liberdade, à cultura, ao protagonismo e ao envelhecimento digno, ativo e saudável. Uma perspectiva que amplia o cuidado e ultrapassa o modelo tradicional de saúde através de uma abordagem centrada no sujeito, enfatizando o protagonismo, a autonomia e a liberdade de expressão das pessoas partiipantes. |
UEA - Prédio Administrativo - 3° andar - 3.1 ADM (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
OF55 - AMBIENTE, TRABALHO E SUSTENTABILIDADE NO SUS: PRECARIZAÇÃO, CONTRATUALIZAÇÃO RESPONSÁVEL E CAPACIDADE REGULATÓRIA DO ESTADO NOS MODELOS DE GESTÃO (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso
OF55 - AMBIENTE, TRABALHO E SUSTENTABILIDADE NO SUS: PRECARIZAÇÃO, CONTRATUALIZAÇÃO RESPONSÁVEL E CAPACIDADE REGULATÓRIA DO ESTADO NOS MODELOS DE GESTÃO (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 INSCRIÇÃO entre em contato no email: joseane.duarte@saude.gov.br Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: As transformações nos modelos de gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), com a ampliação de arranjos institucionais alternativos à administração direta do Estado, têm produzido impactos relevantes nas relações e condições de trabalho em saúde, na organização territorial do cuidado e na sustentabilidade institucional do sistema. A partir das evidências da pesquisa Diagnóstico sobre as Relações de Trabalho nos Modelos de Gestão Alternativos à Gestão Direta do Estado no SUS, esta oficina propõe discutir os efeitos desses modelos sobre a precarização do trabalho, a proteção social dos trabalhadores e a capacidade regulatória do Estado. Objetivo: analisar as relações entre modelos de gestão, condições de trabalho e sustentabilidade do SUS, promovendo a construção coletiva de estratégias para o enfrentamento da precarização e o fortalecimento do trabalho decente na saúde. Metodologia: a oficina terá caráter participativo e será estruturada em quatro momentos: (1) exposição dialogada com apresentação de evidências da pesquisa, incluindo dados, mapas e análise histórico-normativa dos modelos de gestão; (2) grupos temáticos de trabalho organizados em três eixos – precarização, território e desigualdades; contratualização responsável e sustentabilidade institucional; trabalho decente e capacidade regulatória do Estado; (3) plenária de sistematização com construção coletiva de recomendações; e (4) registro técnico das contribuições para subsidiar análises e publicações futuras. Público: pesquisadores(as) em Ciências Sociais e Humanas em Saúde, gestores(as) do SUS, trabalhadores(as) da saúde, representantes do controle social, movimentos sociais vinculados ao direito à saúde e estudantes interessados nas relações entre trabalho, gestão e políticas públicas de saúde" |
Biblioteca setorial SUL - Térreo - Auditório (50 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
OF59 - PASSO ZERO: CUIDADO ANTIRRACISTA E JUSTIÇA REPRODUTIVA NA ATENÇÃO OBSTÉTRICA DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Oficina - Pré-Congresso
OF59 - PASSO ZERO: CUIDADO ANTIRRACISTA E JUSTIÇA REPRODUTIVA NA ATENÇÃO OBSTÉTRICA DO SUS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UFAM Vagas: 120 INSCRIÇÃO: preencha o formulário no link: https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=00pVmiu1Ykijb4TYkeXHBYK653oxiONEpIil_gENBPlUQ1hMT01IMkhGMUZEWkYxSko2NUFKT1Q5SiQlQCN0PWcu Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A oficina propõe discutir o racismo como determinante estrutural das desigualdades em saúde materna no Brasil e refletir sobre estratégias para a construção de práticas de cuidado antirracistas no Sistema Único de Saúde. Parte-se do reconhecimento de que mulheres negras, indígenas e grupos que vivem opressões interseccionais, enfrentam maiores barreiras de acesso e maior risco de morbimortalidade materna, expressando os efeitos do racismo estrutural e das desigualdades territoriais no campo da saúde. Inspirada na proposta denominada “Passo Zero – Promova o enfrentamento ao racismo em todas as etapas do cuidado obstétrico”, iniciativa que incorpora os 10 Passos do Cuidado Obstétrico para a Redução da Morbimortalidade Materna (IFF/Fiocruz/MS) e que reconhece o enfrentamento ao racismo como condição estruturante para a redução da mortalidade materna, a oficina propõe a construção de um espaço de reflexão coletiva sobre as práticas de cuidado no ciclo gravídico-puerperal. A atividade dialoga também com a implementação da Rede Alyne, política nacional voltada à organização da atenção materna e infantil no SUS, que enfatiza a promoção da equidade étnico-racial e a redução das desigualdades na assistência obstétrica. A oficina buscará articular saberes acadêmicos, experiências da gestão pública, práticas desenvolvidas nos serviços de saúde e vivências produzidas por movimentos sociais e coletivos territoriais. Serão discutidas experiências relacionadas ao enfrentamento do racismo obstétrico e a construção de estratégias institucionais para a promoção da equidade. A atividade pretende fortalecer o diálogo entre gestão, trabalhadores do SUS, pesquisadores, movimentos sociais e lideranças contribuindo para a construção de agendas e recomendações voltadas à incorporação de práticas antirracistas na atenção obstétrica e perinatal. |
Psicologia - Térreo - Auditório Katia Lenz (120 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
E11 - VIGILÂNCIA POPULAR PARA EQUIDADE EM SAÚDE : CONFLUÊNCIAS ENTRE O SUS E TERRITÓRIOS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Encontro - Pré-Congresso E11 - VIGILÂNCIA POPULAR PARA EQUIDADE EM SAÚDE : CONFLUÊNCIAS ENTRE O SUS E TERRITÓRIOS (16/09/26 - 8h30 às 11h50) Local: UEA Vagas: 25 INSCRIÇÃO: atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A proposta “Vigilância Popular para Equidade em Saúde: Confluências entre o SUS e Territórios” consiste em um encontro voltado à troca de saberes entre profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) e sujeitos coletivos dos territórios que desenvolvem práticas de vigilância popular em saúde e saúde ambiental. A atividade pretende criar um espaço de diálogo horizontal entre conhecimentos técnicos, científicos e populares, reconhecendo o território como espaço fundamental de produção de saberes, monitoramento de problemas e mobilização social em torno das condições de vida e saúde. O objetivo do encontro é apresentar e discutir iniciativas desenvolvidas no âmbito do SUS voltadas ao fortalecimento da Vigilância Popular em Saúde, incluindo projetos institucionais, diretrizes nacionais e produções técnicas e populares. Busca-se também refletir sobre como os territórios têm desempenhado papel central no controle social, no acompanhamento de agravos e na produção participativa de dados em saúde e ambiente. A proposta justifica-se diante dos desafios contemporâneos relacionados às desigualdades sociais, às mudanças ambientais-climáticas e às iniquidades em saúde. Nesse contexto, fortalecer práticas participativas e processos de produção compartilhada do conhecimento contribui para aproximar o SUS das realidades territoriais de forma mais equitativa. A vigilância popular se apresenta como estratégia relevante para ampliar a participação social e garantir a equidade. O encontro é destinado a profissionais do SUS, estudantes, pesquisadores, integrantes da sociedade civil organizada e movimentos sociais. Proponente: ANA SANCHES - Ministério da Saúde (DF) Coordenador(a): Rafael Bastos - Ministério da Saúde (DF) |
UEA - 1º andar - SALA PPGSC02 (25 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Oficina - Pré-Congresso OF35 - LITERATURAS E ECOLOGIA HUMANA: POESIA BRASILEIRA PARA A FORMAÇÃO ECOCRÍTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF35 - LITERATURAS E ECOLOGIA HUMANA: POESIA BRASILEIRA PARA A FORMAÇÃO ECOCRÍTICA EM SAÚDE (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Gabrielle Paulanti - Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio - Fiocruz (RJ) |
UEA - 1º andar - SALA PPGSC01 (25 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
Curso - Pré-Congresso MC02 - DESCOLONIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS NA SAÚDE: IMPLICAÇÕES EPISTÊMICAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Curso - Pré-Congresso MC02 - DESCOLONIZAÇÃO DAS CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS NA SAÚDE: IMPLICAÇÕES EPISTÊMICAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Gonzalo_Basile - Programa Saúde Internacional do CLACSO (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais) (Outro) Coordenador(a) e Professor(a): Odeth Santos Madrigal - PUIC-UNAM (Universidade Nacional Autônoma do México) (Outro) Professor(a): Gonzalo_Basile - Programa Saúde Internacional do CLACSO (Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais) (Outro) |
Psicologia - 1º andar - Sala 2 (50 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
Curso - Pré-Congresso MC04 - DESCOLONIZAR A SAÚDE GLOBAL: EQUIDADE, INTERCULTURALIDADE E SOBERANIA SANITÁRIA DESDE O SUL GLOBAL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Curso - Pré-Congresso MC04 - DESCOLONIZAR A SAÚDE GLOBAL: EQUIDADE, INTERCULTURALIDADE E SOBERANIA SANITÁRIA DESDE O SUL GLOBAL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Marciglei Morais - AFYA Faculdades Vitória da Conquista (BA) Professor(a): Mateus Brito - Universidade Federal da Bahia/Instituto de Saúde Coletiva (UFBA/ISC) (DF) Professor(a): Hilton P. Silva - Universidade Federal do Pará e Universidade de Brasília (DF) |
Psicologia - 1º andar - Sala 3 (50 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Curso - Pré-Congresso MC18 - (DES)ENVOLVIMENTOS ENTRE TRANÇAS E TRAMAS: CAMINHOS ANTIRRACISTAS ENTRE PODER PSIQUIÁTRICO E EDUCAÇÃO (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Curso - Pré-Congresso MC18 - (DES)ENVOLVIMENTOS ENTRE TRANÇAS E TRAMAS: CAMINHOS ANTIRRACISTAS ENTRE PODER PSIQUIÁTRICO E EDUCAÇÃO (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Professor(a): Ueslei Solaterrar da Silva Carneiro - Instituto De Medicina Social - UERJ (Brasil) |
CCA - Térreo - Auditório Vitória Régia (100 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Oficina - Pré-Congresso OF02 - PERSPECTIVAS INTERCULTURAIS EM SAÚDE E SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO À SAÚDE E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MIGRANTES NO BRASIL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF02 - PERSPECTIVAS INTERCULTURAIS EM SAÚDE E SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO À SAÚDE E NAS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA MIGRANTES NO BRASIL (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Alexandre Branco Pereira - Frente Nacional Pela Saúde De Migrantes (FENAMI) e Universidade de Brasília (UNB) (DF) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 4 (40 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
Oficina - Pré-Congresso OF08 - CUIDAR, RECONHECER E REPARAR: CONSTRUINDO REFERENCIAIS PARA A ATUAÇÃO NAS REDES DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS BEBÊS (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF08 - CUIDAR, RECONHECER E REPARAR: CONSTRUINDO REFERENCIAIS PARA A ATUAÇÃO NAS REDES DE PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE RUA E SEUS BEBÊS (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Gilney Costa - Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca / Fundação Oswaldo Cruz (RJ) Coordenador(a): Tatiana Wargas - Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira/Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) (RJ) |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 7 (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Oficina - Pré-Congresso OF18 - CARTOGRAFIAS DA MEMÓRIA: PRÁTICAS EDUCATIVAS EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E A CONSTRUÇÃO DE MEMORIAIS NOS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF18 - CARTOGRAFIAS DA MEMÓRIA: PRÁTICAS EDUCATIVAS EM SAÚDE, INTERCULTURALIDADE E A CONSTRUÇÃO DE MEMORIAIS NOS TERRITÓRIOS (15/09/26 - 8h30 às 11h50 e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Coordenador(a): José Carlos Silva - UFPB (PE) |
CLL - Letras e Libras - Térreo - Sala 3 (40 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
Oficina - Pré-Congresso OF12 - PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA FORÇA DE TRABALHO NA SAÚDE INDÍGENA (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Oficina - Pré-Congresso OF12 - PLANEJAMENTO E DIMENSIONAMENTO DA FORÇA DE TRABALHO NA SAÚDE INDÍGENA (15/09/26 - 8h30 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Coordenador(a): Jéssica de Souza Lopes - Universidade de Brasília (DF) |
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 6 (30 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Reunião - Pré-Congresso R12 - PROMOÇÃO DA SAÚDE EM DEBATE: SABERES, TERRITÓRIOS E PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Reunião - Pré-Congresso R12 - PROMOÇÃO DA SAÚDE EM DEBATE: SABERES, TERRITÓRIOS E PARTICIPAÇÃO NAS PRÁTICAS DO SUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuação) Proponente e Coordenador(a): Rebeca Duarte - UFRJ (RJ) |
FEFF - Sala de aula a definir (40 pax) |
| 08:30 - 11:50 |
Encontro - Pré-Congresso E12 - ENCONTRO DE PROJETOS PET-SAÚDE: INFORMAÇÃO E SAÚDE DIGITAL - POPULAÇÕES VULNERABILIZADAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuacão) Encontro - Pré-Congresso
E12 - ENCONTRO DE PROJETOS PET-SAÚDE: INFORMAÇÃO E SAÚDE DIGITAL - POPULAÇÕES VULNERABILIZADAS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 11h50) (continuacão) |
Farmácia - Térreo - Auditório (130 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
Encontro - Pré-Congresso E08 - I ENCONTRO PARA EDUCADORAS E EDUCADORES POPULARES DE SAÚDE DA AMAZÔNIA LEGAL E PANTANAL SUL-MATO-GROSSENSE - AGPOPSUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Encontro - Pré-Congresso E08 - I ENCONTRO PARA EDUCADORAS E EDUCADORES POPULARES DE SAÚDE DA AMAZÔNIA LEGAL E PANTANAL SUL-MATO-GROSSENSE - AGPOPSUS (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 8h30 às 16h30) (continuação) Coordenador(a): Edilene Pereira - Fundação Oswaldo Cruz (RJ) |
FEFF - Térreo - Auditório Guilherme Nery (120 pax) |
| 08:30 - 16:30 |
R01 - REUNIÃO DA COMISSÃO DE CSHS (SOMENTE CONVIDADOS) (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Reunião - Pré-Congresso R01 - REUNIÃO DA COMISSÃO DE CSHS (SOMENTE CONVIDADOS) (16/09/26 - 8h30 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 80 - SOMENTE CONVIDADOS Carga horária: 8 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Proponente e Coordenador(a): Henrique Saldanha - Universidade Federal da Bahia (BA) |
Psicologia - 2º andar - Auditório da Pós Graduação (80 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
OF10 - ENTRE RIOS DA VIDA E REDES VIVAS DE ESTUDANTES MIGRANTES: O QUE APRENDEMOS INTERCULTURALMENTE COM AS EPISTEMOLOGIAS DAS ÁGUAS? (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF10 - ENTRE RIOS DA VIDA E REDES VIVAS DE ESTUDANTES MIGRANTES: O QUE APRENDEMOS INTERCULTURALMENTE COM AS EPISTEMOLOGIAS DAS ÁGUAS? (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: psimedeiros10@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa Apresentar as bases daquilo que chamamos epistemologias das águas, em que saberes amazônicos, quilombolas e a cartografia como método confluem e produzem operadores teóricos como a ideia de "territórios líquidos”, “confluência das águas” que nos permitem pensar-sentir-agir indagando sobre as redes vivas e de vida de estudantes ribeirinhos migrantes e construindo com eles mapas afetivos sobres suas experiências universitárias em Manaus. O objetivo da oficina é produzir coletivamente rios e redes vivas a partir das confluências das águas que territorializam e afirmam as vidas das pessoas participantes, permitindo a experimentação de uma metodologia cartográfica dessas redes vivas como dispositivo intercultural, de cuidado em saúde e de permanência e apoio a estudantes universitários. A metodologia participativa se organiza em quatro movimentos e envolverá a técnica dos Rios da Vida. No primeiro movimento, serão apresentadas ideias, pensamentos sobre o significado e afetações do rio para a vida dos participantes. No segundo movimento, apresentaremos perguntas disparadoras para a produção dos Rios da Vida e Redes Vivas dos participantes individualmente ou reunidos por semelhanças territoriais. No terceiro movimento, o coletivo de participantes irá desenhar seus Rios e Redes Vivas entre seus territórios. O quarto movimento, será de socialização e compartilhamento dos Rios e das Redes vivas produzidos coletivamente. O público são estudantes das ações afirmativas de graduação e pós-graduação, educadores, pessoas dos movimentos sociais, pessoas em situação de migração e refúgio, trabalhadores de saúde. Proponente e Coordenador(a): Josiane Medeiros - Universidade Federal do Amazonas (AM) |
FEFF - Sala de aula a definir 2 (40 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
OF14 - COMUNICAÇÃO EM ABORTO: USANDO EVIDÊNCIAS PARA ENFRENTAR ESTIGMAS E RETROCESSOS DE DIREITOS (16/09/26 -13h10 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF14 - COMUNICAÇÃO EM ABORTO: USANDO EVIDÊNCIAS PARA ENFRENTAR ESTIGMAS E RETROCESSOS DE DIREITOS (16/09/26 -13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: dandarapimentelfreitas@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Em um campo tensionado por moralidades religiosas, interditos legais e desigualdades e estereótipos de gênero, como é o campo do aborto, como transitar discursos livres de estigma garantindo segurança a (e de) quem fala? A oficina propõe discutir estratégias de comunicação em saúde baseadas em evidências científicas e comprometidas com os direitos humanos, dialogando com a pluralidade de narrativas produzidas por movimentos feministas latino-americanos sobre aborto. No Brasil, o tema segue tabu, das campanhas eleitorais aos serviços de saúde, com projetos de lei, decisões judiciais e posicionamentos de entidades profissionais que impulsionam retrocessos e criminalização de quem aborta e de quem cuida, frequentemente em desacordo com recomendações internacionais. O objetivo é analisar estigmas presentes em discursos e políticas sobre aborto e construir estratégias de comunicação que permitam falar do tema, especialmente do direito ao aborto, com segurança, sem estigma e a partir de uma perspectiva de cuidado, justiça reprodutiva e direitos. A metodologia combina compartilhamento de experiências, análise crítica de manchetes para debater os estigmas que as atravessam a partir de trabalho em subgrupos e reconstrução dessas narrativas à luz de diretrizes internacionais de cuidados em aborto, além da discussão de estratégias de comunicação para diferentes contextos de atuação (serviços de saúde, ensino, redes interpessoais e espaços públicos). O público-alvo inclui profissionais e estudantes da saúde coletiva e da APS, pesquisadoras/es, comunicadoras/es e integrantes de movimentos sociais interessados em comunicação em saúde, direitos sexuais e reprodutivos e cuidado às situações de aborto. Proponente e Coordenador(a): Dandara - UERJ/UFRJ (RJ) Coordenador(a): Gabriela Lauterbach Silva - Instituto Fernandes Figueira, da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/FIOCRUZ-RJ) (SP) |
CCA - Térreo - Sala Restinga (30 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
OF32 - CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF32 - CONSTRUÇÃO DE INDICADORES DE SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: cgcoc@saude.gov.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A oficina “Construção de Indicadores de Saúde Mental na Atenção Primária à Saúde” propõe um espaço de reflexão e elaboração coletiva voltado ao desenvolvimento de indicadores que apoiem o acompanhamento e a qualificação das ações de saúde mental nos territórios. A atividade parte da compreensão de que a produção e o uso qualificado de informações são fundamentais para fortalecer a gestão, o planejamento e a avaliação das políticas públicas de saúde mental, contribuindo para a organização do cuidado e para a tomada de decisão baseada em evidências. O objetivo da oficina é discutir e construir coletivamente propostas de indicadores de saúde mental, considerando as necessidades de monitoramento das práticas de cuidado, da organização dos serviços e da articulação entre os diferentes pontos da rede de atenção. A metodologia será participativa e estruturada em dois momentos. Inicialmente, será apresentado um panorama nacional da saúde mental, com dados de atendimento e indicadores epidemiológicos do território brasileiro, bem como resultados e tendências identificadas em processos de avaliação institucional realizados pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS/DenaqSUS) entre 2022 e 2023. Em seguida, os participantes serão organizados em grupos de trabalho, orientados por eixos temáticos relacionados à organização do cuidado, produção de informações, gestão e articulação da rede, para discutir lacunas de monitoramento e propor indicadores estratégicos e possibilidades de uso dessas informações na gestão e no acompanhamento das ações. A oficina é destinada a gestores do SUS, profissionais da Atenção Primária e da Rede de Atenção Psicossocial, técnicos das secretarias de saúde, apoiadores institucionais, pesquisadores e estudantes, interessados em fortalecer estratégias de monitoramento e avaliação das políticas e práticas de saúde mental. Proponente e Coordenador(a): José Ítalo - Ministério da Saúde (DF) |
FEFF - Sala de aula a definir (40 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
OF36 - OFICINA METODOLÓGICA DE AVALIAÇÃO APRECIATIVA DAS AÇÕES AFIRMATIVAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso OF36 - OFICINA METODOLÓGICA DE AVALIAÇÃO APRECIATIVA DAS AÇÕES AFIRMATIVAS NA PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 INSCRIÇÃO preencha o formulário no link: https://forms.gle/9HVxgCX7RSuDNViaA Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A oficina desenvolverá uma experiência de avaliação apreciativa, proposta metodológica participativa para análise de processos, programas e políticas. A Avaliação Apreciativa é considerada um instrumento teórico-metodológico de intervenção e de transformação da realidade, a partir do reconhecimento e da compreensão das experiências positivas e práticas bem-sucedidas de indivíduos, grupos ou instituições. O objetivo da oficina é apresentar os fundamentos teórico-metodológicos da avaliação apreciativa e discutir sua aplicação na análise da implementação das políticas de ações afirmativas (PAF) na pós-graduação em Saúde Coletiva. Busca-se estimular a reflexão crítica sobre experiências institucionais, identificar práticas exitosas e construir coletivamente perspectivas para aprimorar o acesso, a permanência e a trajetória acadêmica de estudantes beneficiários dessas políticas. A metodologia da oficina será participativa e dialógica, combinando exposição dialogada sobre os princípios da avaliação apreciativa com atividades práticas em grupo. Serão utilizados dispositivos metodológicos como roda de conversa e construção de painel síntese. As atividades buscarão estimular a troca de experiências entre participantes e a construção coletiva de propostas de fortalecimento das ações afirmativas. Ao final das atividades os participantes terão compreendido os fundamentos e princípios metodológicos da avaliação apreciativa a partir de uma experiência prática. Além disso, contribuirão para a reflexão e avaliação das PAF na pós-graduação em saúde coletiva. A oficina é destinada a discentes de pós-graduação e demais interessados na temática das ações afirmativas na pós-graduação. Proponente e Coordenador(a): Marcelo Castellanos - Instituto de Saúde Coletiva - Universidade Federal da Bahia (BA) Coordenador(a): Sandra Coelho - UFBA (BA) |
Psicologia - 1º andar - Sala 6 (50 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
OF40 - REDAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS QUALITATIVOS COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ÉTICA, TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM SAÚDE (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Oficina - Pré-Congresso
OF40 - REDAÇÃO DE ARTIGOS CIENTÍFICOS QUALITATIVOS COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: ÉTICA, TRANSPARÊNCIA E INTEGRIDADE NA PRODUÇÃO DO CONHECIMENTO EM SAÚDE (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 50 INSCRIÇÃO entre em contato no email: fernando.hellmann@ufsc.br Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A incorporação crescente de ferramentas de inteligência artificial generativa (IAGen) no campo acadêmico tem transformado as práticas de produção e comunicação do conhecimento científico. No âmbito das pesquisas qualitativas em Ciências Sociais e Humanas em Saúde, essas tecnologias podem apoiar diferentes etapas da escrita científica, como a organização de ideias, a revisão textual, a síntese de resultados e o aprimoramento da clareza argumentativa. Contudo, seu uso também levanta importantes desafios éticos, metodológicos e editoriais, relacionados à autoria, à integridade científica, à transparência no uso dessas ferramentas e aos riscos de homogeneização epistemológica e automatização acrítica da produção acadêmica. Esta oficina tem como objetivo discutir o uso crítico, responsável e transparente da inteligência artificial na redação de artigos científicos qualitativos. A atividade será fundamentada no guia Recomendações para a redação de artigos científicos de pesquisa qualitativa com uso de inteligência artificial (https://doi.org/10.5281/zenodo.17818172), desenvolvido no âmbito da Cátedra UNESCO de Bioética e Saúde Coletiva / Cátedra Giovanni Berlinguer da Universidade Federal de Santa Catarina. O guia apresenta orientações éticas, metodológicas e editoriais alinhadas às diretrizes internacionais COREQ, SRQR e ENTREQ, bem como às recomendações da UNESCO sobre ética da inteligência artificial, ciência aberta e bioética e direitos humanos. A metodologia combinará exposição dialogada e atividades práticas voltadas à estruturação de artigos qualitativos e ao uso responsável da IA na escrita acadêmica. A oficina destina-se a estudantes de pós-graduação, pesquisadores e docentes interessados em aprimorar suas práticas de escrita científica qualitativa com rigor metodológico, integridade científica e transparência. |
Biblioteca setorial SUL - Térreo - Auditório Hall (300 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
E01 - II ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDES EM SAÚDE COLETIVA: FORTALECENDO LUTAS E AMPLIANDO DEBATES (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Encontro - Pré-Congresso E01 - II ENCONTRO DE PÓS-GRADUANDES EM SAÚDE COLETIVA: FORTALECENDO LUTAS E AMPLIANDO DEBATES (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 100 INSCRIÇÃO - preencha o formulário no link: https://forms.gle/F3G3RAeZP4gUm3Xu8 Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Após o I Encontro no 14º Abrascão (2025), que resultou na Carta de Brasília, documento que denuncia precariedades na pós-graduação em Saúde Coletiva no Brasil e propõe rede nacional, este II Encontro busca dar continuidade à mobilização. Reuniremos discentes de programas brasileiros para avaliar avanços, debater novos desafios e fortalecer a rede via grupos temáticos e plenária. A dinâmica do encontro busca favorecer a participação ativa por meio de apresentações, debates guiados por perguntas orientadoras e discussões em grupos temáticos, culminando em uma plenária de síntese e encaminhamentos futuros. Proponente e Coordenador(a): Carolina Adania - ENSP / FIOCRUZ (RJ) Coordenador(a): Ana Carolina Nonato - Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (SP) |
Farmácia - Térreo - Auditório (130 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
E02 - ENCONTRO REDE SAÚDE E CLIMA BRASIL (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Encontro - Pré-Congresso
E02 - ENCONTRO REDE SAÚDE E CLIMA BRASIL (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 40 INSCRIÇÃO entre em contato no email: bkauanef@gmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: A atividade propõe um espaço participativo de diálogo e construção coletiva entre membros da Rede Saúde e Clima Brasil, com foco em fortalecer a articulação entre saúde pública e ação climática no país. A partir de uma facilitação estruturada, o encontro buscará refletir sobre desafios atuais, identificar oportunidades de incidência e promover a troca de experiências entre organizações, pesquisadores, profissionais de saúde e atores da sociedade civil. O espaço combinará momentos de escuta, sistematização de percepções e construção de encaminhamentos estratégicos para a atuação da Rede. |
ICB - Paulo Bürhnheim - Térreo - Sala 4 (40 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
FR04 - SAÚDE INDÍGENA NO BRASIL: ENTRE RECONHECIMENTO E AUTONOMIA EPISTÊMICA (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Fórum - Pré-Congresso FR04 - SAÚDE INDÍGENA NO BRASIL: ENTRE RECONHECIMENTO E AUTONOMIA EPISTÊMICA (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 25 INSCRIÇÃO entre em contato no email: caio.arato@hotmail.com Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: Este fórum propõe discutir a evolução do campo de estudos em Saúde Indígena (SI) no Brasil nas últimas quatro décadas, destacando crescimento científico, disputas epistemológicas e os limites da produção de conhecimento centrada em paradigmas biomédicos. O objetivo é refletir sobre como a SI, além de área de estudo, constitui um espaço de intervenção e de articulação entre saberes indígenas e ciência, promovendo a necessária redistribuição epistêmica para além do mero reconhecimento simbólico. A justificativa reside na constatação de que, embora a produção científica tenha aumentado expressivamente, ela permanece concentrada em poucos estados e instituições, predominando abordagens quantitativas, enquanto os saberes indígenas são pouco incorporados como fontes epistemicamente autônomas. A discussão abordará desafios históricos e contemporâneos, incluindo políticas públicas como a PNASPI, o papel dos DSEIs e iniciativas de protagonismo indígena na pesquisa e na universidade, visando à construção de práticas de saúde interculturais e inclusivas. O público-alvo inclui pesquisadores, profissionais de saúde, gestores, estudantes de graduação e pós-graduação, movimentos sociais e povos indígenas, interessados em compreender o campo de SI como território de debate crítico sobre saúde coletiva, diversidade epistemológica e justiça social. Proponente e Coordenador(a): Caio Vieira de Barros Arato - UNICAMP (SP) |
Biblioteca setorial SUL - 1º andar - Sala 5 (40 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
E06 - ENCONTRO NACIONAL DO PROJETO NÓS NA REDE: EXPERIÊNCIAS TERRITORIAIS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Encontro - Pré-Congresso
E06 - ENCONTRO NACIONAL DO PROJETO NÓS NA REDE: EXPERIÊNCIAS TERRITORIAIS E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (16/09/26 - 13h10 às 16h30) Local: UFAM Vagas: 100 INSCRIÇÃO - atividade aberta sem necessidade de inscrição prévia, mediante disponibilidade na sala Carga horária: 4 horas Certificado: envio do certificado é de responsabilidade do coordenador(a) da sessão. Ementa: O encontro nacional do projeto Nós na Rede propõe reunir trabalhadores, educadores, pesquisadores e gestores participantes da formação para compartilhar experiências territoriais, refletir criticamente sobre os desafios contemporâneos da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e discutir caminhos para o fortalecimento da política de saúde mental no Brasil. Desenvolvido pelo Ministério da Saúde em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e com 40 Escolas do SUS, nos 27 estados, o projeto envolveu mais de mil municípios em cada um de seus dois ciclos formativos. Esse alcance territorial possibilitou mobilizar trabalhadores das diferentes regiões do país em processos formativos que articulam reflexão crítica sobre práticas de cuidado, análise das dinâmicas locais da RAPS e produção coletiva de conhecimentos a partir das experiências vividas nos serviços. A proposta do encontro reconhece que a política nacional de saúde mental atravessou, nos últimos anos, um período marcado por contrarreforma e fragilizações institucionais que impactaram a organização da rede, o financiamento e as práticas territoriais de cuidado. Nesse contexto, torna-se fundamental criar espaços de intercâmbio capazes de visibilizar experiências concretas produzidas nos territórios e de refletir sobre estratégias de reconstrução e fortalecimento da atenção psicossocial. O encontro busca, portanto, promover a circulação e a sistematização de aprendizados acumulados ao longo da formação, contribuindo para orientar futuras iniciativas de educação permanente em saúde. Ao mesmo tempo, pretende fortalecer vínculos e articulações entre participantes do projeto, ampliando a capacidade de mobilização coletiva em defesa dos princípios da Reforma Psiquiátrica, do cuidado em liberdade e do SUS. |
Psicologia - Térreo - Auditório Katia Lenz (120 pax) |
| 13:10 - 16:30 |
Curso - Pré-Congresso MC17 - SAÚDE DIGITAL COMO OBJETO E CAMPO (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 13h10 às 16h30) (continuação) Curso - Pré-Congresso
MC17 - SAÚDE DIGITAL COMO OBJETO E CAMPO (15/09/26 - 13h10 às 17h e 16/09/26 - 13h10 às 16h30) (continuação) |
CCA - Térreo - Auditório Vitória Régia (100 pax) |
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